sexta-feira, 14 de julho de 2017

NOSSA SENHORA DO CARMO - ROGAI POR NÓS



Hoje, 16 de julho, a Igreja nos apresenta, Nossa Senhora do Carmo. Ao olharmos para a história da Igreja encontramos uma linda página marcada pelos homens de Deus, mas também pela dor, fervor e amor à Virgem Mãe de Deus: é a história da Ordem dos Carmelitas, da qual testemunha o cardeal Piazza: “O Carmo existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”.
Carmelo (em hebraico, “carmo” significa vinha; e “elo” significa senhor; portanto, “Vinha do Senhor”): este nome nos aponta para a famosa montanha que fica na Palestina, donde o profeta Elias e o sucessor Elizeu fizeram história com Deus e com Nossa Senhora, que foi pré-figurada pelo primeiro numa pequena nuvem (cf. I Rs 18,20-45).
Estes profetas foram “participantes” da Obra Carmelita, que só vingou devido à intervenção de Maria, pois a parte dos monges do Carmelo que sobreviveram (século XII) da perseguição dos muçulmanos, chegaram fugidos na Europa e elegeram São Simão Stock como seu superior geral; este, por sua vez, estava no dia 16 de julho intercedendo com o Terço, quando Nossa Senhora apareceu com um escapulário na mão e disse-lhe:“Recebe, meu filho, este escapulário da tua Ordem, que será o penhor do privilégio que eu alcancei para ti e para todos os filhos do Carmo. Todo o que morrer com este escapulário será preservado do fogo eterno”.
Vários Papas promoveram o uso do escapulário e Pio XII chegou a escrever: “Devemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo – e ainda – escapulário não é ‘carta-branca’ para pecar; é uma ‘lembrança’ para viver de maneira cristã, e assim, alcançar a graça duma boa morte”.
Neste dia de Nossa Senhora do Carmo, não há como não falar da história dos Carmelitas e do escapulário, pois onde estão os filhos aí está a amorosa Mãe.


Quando Maria nos deu o escapulário


O Monte Carmelo fica na Terra Santa e seu nome quer dizer jardim ou pomar. Ele é considerado sagrado desde tempos imemoriais (cf. Is 33,9; 35,2; Mq 7,14), mas se tornou particularmente célebre pelas ações do profeta Elias (1 Rs 18), que ali defendeu a fé do povo escolhido diante dos assédios pagãos. Elias permaneceu no Monte Carmelo, com seus discípulos, vivendo de maneira contemplativa como eremitas.

Essa vida de oração inspirou, centenas de anos depois, já no século XI da nossa era, a fundação de uma ordem religiosa católica chamada originalmente Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, ou, abreviando, Ordem do Carmo. Nasciam assim os carmelitas.

Tempos depois, expulsos dos Monte Carmelo pelos muçulmanos, os carmelitas se espalharam por várias regiões da Europa, onde passaram por grandes dificuldades. Os frades carmelitas encontravam forte resistência de outras ordens religiosas para a sua inserção. Eram hostilizados e até satirizados por sua maneira de se vestir.

No século XIII, um dos superiores gerais da ordem foi São Simão Stock, homem de fé e grande devoto de Nossa Senhora. No dia 16 de julho de 1251, quando rezava em seu convento de Cambridge, na Inglaterra, São Simão pediu a Nossa Senhora um sinal de sua proteção que fosse visível também para os seus adversários. Teve então a visão em que Nossa Senhora lhe entrega o escapulário, com a promessa:
“Recebe, filho amado, este escapulário. Todo o que com ele morrer, não padecerá a perdição no fogo eterno. Ele é sinal de salvação, defesa nos perigos, aliança de paz e pacto sempiterno”.
O escapulário era o avental usado pelos monges durante o trabalho para não sujar a túnica. Colocado sobre as escápulas (ombros), é uma peça do hábito que ainda hoje todo carmelita usa. Estabeleceu-se também o escapulário reduzido para ser dado aos fiéis leigos, após a visão de São Simão Stock. Dessa forma, quem o usasse poderia participar da espiritualidade do Carmelo e das grandes graças que a ele estão ligadas.

Para conhecer melhor o escapulário, o seu significado, as promessas ligadas a ele, a forma correta de usá-lo e os compromissos que ele envolve, confira o seguinte artigo:

O escapulário: o que é, como surgiu e como nos ajuda para a salvação eterna

"Todo aquele que com ele morrer, não padecerá a perdição no fogo eterno. Ele é sinal de salvação, defesa nos perigos, aliança de paz e pacto sempiterno"

Descrição física

O escapulário consiste em dois pedaços de pano marrom, unidos entre si por um cordão. Um pedaço de pano traz a estampa de Nossa Senhora do Carmo e o outro a do Sagrado Coração de Jesus, ou o emblema da Ordem do Carmo. É uma miniatura do hábito carmelita; por isso mesmo, é uma veste.


