terça-feira, 15 de novembro de 2016

RÉVEILLON 2016/2017 - CANÇÃO NOVA


Convide seus amigos e familiares para passar o Réveillon na sede da Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), de 30 de dezembro a 1° de janeiro. 

A festa de Ano Novo é uma oportunidade de rever e agradecer tudo o que você viveu durante o ano e fazer planos para o próximo.

Com o tema: Mostra-me Senhor os teus caminhos. ( Sl 25,4), o evento tem como objetivo oferecer aos fiéis a oportunidade de viverem um Ano Novo diferente, um ano conduzido pelos caminhos de Deus. 

Fonte: Canção Nova

EVANGELHO DO DIA 15 NOVEMBRO 2016


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

HOSANA BRASIL 2016 - CANÇÃO NOVA


O “Hosana Brasil 2016” acontecerá de 2 a 4 de dezembro, na sede da Comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP) e terá como tema: "A vós louvor, honra e Glória eternamente" (Dn 3,52-56). 

Neste ano, a família Canção Nova tem um grande motivo para louvar a Deus: os 80 anos de vida do Monsenhor Jonas Abib. Celebrar a vida desse profeta da modernidade é também celebrar a vida de milhares de jovens que saíram das drogas, de famílias que foram restituídas, de homens e mulheres que saíram das trevas e tiveram um encontro pessoal com Cristo. A vida desse servo se resume em uma única missão: devolver homens e mulheres restaurados para Deus.

Fonte: Canção Nova

EVANGELHO DO DIA 14 NOVEMBRO 2016


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

EDDIE MURPHY: "A FÉ EM DEUS ME MANTEVE LONGE DAS DROGAS"


"Há muitas vezes em que eu creio que foi a fé que me salvou", revela o astro

Sua risada é, com certeza, uma das mais contagiantes do cinema e da TV: Eddie Murphy, um dos atores mais queridos do mundo, tem feito gerações se divertirem.

Recentemente, o astro de 55 anos falou de episódios polêmicos do seu passado em uma entrevista publicada pelo Hollywood Reporter (22 agosto). Um momento que ele diz que nunca poderá esquecer, e que considera quase um milagre, é este:

Estávamos dando uma volta”, revela Murphy, “quando John Belushi e Robin Williams me ofereceram cocaína. Eu decidi não aceitar e Belushi me chamou de ‘reprimido’. Depois de tantos anos, eu me digo: ‘Nossa, como eu cheguei longe’. Se tivesse aceitado [a droga], a história de Eddie Murphy teria sido bem diferente. Há muitas vezes em que eu creio que foi a fé que me salvou. Situações como essa não fazem outra coisa que não seja reafirmar a minha fé em Deus. Houve muitas ocasiões em que eu podia ter me queimado e morrido”.

Murphy, educado desde pequeno como cristão batista, afirma também que se manteve longe do alcoolismo graças à “estrela da fé”, que o guiou em meio às tentações. Nascido no Brooklyn, em Nova Iorque, ele teve de enfrentar uma infância complicada, marcada pelo assassinato de seu pai e pela vida na rua.

Os dois amigos de Eddie Murphy, infelizmente, não resistiram a uma vida de excessos. John Belushi morreu de overdose em 1982, com apenas 33 anos, enquanto Robin Williams tirou a própria vida, há dois anos, depois de um longo período de depressão.

Em seu último filme, “Mr. Church“, Eddie Murphy tem um grande papel, cheio de humanidade: o de um cozinheiro que trabalha para uma família cuja mãe está gravemente doente de câncer.

Fonte: Aleteia

9 DE NOVEMBRO - DIA DE FESTA PARA A IGREJA CATÓLICA POR CAUSA DE... UM EDIFÍCIO?



São João de Latrão, uma celebração da nossa fé que também é física, concreta, real!


Uma das coisas que me atraíram para a fé católica foi o seu sólido enraizamento no mundo concreto. A doutrina católica da Presença Real, os sacramentos, os objetos sacramentais, tudo isso me oferecia uma fé fortemente arraigada no mundo real, onde Jesus não é só uma lembrança que comemoramos através de simbolismos, ou uma presença espiritual que vive de forma invisível em nosso coração.

Não! Para os católicos, Ele é Corpo e Sangue, fisicamente, presente no mundo inteiro na Eucaristia! A sua graça é tangível! O batismo, a comunhão, a confissão, a confirmação, o matrimônio, a ordenação sacerdotal e a unção dos enfermos não são atos espirituais “apenas”, mas também físicos, que, além da intenção, requerem forma e matéria.