Nome

A palavra latina “scàpula” significa ombro. O objeto de devoção acabou ficando popularmente conhecido como “escapulário” porque é colocado sobre os ombros. O escapulário também é conhecido como “bentinho do Carmo”.


Significado

Para os religiosos carmelitas, é símbolo de consagração religiosa na Ordem de Nossa Senhora do Carmo. Para os fiéis leigos, para o povo, é símbolo de devoção e afeto para com a mesma Senhora do Carmo. O escapulário é, em suma, um sinal externo de devoção mariana e de consagração pessoal à Santíssima Virgem Maria. É um sacramental, ou seja, um sinal sagrado, segundo o modelo dos sacramentos, por meio do qual se simbolizam efeitos espirituais obtidos pela intercessão da Igreja (cf. SC 60). O escapulário deve ser abençoado e colocado no fiel por um sacerdote, conforme o rito da imposição do escapulário.

Muitas pessoas usam o escapulário como um “amuleto”, algo “mágico” que “dá sorte”, que livra de “mau olhado” ou coisa semelhante. Ou simplesmente por modismo. Esses mesmos desvios acontecem com o uso de cruzes, medalhas, terços… O verdadeiro sentido de se usarem objetos de devoção deve brotar da consciência e do coração daquele que os usa, conhecendo o seu verdadeiro significado e escolhendo livremente sinalizar algo que existe em seu íntimo, em sua fé, em seus propósitos e em sua conversão.


História

No século XI, um grupo de homens dispostos a seguir Jesus Cristo se reuniu no Monte Carmelo, na Terra Santa. Lá construíram uma capela em honra de Nossa Senhora. O local já era considerado sagrado desde tempos imemoriais (cf. Is 33,9; 35,2; Mq 7,14) e se tornara célebre pelas ações do profeta Elias (1 Rs 18). A palavra “carmelo” quer dizer jardim ou pomar. Nasciam ali os carmelitas, ou a Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo.

Tempos depois, expulsos dos Monte Carmelo pelos muçulmanos, os carmelitas se mudaram para a Europa, onde passaram por grandes dificuldades. Os frades carmelitas encontravam forte resistência de outras ordens religiosas para a sua inserção. Eram hostilizados e até satirizados por sua maneira de se vestir.

O superior geral da ordem era São Simão Stock, homem de fé e grande devoto de Nossa Senhora. No dia 16 de julho de 1251, quando rezava em seu convento de Cambridge, na Inglaterra, São Simão pediu a Nossa Senhora um sinal de sua proteção que fosse visível também para os seus adversários. Teve então a visão em que Nossa Senhora lhe entrega o escapulário, com a promessa:

“Recebe, filho amado, este escapulário. Todo o que com ele morrer, não padecerá a perdição no fogo eterno. Ele é sinal de salvação, defesa nos perigos, aliança de paz e pacto sempiterno”.

O escapulário era o avental usado pelos monges durante o trabalho para não sujar a túnica. Colocado sobre as escápulas (ombros), é uma peça do hábito que ainda hoje todo carmelita usa. Estabeleceu-se também o escapulário reduzido para ser dado aos fiéis leigos, após a visão de São Simão Stock. Dessa forma, quem o usasse poderia participar da espiritualidade do Carmelo e das grandes graças que a ele estão ligadas: entre outras, o privilégio sabatino (veja logo abaixo).


Confirmação pelos papas

Em sua bula chamada “Sabatina”, o papa João XXII afirma que aqueles que usarem o escapulário serão depressa libertados das penas do purgatório no sábado que se seguir à sua morte. Esta graça ficou conhecida como “privilégio sabatino”. As vantagens do privilégio sabatino foram ainda confirmadas pela Sagrada Congregação das Indulgências, em 14 de julho de 1908.

O papa Bento XIII, em 1726, estendeu a toda a Igreja a celebração da festa de Nossa Senhora do Carmo, que a ordem já celebrava desde 1332, no 16 de julho de cada ano.

O papa Pio XII declarou, em 6 de agosto de 1950: “A devoção do escapulário do Carmo fez descer sobre o mundo copiosa chuva de graças espirituais e temporais”.

O papa Paulo VI também afirmou: “Para a Igreja, entre as formas de devoção mariana, está o uso piedoso do Escapulário do Carmo, pela sua simplicidade e adaptação a qualquer mentalidade”.

Em 28 de janeiro de 1964, o mesmo papa Paulo VI concedeu ainda que todos os sacerdotes católicos podem impor o Escapulário, o que até então era um privilégio dos padres carmelitas e de outros sacerdotes autorizados pela Santa Sé. Nisto se mostra o desejo da Santa Igreja de que todos tenham a possibilidade de revestir-se de um escapulário abençoado e colocado por um sacerdote (rito da imposição do escapulário).

São João Paulo II, que usava o escapulário desde a juventude, escreveu: “O escapulário é sinal de aliança entre Maria e os fiéis. Traduz concretamente a entrega, na cruz, de Maria ao discípulo João” (cf. Jo 19, 25-27).


Compromissos

Quem se reveste deste sinal mariano deve adotar algumas atitudes fundamentais:
  • Colocar Deus em primeiro lugar na sua vida e buscar sempre realizar a vontade d’Ele.
  • Escutar a Palavra de Deus na Bíblia e praticá-la na vida.
  • Buscar a comunhão com Deus por meio da oração, que é um diálogo íntimo que temos com Aquele que nos ama.
  • Abrir-se ao sofrimento do próximo, solidarizando-se com ele em suas necessidades, procurando solucioná-las.
  • Participar com frequência dos sacramentos da Igreja, da Eucaristia e da confissão, para poder aprofundar o mistério de Cristo em sua vida.

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 13 de julho de 2017

NOSSA SENHORA DA CABEÇA - PROTETORA DOS DOENTES


Nossa Senhora da Cabeça, a qual a Igreja celebra em 12 de agosto, possui uma história maravilhosa, que teve seu início no ano de 1227, nos contrafortes da Serra Morena, Andaluzia, região espanhola, onde fica situada a cidade de Andujar, a 18 km. do pico denominado Cabeça.

As terras ao lado da montanha eram utilizadas como pasto, sobretudo para criação de carneiros, vigiados por pastores. Gente simples, pobre e religiosa. Dentre eles, João Alonso Rivas, natural de Granada, filho de cristãos cativos e fugitivos da tirania dos mouros, dos Árabes. Durante a fuga, João Rivas perdeu um braço.

João era muito piedoso e muito devoto da Virgem Maria, a quem dedicava suas orações, enquanto apascentava suas ovelhas. Por várias vezes, parecendo vir do alto da montanha, ele ouvia um toque de sineta. Pensava: “deve ser pura imaginação, coisa de um viver solitário, nestas terras altas”.

Numa noite, 12 de agosto de 1227, o pastor João Rivas, ouvindo mais distantemente o som da sineta, seus olhos depararam com um brilhante luzeiro no alto do Monte Cabeça. Ele, sem dúvidas nem medo, partiu em direção ao Célebre pico.

Chegando lá, ouviu o toque da sineta saindo da gruta, de onde saíam também, raios luminosos. Entrando na caverna viu, sobre as pedras, uma belíssima Imagem de Nossa Senhora, e a sineta presa a um galho, ao lado da Virgem, continuava a bater.

Voltando ao normal, João dirigiu-se à Mãe de Deus e perguntou: “fostes vós, ó minha Mãe, que pelo vosso influxo me atraístes à Vossa presença, para divulgar os Vossos desígnios? Se assim é, dizei-me o que devo fazer e a Vossa vontade será cumprida”.

E uma voz dulcíssima, que parecia vir do céu, falou-lhe assim: “Não temas, servo de Deus. Vai à cidade de Andujar e dizei a quantos encontrares que chegou o tempo de cumprir a vontade de Deus, fazendo construir neste lugar, um templo, onde hão de operar os prodígios em favor dos que acreditarem”.

João prometeu à Virgem Mãe de Deus, fazer tudo quanto Ela ordenara. Temendo que os habitantes de Andujar achassem que ele fosse um louco visionário ou impostor, recebeu de Nossa Senhora o SINAL: “Vai cristão venturoso! O testemunho de suas palavras será o teu braço perdido que eu te restituo”. Aquele mesmo braço que fora arrancado na guerra.


Juan não se conteve de tanta alegria, correu para o povoado para contar a boa nova do milagre e do pedido de Nossa Senhora. Todos ficaram maravilhados ao verem-no com o braço novamente em seu corpo.


João Rivas viu seu braço direito perfeitamente são. Ao clarear do dia, João Rivas, tendo à frente o Vigário e outras autoridades, foram ao Monte Cabeça, levaram a Imagem milagrosa para Andujar e foi aclamada Padroeira sob a invocação de Nossa Senhora da Cabeça.

Daí em diante, foram multiplicando-se os milagres operados por Deus, pela intercessão da Padroeira. Dentre os muitos milagres realizados, teve grande repercussão o que se deu em favor de um nobre senhor condenado à morte (cortar a cabeça), o qual fez voto de ir, se a Virgem o salvasse, depositar uma cabeça de cera aos pés da Sagrada Imagem.

Na hora da execução da pena de morte, a multidão em delírio, viu chegar o mensageiro do rei trazendo a graça ao condenado: “A Virgem o libertou!” O feliz agraciado cumpriu seu voto e é em recordação de tão extraordinário acontecimento que a partir daí, nos Santuários dedicados à Nossa Senhora da Cabeça, a Imagem dela é representada trazendo na mão direita, uma cabeça.
Manual do devoto, Confraria de Nossa Senhora da Cabeça da Catedral do Rio de Janeiro, pág. 10ss. Rio-1910).

No Brasil, desde 1910, Nossa Senhora da Cabela é venerada na Catedral do Rio de Janeiro.