A fisicidade da Igreja é exemplificada ainda no uso dos sacramentais, ou objetos abençoados, em nossa vida de fé. Esses objetos podem ser quase qualquer coisa, desde um punhado de sal, um crucifixo, uma relíquia ou restos físicos de um santo, até um edifício inteiro!

De fato, todo dia 9 de novembro, a Igreja celebra a natureza física da nossa fé com a festa de São João de Latrão.

É um dia festivo dedicado não a um santo, mas a um edifício sacro. Localizado em Roma, esse edifício é a Arquibasílica Pontifícia de São João de Latrão, cujo nome reduzido é confundido, de vez em quando, com um santo que… não existe. Não existe um “São João de Latrão”. O João em questão, ao longo dos séculos, foi tanto o Batista quanto o Evangelista. E o Latrão se refere ao lugar onde a igreja foi construída.

Muita gente, também equivocadamente, pensa que “a igreja do papa” é a Basílica de São Pedro. Mas não é. A catedral da diocese de Roma, da qual o papa é bispo, é São João de Latrão.

No dia de hoje, celebramos a sua dedicação pelo papa Silvestre I no ano de 324, quando ela se tornou a primeira igreja em que os cristãos podiam realizar seu culto em público. O edifício dedicado naquele ano foi depois destruído e houve várias reconstruções. A atual estrutura foi erigida pelo papa Inocêncio X em 1646.

São João de Latrão é notável por ser a igreja mais antiga do Ocidente, assim como pelo seu significativo papel na história da Igreja. Nela foram celebrados cinco concílios ecumênicos, estão enterrados 28 papas e, segundo a tradição, os relicários do seu altar principal contêm a cabeça de São Pedro e a de São Paulo. Até o papado de Avignon, no século XIV, os papas viviam em São João de Latrão. Eles só se transferiram para o Vaticano quando a sede da Igreja voltou para Roma e encontrou a basílica de Latrão em mau estado de conservação.

Embora haja muitas igrejas historicamente importantes na fé católica, e algumas delas com suas próprias datas de comemoração (Santa Maria Maior em 5 de agosto, por exemplo), só a de São João de Latrão tem o seu próprio dia de festa, como ocorre com os santos cristãos e com eventos milagrosos como a Imaculada Conceição de Maria, a sua Assunção, a Ascensão de Jesus e o Pentecostes.

E como foi que um edifício “conseguiu” ter seu próprio dia da festa?

O nome “Latrão” tem origem num palácio construído para a rica família Laterani, que foi confiscado pelo imperador romano Constantino e, algum tempo depois, doado à Igreja. Trata-se, portanto, de um lugar cuja construção não se enraizou na fé, mas no excesso materialista. Como um local assim se tornou tão importante para o povo de Deus a ponto de ser celebrado todo ano com uma festa própria?


Tem a ver com a história da redenção. São João de Latrão, de certo modo, é a história de como Deus pode chamar à conversão aqueles e aquilo que Ele bem entender. O palácio construído para uma família num império em decadência moral pode se transformar num lugar santo e recordar, para os fiéis, a sua própria conversão: de propriedade do mundo para filhos e herdeiros de Deus.

A dedicação da cátedra do bispo de Roma também afirma a nossa unidade como católicos romanos e o primado do papa, na caridade, sobre os outros bispos. Não só isso: também recorda a importância das nossas próprias igrejas locais. Para os católicos, as catedrais e paróquias não são “só” edifícios: são nossas casas espirituais, nossos lugares de descanso e de restauração, onde somos gestados no batismo, na catequese e na confirmação, alimentados na Eucaristia e sanados na reconciliação.

E mais ainda, muito mais ainda: eles são como uma “casa física” de Nosso Senhor! Ele está oculto no sacrário, ou exposto para a nossa adoração, sacrificado na missa para ser o nosso alimento espiritual e físico sob as aparências do pão e do vinho.

Como católicos, a nossa fé é também física. A nossa fé também é feita de atos físicos. As nossas “posses” físicas podem – e devem – ser vistas e usadas como meios para nos ajudar ao longo da nossa viagem espiritual, pelo mundo físico, rumo à eternidade.

Ao celebrarmos a dedicação de São João de Latrão, a catedral de Roma, não celebramos “um templo construído por mãos humanas”: celebramos a nossa fé, concreta e viva também no mundo físico querido por Deus.

Fonte: Aleteia

EVANGELHO DO DIA 09 NOVEMBRO 2016


terça-feira, 8 de novembro de 2016

DE ROQUEIRA PUNK, ATIVISTA E ATEIA, ELA SE TORNOU CATÓLICA E... FREIRA!