Em 1948, o lojista Sr. Aristonides Afonso do Prado e sua esposa D. Maria Luiza, perdizenses, trouxeram do Rio de Janeiro, uma imagem de Nossa Senhora da Cabeça, para a cidade de Perdizes/MG, e juntamente com o Vigário, o Revmº. Pe. Henrique Oliver, fizeram a primeira festa em novembro de 1948, distribuindo a Oração da Novena. O motivo de tudo isso foi uma grave doença que padecia o Sr. Aristonides e da qual foi curado totalmente, em razão da promessa feita a Nossa Nossa Senhora da Cabeça.

Em 1966, assume a direção da Paróquia o Revmº Pe. Calimério Afonso Nunes, que deu continuidade à realização da Festa e procurou incentivar a devoção, vendo nela o melhor caminho de levar os fiéis até Jesus e seu Evangelho. Ele fixou todas as Quartas-feiras, Missa e Novena Perpétua, em favor dos doentes, e Nossa Senhora tem concedido muitas graças de curas de males físicos e espirituais.

O testemunho de todas estas graças se manifesta, nos mais variados objetos que são depositados no seu altar, e também nas cartas que chegam de todas as partes do Brasil, até onde chega o conhecimento desta devoção.

Hoje, com o objetivo de melhor atender aos devotos e romeiros que visitam a Imagem de Nossa Senhora da Cabeça, durante todo o ano, foram instituídos vários horários, com celebração Eucarística, novena e benção especial para os doentes. 

Como a Igreja Matriz se tornou pequena para acolher tantos devotos, sobretudo nas festas (mais de 20.000 romeiros, na última festa), está sendo construído um Santuário, no Bairro Ferreirinha, na parte mais alta da cidade, em terreno espaçoso, doado por um devoto e sua família.

Com a aprovação do Sr. Bispo Dom João Bosco Oliver de Faria e de todo o clero da Diocese de Patos de Minas, foi elaborada planta do Santuário de Nossa Senhora da Cabeça. Uma construção moderna, tendo Igreja espaçosa para acolher cerca de 1.000 pessoas assentadas, várias sacristias, sala de Ministros da Eucaristia, espaço para Coral, Capela do Santíssimo, Copa, escritório, sala para confissões, etc.

Na parte de baixo possui sala de Milagres, refeitório, banheiros, sala para Catequese, livraria, salão do peregrino, etc. Ampla passarela para visitação à Imagem, com escada contendo degraus conforme os cinco Mistérios do Terço.

Nossa Senhora da Cabeça, Rogai por nós!

Oração a Nossa Senhora da Cabeça


"Aqui estou, prostrado a vossos pés, ó Mãe do Céu e Senhora nossa. Tocai o meu coração a fim de que deteste sempre o pecado, e ame sempre a vida austera e cristã, que exiges de vossos devotos. Tende piedade das minhas misérias espirituais. E, ó Mãe terna, não vos esqueçais também das misérias que afligem o meu corpo e enchem de amargura a minha vida terrena. Dai-me saúde e forças para vencer todas as dificuldades que me opõe o mundo. Não permitais que minha pobre cabeça seja atormentada por males que me perturbem a tranqüilidade da vida. Pelos merecimentos de vosso Divino Filho, Jesus Cristo, e pelo amor a que ele consagrais, alcançai-me a graça que agora vos peço,(fazer o pedido), ai tendes, ó Mãe poderosa, a minha humilde súplica. Se quiserdes, ela será atendida. Nossa Senhora da Cabeça, rogai por nós. Amém."  


NOSSA SENHORA RAINHA - MÃE DA IGREJA


Nossa Senhora é aquela que do Céu reina sobre as almas cristãs, a fim de que haja a salvação


Instituída pelo Papa Pio XII, celebramos hoje, 22 de agosto, a Memória de Nossa Senhora Rainha, que visa louvar o Filho, pois já dizia o Cardeal Suenens: “Toda devoção a Maria termina em Jesus, tal como o rio que se lança ao mar”.

Paralela ao reconhecimento do Cristo Rei encontramos a realeza da Virgem a qual foi Assunta ao Céu. Mãe da Cabeça, dos membros do Corpo místico e Mãe da Igreja; Nossa Senhora é aquela que do Céu reina sobre as almas cristãs, a fim de que haja a salvação: “É impossível que se perca quem se dirige com confiança a Maria e a quem Ela acolher” (Santo Anselmo).

Nossa Senhora Rainha, desde a Encarnação do Filho de Deus, buscou participar dos Mistérios de sua vida como discípula, porém sem nunca renunciar sua maternidade divina, por isso o evangelista São Lucas a identifica entre os primeiros cristãos: “Maria, a mãe de Jesus” (Atos 1,14). Diante desta doce realidade de se ter uma Rainha no Céu que influencia a Terra, podemos com toda a Igreja saudá-la: “Salve Rainha” e repetir com o Papa Pio XII que instituiu e escreveu a Carta Encíclica Ad Caeli Reginam (à Rainha do Céu): “A Jesus por Maria. Não há outro caminho”.

Nossa Senhora Rainha, rogai por nós!

EVANGELHO DO DIA 13 JULHO 2017


quarta-feira, 12 de julho de 2017

EVANGELHO DO DIA 12 JULHO 2017


NOSSA SENHORA DAS DORES - APONTA-NOS PARA UMA VIDA NOVA



Nossa Senhora, aponta-nos para uma Nova Vida, não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do Amor

“Quero ficar junto à cruz, velar contigo a Jesus e o teu pranto enxugar!”


Assim, a Igreja reza a Maria neste dia, 15 de setembro,  pois celebramos sua compaixão, piedade; suas sete dores cujo ponto mais alto se deu no momento da crucificação de Jesus. Esta devoção a Nossa Senhora das Dores deve-se muito à missão dos Servitas – religiosos da Companhia de Maria Dolorosa – e sua entrada na Liturgia aconteceu pelo Papa Bento XIII.

A devoção a Nossa Senhora das Dores possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de Deus que encontramos as sete dores de Maria: o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria (de dor) o seu Coração Imaculado; a fuga para o Egito; a perda do Menino Jesus; a Paixão do Senhor; crucificação , morte e sepultura de Jesus Cristo.

Nós, como Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, a Santíssima Virgem participou ativamente da Redenção de Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do Amor.

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!


NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO


Hoje, 07 de outubro, a Igreja nos apresenta, Nossa Senhora do Rosário. O Rosário é uma forma de oração muito antiga, usada pelos cristãos dos primeiros tempos. Desde os monges do oriente, até os beneditinos e agostinianos, era costume contar as preces com pedrinhas. Aliás, foi um beneditino, o venerável Santo Beda, a sugerir que elas fossem enfileiradas em um cordão, para facilitar o transporte e manuseio. 

A prática da oração do Rosário, como conhecemos hoje, nasceu no início do século XVII e tornou-se de grande valia na solução de um problema relevante das novas Ordens de frades mendicantes, franciscanos e dominicanos, onde a maioria era de analfabetos. Nessa época, o Papa Inocêncio III decidiu colocar um fim à heresia albigense, instalada no sul da França. O pontífice enviou para lá dois sacerdotes, Diego de Aceber e Domingos de Gusmão. Como o primeiro teve morte súbita, a missão ficou por conta do segundo. Mas a questão foi resolvida com muita eficiência, pois ele acabou contando com uma forte aliada: a Virgem Maria. 


Diz a tradição que, em 1207, o então fundador da Ordem dominicana estava na cidade francesa de Santa Maria de Prouille inaugurando o primeiro convento feminino de sua congregação. Na capela desse convento, Nossa Senhora apareceu a Domingos de Gusmão e ensinou-lhe a oração do Rosário, para ser difundida como arma da fé contra todos os inimigos do cristianismo e também para a salvação dos fieis: “Quero que saiba que, a principal peça de combate, tem sido sempre o Saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério”. 

A partir daí a Ordem Dominicana se tornou a guardiã do Rosário, cujos missionários iniciaram a propagação do culto em todo o mundo. 


Outra intercessão de Nossa Senhora sob a força da oração do Rosário se deu no século XVI, quando os turcos muçulmanos pretendiam dominar a Europa. O papa Pio V convocou as nações católicas a unirem suas tropas e seguirem para Veneza, que há três anos lutava sozinha, impedindo o avanço do exército turco. E pediu para toda comunidade cristã rezar o Santo Rosário pedindo ajuda à Virgem Maria, nesse momento tão decisivo. No dia 7 de outubro de 1571, as tropas cristãs se uniram e houve a famosa batalha naval de Lepanto, nas águas da Grécia, sob domínio turco. Num combate de três horas, os cristãos venceram os muçulmanos, colocando um ponto final na ameaça turca à Europa pelo mar.


No ano seguinte, o mesmo papa Pio V, instituiu a festa a "Nossa Senhora da Vitória", para celebrar o Rosário e recordar o êxito obtido na batalha de Lepanto por intercessão de Maria Santíssima. A celebração ocorria em toda a cristandade, mas em datas diferente. Em 1913, o Papa Pio X fixou a data da celebração em 7 de outubro para toda a Igreja. A partir de 1960, com a reforma do calendário litúrgico, o papa João XXIII proclamou o novo título mariano para essa festa — Nossa Senhora do Rosário — e dedicou o mês de outubro ao Santo Rosário e às missões apostólicas.

O culto chegou às Américas através dos missionários dominicanos, vindos com as expedições colonizadoras, nas primeiras décadas do século XVI.


Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas – por isso Rosário – é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso Papa João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Virgem Santíssima em todas as suas aparições.
Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

terça-feira, 11 de julho de 2017

EVANGELHO DO DIA 11 JULHO 2017


NOSSA SENHORA APARECIDA - A NOSSA MÃEZINHA NEGRA PADROEIRA DO BRASIL


Um dos símbolos mais importantes e antigos do Brasil. Ela representa o nosso povo. Foi e continua sendo 
um grande personagem da nossa história.
                                                     
                                                                                                      Rodrigo Alvarez
                                                                                                    jornalista e autor do Livro Aparecida

Conheça um pouquinho da história da Santa Padroeira do Brasil.