Não tenho vergonha dos meus questionamentos, das minhas lutas internas, da minha procura pelo absoluto. Eu não joguei o meu passado no lixo”


A irmã Theresa Aletheia Noble, hoje religiosa católica, foi ateia quando mais jovem. Ela pede a Deus que livre a Igreja do risco de virar um “clubinho para acostumados”, um círculo de “iniciados” que se julgam católicos mais pela rotina e pela inércia do que por uma convicção de coração, renovada conscientemente todos os dias, apesar das dúvidas e perplexidades que surgem o tempo todo no caminho das pessoas que sinceramente procuram a Verdade.

Ela mesma conta a sua história:

De roqueira punk a religiosa católica

Quando eu era pequena, adorava ler novelas de aventura, tocar violino e escrever contos de fadas. Depois virei roqueira punk e ateia. Em seguida, resolvi adotar o estilo de vida vegetariano e me engajar como ativista dos direitos dos animais. Quando terminei a faculdade, fui dar aulas em bairros pobres. A seguir, trabalhei numa fazenda. Depois disso – milagre! – comecei a acreditar em Deus, em Jesus, e me tornei católica. Finalmente, para surpresa de todos (inclusive minha), me tornei religiosa.

Quando ando agora pelas ruas vestindo o hábito de freira, alguns me veem como uma representação da Igreja-instituição; outros como alguém que vive à margem da sociedade; outros, ainda, como uma excêntrica; e outros, por fim, enxergam o amor.

De certa forma, eu sou tudo isso

É como se o meu passado e o meu presente não estivessem numa fusão completa de um no outro. Alguns aspectos da minha vida se fundiram, sim, mas outros não. E, no fim, o resultado é um belo mosaico vivo!

Eu me pergunto, de vez em quando, se o meu lugar é no grupo que eu chamo de “acostumados” da Igreja. Será que vou acabar virando uma fariseia? Será que já não sou assim, um pouco? Vou continuar a lutar com honestidade pela minha fé, encarando de frente as minhas dúvidas, ou vou fugir desse confronto sincero, preferindo buscar o conforto, o conformismo, a rotina, a facilidade e uma sensação (falsa) de bem-estar? Será que me ajusto mais ao comportamento das pessoas que estão ao meu redor ou ao comportamento de Cristo? Depois de renunciar à vida “mundana”, será que vou me tornar uma religiosa “medíocre”?

Eu não joguei o meu passado no lixo

Eu me considero uma “ex-ateia”, mas as coisas não são assim tão simplórias. De certa forma, estou sempre em sintonia com as várias facetas que a minha personalidade já pôde ter – e espero que isso não mude. A maioria das pessoas espera que eu sinta vergonha do meu passado. Mas a única coisa que me envergonha é o jeito que eu tinha de não amar a Deus e o meu próximo. Não tenho vergonha dos meus questionamentos, das minhas lutas internas, da minha procura pelo absoluto. Não tenho vergonha de ter um lado excêntrico e de ter batido a cabeça nessa busca, de ser um pouco estranha e rebelde. Eu não joguei o meu passado no lixo.

O exemplo de São Paulo

Eu acho importante que nós vejamos o nosso pecado da forma como Deus o vê. Ele conhece com precisão os defeitos que nos levaram a pecar, mas que, trabalhados pela abnegação, também se tornam as qualidades que nos santificarão. São Paulo, por exemplo, foi um fariseu dos mais zelosos, um perseguidor violento, um homem que observava as regras externas de forma rigorosíssima. Essas características, que o levaram a cometer muitos pecados em nome de Cristo, são também as que o levaram ao caminho da santidade. Cada um de nós tem dons únicos para fazer frutificar junto aos outros, no seio da Igreja… E, com frequência, é a partir dos aspectos mais surpreendentes da nossa personalidade que Deus faz brilharem esses talentos.

Eu me flagrei, outro dia, fazendo essa oração um tanto estranha:

“Senhor! Eu queria, antes, que me ajudasse a lutar contra a minha natureza cética. Agora eu quero outra coisa: conservar este ceticismo. Eu não quero uma fé fácil e simplória. Faz com que a minha fé seja audaciosa, impetuosa, plenamente assumida, mas faz também com que eu consiga entender aqueles que duvidam. Eu quero, a todo custo, me manter próxima daqueles que vivem à margem da Igreja, daqueles que não a entendem de jeito nenhum, daqueles que não pertencem ao círculo dos ‘costumeiros’, daqueles que duvidam, daqueles que procuram, dos excêntricos, dos que não se encaixam na sociedade. Livra-me, Senhor, de uma Igreja-clubinho, de uma Igreja de ‘acostumados’, confortavelmente acomodados nas suas certezas de rotina”.