APARIÇÃO
Segundo os relatos, a aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida ocorreu na segunda quinzena de outubro de 1717, quando Dom Pedro de Almeida, conde de Assumar e governante da capitania de São Paulo e Minas de Ouro, estava de passagem pela cidade de Guaratinguetá, no vale do Paraíba, durante uma viagem até Vila Rica.
O povo de Guaratinguetá decidiu fazer uma festa em homenagem à presença de Dom Pedro de Almeida e, apesar de não ser temporada de pesca, os pescadores lançaram seus barcos no Rio Paraíba com a intenção de oferecerem peixes ao conde. Os pescadores Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso rezaram para a Virgem Maria e pediram a ajuda de Deus. Após várias tentativas infrutíferas, desceram o curso do rio até chegarem ao Porto Itaguaçu. Eles já estavam a desistir da pescaria quando João Alves jogou sua rede novamente,  em vez de peixes, apanhou o corpo de uma imagem da Virgem Maria, sem a cabeça. Ao lançar a rede novamente, apanhou a cabeça da imagem, que foi envolvida em um lenço. Após terem recuperado as duas partes da imagem, a figura da Virgem Aparecida teria ficado tão pesada que eles não conseguiam mais movê-la. A partir daquele momento, os três pescadores apanharam tantos peixes que se viram forçados a retornar ao porto, uma vez que o volume da pesca ameaçava afundar as embarcações. Esta foi a primeira intercessão atribuída à santa.

INÍCIO DA DEVOÇÃO
Durante os quinze anos seguintes a imagem permaneceu na residência de Filipe Pedroso, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para orar. A devoção foi crescendo entre o povo da região e muitas graças foram alcançadas por aqueles que oravam diante da santa. A fama de seus supostos poderes foi se espalhando por todas as regiões do Brasil. Diversas vezes as pessoas que à noite faziam diante dela as suas orações, viam luzes de repente apagadas e depois de um pouco reacendidas sem nenhuma intervenção humana. Logo, já não eram somente os pescadores os que vinham rezar, mas também muitas outras pessoas das vizinhanças. A família construiu um oratório no Porto de Itaguaçu, que logo tornou-se pequeno para abrigar tantos fiéis.
Assim, por volta de 1734, o vigário de Guaratinguetá construiu uma capela no alto do morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. A capela foi erguida com a ajuda do filho de Filipe Pedroso, que não aprovava o local escolhido, pois considerava mais cômodo para os fiéis uma região próxima ao povoado.
Há relatos não confirmados de que no dia 20 de abril de 1822, em viagem pelo Vale do Paraíba, o então Príncipe Regente do Brasil, Dom Pedro I e sua comitiva, visitaram a capela e conheceram a imagem de Nossa Senhora Aparecida.
O número de fiéis não parava de aumentar e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (a atual Basílica Velha), sendo solenemente inaugurada e benzida em 8 de dezembro de 1888.

A COROA DE OURO E O MANTO AZUL
Em 6 de novembro de 1888, a princesa Isabel visitou pela segunda vez a basílica e ofertou à santa, em pagamento de uma promessa (feita em sua primeira visita, em 8 de dezembro de 1868), uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis, juntamente com um manto azul, ricamente adornado.

CHEGADA DOS MISSIONÁRIOS REDENTORISTAS
Em 28 de outubro de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da imagem para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas.

COROAÇÃO DA IMAGEM
A 8 de setembro de 1904, a imagem foi coroada com a riquíssima coroa doada pela Princesa Isabel e portando o manto anil, bordado em ouro e pedrarias, símbolos de sua realeza e patrono. A celebração solene foi dirigida por D. José Camargo Barros, com a presença do núncio apostólico, muitos bispos, o presidente da República Rodrigues Alves e numeroso povo. Depois da coroação o Santo Padre concedeu ao santuário de Aparecida mais outros favores: ofício e missa própria de Nossa Senhora Aparecida, e indulgências para os romeiros que vêm em peregrinação ao Santuário.

INSTALAÇÃO DA BASÍLICA
No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor, sagrada a 5 de setembro de 1909 e recebendo os ossos de São Vicente Mártir, trazidos de Roma com permissão do Papa.

A CIDADE DE APARECIDA
Em 17 de dezembro de 1928, a vila que se formara ao redor da igreja no alto do Morro dos Coqueiros, emancipou-se politicamente de Guaratinguetá e se tornou um município, vindo a se chamar Aparecida, em homenagem a Nossa Senhora, cuja devoção fora responsável pela criação da cidade.

A RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL
Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi proclamada Rainha do Brasil e sua Padroeira Principal em 16 de julho de 1930, por decreto do Papa Pio XI. A imagem já havia sido coroada anteriormente, em nome do Papa Pio X, por decreto da Santa Sé, em 1904.
Pela Lei nº 6 802, de 30 de junho de 1980, foi decretado oficialmente feriado o dia 12 de outubro, dedicando-se este dia à devoção. Também nesta lei, a República Federativa do Brasil reconhece oficialmente Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.

A ROSA DE OURO
Em 1967, ao completar-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário a "Rosa de Ouro", gesto repetido pelo Papa Bento XVI que ofereceu outra Rosa, em 2007, em decorrência da sua Viagem Apostólica ao país nesse mesmo ano, reconhecendo a importância da santa devoção.

BASÍLICA DE NOSSA SENHORA APARECIDA
Houve necessidade de um local maior para os romeiros, e em 1955 teve início a construção da Basílica Nova. O arquiteto Benedito Calixto a qual idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40m e a cúpula com 70m de altura.
Em 4 de julho de 1980 o Papa João Paulo II, em sua visita ao Brasil, consagrou a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, o maior santuário mariano do mundo, em solene missa celebrada, revigorando a devoção à Santa Maria, Mãe de Deus, e sagrando solenemente aquele grandioso monumento.

A IMAGEM
A imagem retirada das águas do rio Paraíba em 1717 mede quarenta centímetros de altura e é de terracota, ou seja, argila que após modelada é cozida num forno apropriado. Em estilo seiscentista, como atestado por diversos especialistas que a analisaram ,acredita-se que originalmente apresentaria uma policromia, como era costume à época, embora não haja documentação que comprove tal suspeita. A argila utilizada para a confecção da imagem é oriunda da região de Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. Quando recolhida pelos pescadores, estava sem a policromia original, devido ao longo período em que esteve submersa nas águas do rio. A cor de canela que apresenta hoje deve-se à exposição secular à fuligem produzida pelas chamas das velas, lamparinas e candeeiros, acesas por seus devotos.
Através de estudos comparativos, a autoria da imagem foi atribuída ao frei Agostinho de Jesus, um monge de São Paulo conhecido por sua habilidade artística na confecção de imagens sacras. Tais características incluem a forma sorridente dos lábios, queixo encravado, flores em relevo no cabelo, broche de três pérolas na testa e porte empinado para trás. O motivo pelo qual a imagem se encontrava no fundo do rio Paraíba é que, durante o período colonial, as imagens sacras de terracota eram jogadas em rios ou enterradas quando quebradas.

MILAGRES
Nesses quase trezentos anos de sua aparição, a imagem de Nossa Senhora Aparecida sofreu um atentado em 1978, no qual foi reduzida a quase 200 fragmentos, sendo totalmente restaurada por restaurados do MASP.
São relatados diversos milagres atribuídos a Nossa Senhora Aparecida, nesses quase trezentos anos de sua aparição.
Em 1748, o padre Francisco da Silveira, estava em missa realizada onde hoje é o município de Aparecida, quando escreveu uma crônica onde menciona a imagem de Nossa Senhora como "famosa por muitos milagres realizados". Na mesma crônica descreve que os peregrinos se locomoviam grandes distâncias para agradecer as graças alcançadas.
Um dos primeiros milagres atribuídos a Nossa Senhora ocorreu provavelmente em 1733, quando estando a noite serena, repentinamente as duas velas que iluminavam a Santa se apagaram. Houve espanto entre os devotos, e Silvana da Rocha, querendo acendê-las novamente, não conseguiu, pois elas acenderam por si mesmas. 
Em meados de 1850, um escravo chamado Zacarias, preso por grossas correntes, ao passar pela igreja onde se encontrava a imagem de Nossa Senhora Aparecida, pede ao feitor permissão para rezar. Recebendo autorização, o escravo se ajoelha diante de Nossa Senhora Aparecida e reza fervorosamente. Durante a oração as correntes milagrosamente soltam-se de seus pulsos, deixando Zacarias livre.
Um cavaleiro de Cuiabá, passando por Aparecida, ao se dirigir para Minas Gerais, viu a fé dos romeiros e começou a zombar, dizendo, que aquela fé era uma bobagem. Quis provar o que dizia, entrando a cavalo na igreja. Logo na escadaria, a pata de seu cavalo se prendeu na pedra da escada da igreja (Basílica Velha), vindo a derrubar o cavaleiro de seu cavalo, após o fato, a marca da ferradura ficou cravada da pedra. O cavaleiro arrependido, pediu perdão e se tornou devoto.
Por serem muito devotos de Nossa Senhora Aparecida, os membros da família Vaz de Jaboticabal - SP, rezavam e falavam muito sobre os acontecimentos referente à Nossa Senhora Aparecida. O casal desta família tinha uma menina que era cega de nascença e que sempre ouvia atentamente ao que falavam. A menina tinha uma vontade muito grande de ir até a Igreja. Naqueles tempos, onde tudo ainda era sertão, ficava muito difícil de se chegar até lá. Mas com muita dificuldade, fé e perseverança, mãe e filha da família Vaz de Jaboticabal - SP, chegaram às escadarias da Igreja, quando surpreendentemente a menina cega de nascença exclamou: "Mãe, como é linda esta Igreja!". Daquele momento em diante a menina que era cega de nascença passa a enxergar normalmente.
O pai e o filho foram pescar. Durante a pescaria, a correnteza estava muito forte e por um descuido o menino caiu no rio. O menino não sabia nadar, a correnteza o arrastava cada vez mais rápido e o pai desesperado pediu a Nossa Senhora Aparecida para salvar o menino. De repente o corpo do menino parou de ser arrastado, enquanto a forte correnteza continuava, e o pai salvou o menino.
 Um homem estava voltando para sua casa, quando de repente ele se deparou com uma onça. Ele se viu encurralado e a onça estava prestes a atacar, então o homem pediu desesperado a Nossa Senhora Aparecida por sua vida, e a onça foi embora.
Esses e muitos e muitos outros milagres são atribuídos a Nossa Senhora Aparecida. O importante disso tudo é que seus filhos nunca percam a fé na Mãe de Jesus e nossa Mãe, que aqui no Brasil se apresenta como Nossa Senhora Aparecida.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rogai por nós!