Fonte: Aleteia

A BELEZA DA SIMPLICIDADE E DA HARMONIA

VEJA O QUE ESSES CINCO RAPAZES
SÃO CAPAZES DE FAZER



VOCÊ NÃO PODE DEIXAR DE ASSISTIR





EIS A LETRA:

INGLÊS

How Great Thou Art
How Great Thou Art
Oh Lord my God, when I in awesome wonder
Consider all the world Thy hands have made
I see the stars, I hear the rolling thunder
Thy power throughout the universe displayed

Then sings my soul, my Savior God to Thee
How great Thou art, how great Thou art
Then sings my soul, my Savior God to Thee
How great Thou art, how great Thou art

And when I think that God, His son not sparing
Sent Him to die I scarce can take it in
That on the cross my burden gladly bearing
He bled and died to take away my sin

Then sings my soul, my Savior God to Thee
How great Thou art, how great Thou art
Then sings my soul, my Savior God to Thee
How great Thou art, how great Thou art

When Christ shall come with shout of acclamation
And take me home what joy shall feel my heart
Then I shall bow in humble adoration and there proclaim
My God, how great Thou art

Then sings my soul, my Savior God to Thee
How great Thou art, how great Thou art
Then sings my soul, my Savior God to Thee
How great Thou art, how great Thou art
How great Thou art, how great Thou art
How great Thou art


PORTUGUÊS

Quão grande és Tu
Quão grande és Tu
Oh Senhor, meu Deus, quando eu maravilhado
Considere todo o mundo as tuas mãos feitas
Eu vejo as estrelas, ouço o trovão
Teu poder se manifesta em todo o Universo

Então minha alma canta a Ti, meu Deus e Salvador
Quão grande és Tu, quão grande és Tu
Então minha alma canta a Ti, meu Deus e Salvador
Quão grande és Tu, quão grande és Tu

E quando eu medito que Deus não poupou seu Filho
Enviou-o para morrer! Eu dificilmente o imitaria
Sobre a cruz levou meus fardos com alegria
Ele sangrou e morreu para tirar o meu pecado

Então minha alma canta a Ti, meu Deus e Salvador
Quão grande és Tu, quão grande és Tu
Então minha alma canta a Ti, meu Deus e Salvador
Quão grande és Tu, quão grande és Tu

Quando Cristo vier com gritos de aclamação
E me levar para casa, quanta alegria sentirá meu coração
Então eu me ajoelharei em humilde adoração e ali exaltarei
Meu Deus, quão grande és Tu

Então minha alma canta a Ti, meu Deus e Salvador
Quão grande és Tu, quão grande és Tu
Então minha alma canta a Ti, meu Deus e Salvador
Quão grande és Tu, quão grande és Tu
Quão grande és Tu, quão grande és Tu
Quão grande és Tu

Fonte: Histórias com Valor

EVANGELHO DO DIA 08 NOVEMBRO 2016


domingo, 6 de novembro de 2016

IR À MISSA É "REMÉDIO PARA MELHORAR A SAÚDE FÍSICA E MENTAL", ASSEGURA CIENTISTA DE HARVARD


WASHINGTON DC, 04 Nov. 16 - Em uma coluna recentemente publicada no jornal americano ‘USA Today’, Tyler J. VanderWeele, professor de epidemiologia na Universidade de Harvard, e John Siniff, especialista em comunicações, qualificaram a participação regular na Missa como um “remédio para melhorar a saúde física e mental”.

O artigo do ‘USA Today’, intitulado “A religião poderia ser um medicamento milagroso”, aponta os resultados de um estudo liderado por VanderWeele e publicado em maio de 2016 na prestigiosa revista de psiquiatria JAMA Psychiatry, da Associação Americana de Medicina.

O estudo, intitulado “Associação entre assistência a serviços religiosos e menores taxas de suicídio entre mulheres norte-americanas”, concluiu que “a participação frequente nos serviços religiosos estava associada com uma taxa significativamente mais baixa de suicídio”.

VanderWeele e Siniff assinalaram que “a saúde e a religião estão muito ligadas” e, de acordo com o estudo publicado em meados deste ano, os adultos que vão à Missa pelo menos uma vez por semana, em comparação com aqueles que nunca vão, “apresentam um menor risco de morte na próxima década e meia”.