segunda-feira, 10 de julho de 2017

EVANGELHO DO DIA 10 JULHO 2017


MÃE RAINHA E VENCEDORA TRÊS VEZES ADMIRÁVEL DE SCHOENSTATT - ALIANÇA DE AMOR


Hoje, 18 de outubro, comemora-se a aliança de amor a Mãe Rainha e Vencedora Três vezes admirável de Schoenstatt. 

Movimento Apostólico Internacional de Schoenstatt é um movimento católico mariano fundado em Schönstatt, na Alemanha, em 18 de outubro 1914 pelo Padre José Kentenich.

Neste momento existem cerca de 200 santuários espalhados pelo mundo. Nas regiões de idioma português, 22 santuários são no Brasil (Santa Maria, Londrina, Jaraguá, São Paulo, Atibaia, Santa Cruz do Sul, Curitiba, Porto Alegre, Guarapuava, Itaára, Olinda (Recife), Santo Angelo, Rio de Janeiro, Brasilia, Cornélio Procópio, Poços de Caldas, Jacarezinho, Salvador, Araraquara, Belo Horizonte, Frederico Westphalen e Garanhuns) e 4 santuários são em Portugal (Lisboa, Porto, Aveiro e Braga).

Schoenstatt é um bairro da cidade de Vallendar, próximo de Coblença, às margens do Rio Reno, Alemanha, é o centro e origem mundial do Movimento. Diariamente, peregrinos do mundo inteiro vão ao Santuário Original, considerado um lugar mariano de graças.


Pe. José Kentenich, fundador do Movimento de Schoenstatt
As pessoas buscam em Schoenstatt orientação e renovação de forças para viver a sua fé Católica na vida diária; e "espalhar pelo o mundo o amor de Jesus". Schoenstatt originou-se com a Aliança de Amor que o Padre José Kentenich (1885 - 1968), fundador do movimento, selou, pela primeira vez no dia 18 de Outubro de 1914, com Maria. O Padre Kentenich passou vários anos no campo de Concentração de Dachau e seu amor pela Igreja foi duramente provado, em tempos de pouca compreensão hierárquica às novas correntes espirituais e vitais. Faleceu no dia 15 de Setembro, na Igreja da Adoração, localizada no Monte Schoenstatt, em 1968. Por meio da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt unem-se atualmente a Schoenstatt milhões de pessoas de mais de 90 países e presentes nos 5 continentes.

O Movimento, fundado pelo Padre Kentenich, tem como objetivo a renovação religiosa e moral do mundo, por meio da educação de homens novos. Com uma espiritualidade pedagogia própria, colabora para que as pessoas a consigam a sua auto-educação, a fim de melhorarem as suas vidas e a formarem-se autênticos missionários da fé, como pessoas fortes, livres e responsáveis.

O centro de espiritualidade do Movimento é o santuário da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, no qual Maria está presente como a grande educadora, com a missão de gerar novamente Cristo no coração de muitas pessoas. Ali ela oferece especialmente a graça do abrigo espiritual, da transformação interior e da frutuosidade no apostolado.

Sua organização abrange todos os estados de vida e todas as idades. Organizado em colunas: sacerdotes, famílias, mulheres e homens. Com graus diferentes de pertença ao Movimento, desde os Institutos Seculares com o contrato jurídico e a vivência dos Conselhos Evangélicos, até os peregrinos que temporariamente visitam o Santuário. São mais de 25 ramificações, formados por pequenos grupos, enlaçados pela Aliança de Amor.

Schoenstatt encontra também vitalidade nos jovens que, dadas as complexidades e as diferenças psicológicas entre os rapazes e as moças, se reúnem em dois ramos distintos: Juventude Feminina e Juventude Masculina de Schoenstatt.

Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, Rogai por nós!