“Os resultados foram replicados em suficientes estudos e populações para ser considerados bastante confiáveis”, asseguraram.

Embora garantiram que “a ciência não se adere a uma fé ou outra, nem sugere o que a sociedade deve fazer com essa informação”, destacaram que tanto a sociedade como cada pessoa poderiam aproveitar estes resultados.

“Os meios informativos, a academia e o público em geral poderiam usar esta nova compreensão do grande valor social da religião”, indicaram. Já para cada pessoa, “esta investigação convida não tão sutilmente a reconsiderar o que a religião pode fazer por eles”.

As pessoas que participam da Missa, assinalaram, “estão menos propensas a fumar, ou mais propensos a parar de fumar, causando benefícios significativos para a saúde”.

Além disso, destacaram, “a investigação de Harvard e outras indicam que, possivelmente devido a uma mensagem de fé ou esperança, pessoas que participam da Missa são mais otimistas e têm menores taxas de depressão. A investigação de Harvard também mostrou que esta participação protege contra o suicídio”.

“Outros descobriram que as pessoas que vão à Igreja asseguram ter um propósito maior na vida e desenvolvem mais autocontrole”.

Enquanto alguns norte-americanos substituíram a participação da Missa, que “é vista como ‘pitoresca e antiquada’, pela “espiritualidade”, VanderWeele e Siniff reforçaram que ir à igreja, e não a uma “espiritualidade privada ou prática solitária”, geram benefícios para a saúde.

“Algo na participação religiosa comunitária parece ser essencial”, assinalaram.

Participar da Missa, disseram, “demostrou que aumenta a probabilidade de um matrimônio estável, aumenta o sentido próprio de significado e se estende à própria rede social”, assim como “leva a maiores doações caritativas e um maior voluntariado e compromisso cívico”.

VanderWeele e Siniff destacaram que “algo na experiência e participação religiosa comunitária é importante. Algo poderoso parece suceder aí e melhora a saúde”.

“Isto tem importantes implicações para o grau em que a sociedade promove e protege as instituições religiosas”, entre outros, assinalaram.

Fonte: Acidigital

EVANGELHO DO DIA 06 NOVEMBRO 2016


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

PRESIDENTE DO PERU CONSAGRA O PAÍS AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA


Na última sexta-feira, dia 21 de outubro 2016, o Presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, realizou um Ato de Consagração do país ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria. A Consagração ocorreu durante o Café da Manhã Nacional de Oração celebrado em Lima, e no qual participaram líderes de setores empresariais e políticos.

Essa foi a primeira vez em que um Presidente da República participou do Café da Manhã Nacional de Oração ao longo dos 21 anos de história do evento. A fórmula de Consagração foi prevista pelo movimento "Missão pelo Amor de Deus em Todo o Mundo", presente em mais de 450 cidades do mundo e que trabalha para recordar aos mandatários e líderes civis e econômicos seu dever de restituir o lugar de Deus na dimensão pública.

"Eu, Pedro Pablo Kuczynski, Presidente da República do Peru, com a autoridade que me foi outorgada, faço um ato de consagração de minha pessoa, minha família e a República do Peru ao amor e proteção de Deus Todo-poderoso através da intercessão do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria", expressou o mandatário. "Ponho em suas mãos amorosas meu governo com todos seus trabalhadores e cidadãos que estão sob minha responsabilidade. Ofereço a Deus Todo-poderoso meus pensamentos e decisões como Presidente para que os utilize para o bem do nosso país e sempre estar consciente dos Dez Mandamentos ao governá-lo. Peço a Deus que, através da intercessão do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria, escute e aceite meu ato de consagração e cubra ao nosso país com sua especial proteção".

"Ao fazer esta oração peço a Deus o perdão por todas as transgressões que tenha cometido no passado, todas as que tenham ocorrido no passado da República e por todas aquelas decisões que tenham sido tomadas estando contra seus mandamentos e lhes peço sua ajuda para mudar tudo o que nos separa dEle", acrescentou. "Eu, Pedro Pablo Kuczynski, como Presidente da República do Peru, declaro este juramento solene diante de Deus e dos cidadãos do nosso país hoje, 21 de outubro de 2016".

Espera-se que este ato tenha repercussão sobre vários projetos de lei introduzidos pela bancada do partido do governo. Entre as propostas contrárias à moral católica se encontram iniciativas de despenalização do aborto, redefinição da família e difusão da ideologia de gênero nas escolas. (GPE/EPC)

Com informações da ACI.
Fonte: GaudiumPress