segunda-feira, 18 de agosto de 2014

PREFERIMOS MORRER DO QUE ESCONDERMOS A NOSSA CRUZ!


Cristãos no Iraque: "Preferimos morrer do que esconder a nossa cruz!"

O povo cristão do Iraque está sendo torturado e morto caso não renuncie a sua fé em Jesus Cristo. E não estão renunciando. Então, estão morrendo por Jesus.

Todos são impedidos de assistirem a missa, de freqüentarem as igrejas, que estão sendo destruídas, e nem mesmo podem ser reconhecidos como cristãos. Mas não têm medo de serem mortos pela sua fé em Jesus.

Aí fico me perguntando, e nós aqui no Brasil? 

Ainda temos a possibilidade de declarar abertamente a nossa fé em Jesus Cristo. De freqüentarmos a igreja, as missas, enfim, ainda podemos manifestar publicamente que somos o Povo de Deus.

Mas, quantos de nós, fica com preguiça de ir a missa aos domingos?

Quantos, quando vão à missa, às vezes num grupo de amigos, têm vergonha de dizer que vão?

Quantos, se envergonham de andar com um crucifixo no pescoço e ser identificado como cristão, católico?

O que está acontecendo nesse mundo?

Enquanto alguns cristãos estão morrendo por defenderem a sua fé em Jesus Cristo, outros, têm vergonha de se declararem de Jesus!

Acho que chegou a hora de termos orgulho de mostrarmos  a todos que somos de Jesus, em solidariedade àqueles que estão morrendo pela sua fé em Cristo, e mais ainda, pela obrigação que temos de mostrarmos ao mundo não cristão de que o cristianismo está cada vez mais vivo e que Jesus é a salvação para todos. Mostrando aos que estão em dúvidas que vale a pena ser de Cristo.

Por isso convoco a todos os cristãos, do mundo todo, a começar pelos do meu país, o Brasil, a usarmos o crucifixo no pescoço, para fora da camisa, não como um simples adorno, mas de modo a que todos possam nos identificar como cristãos católicos e, nós, mostrarmos ao mundo que somos uma igreja unida pela fé e pela solidariedade aos nossos irmãos perseguidos em tantos lugares do mundo.

Uma vez São Francisco de Assis chamou os irmãos que estavam com ele para pregar na Praça. Saíram, deram uma volta na praça e voltaram. Então, um irmão o questionou dizendo que havia dado uma volta e não disse nenhuma palavra! "Irmão, disse Francisco, se a nossa vida não pregar, é em vão as nossas palavras! Temos que pregar o tempo inteiro, de vez em quando com palavras, mas com a vida sempre!!"

Não basta adotarmos a primeira letra "num" (a décima quarta do alfabeto árabe), que inicia a palavra "nazara" (isto é nazarenos, cristãos) nas redes sociais; pois isso atinge um pouco mais de 10% da população brasileira.

Devemos sim, usar o símbolo que identifica o cristão em todo o mundo, ou seja, o crucifixo. Que mostra que o único e verdadeiro Deus, se sacrificou por nós, morrendo numa cruz. E agora, como no início da história da nossa igreja, o povo de Deus está sendo perseguido novamente de forma covarde e impiedosa.
 Assim, temos que mostrar que Jesus não morreu à toa e que vivemos os seus ensinamentos e o seu amor, inclusive pelos nossos irmãos que sofrem.

Unidos pela fé! Usemos o nosso crucifixo a partir de hoje! Todos nós! Numa demonstração de amor e fé no Cristo!

ADOTE ESSA IDÉIA!

Temos que parar de ter vergonha de nos declararmos de Cristo! Pois Ele mesmo nos alertou em Lucas 9,26: "Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras, o Filho do Homem também se envergonhará dele quando vier na sua glória, na glória do Pai e dos santos anjos."


Deus abençoe a todos os cristãos do mundo, principalmente aqueles que estão sendo perseguidos por causa da sua fé em Jesus.

José Vicente Ucha Campos

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

CHEGADA DO PAPA FRANCISCO AO RIO DE JANEIRO PARA A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE - JMJRIO2013 - CERIMÔNIA DE BOAS VINDAS - 22/07/2013


Fonte: http://www.youtube.com/user/vatican

ELEIÇÃO DO CARDEAL JORGE MÁRIO BERGOGLIO COMO PAPA FRANCISCO - O 266.º PAPA - 13/03/2013


Fonte: http://www.youtube.com/user/vatican

IGREJA NO RIO REZA PELA PAZ NO IRAQUE


As paróquias do Rio de Janeiro vão rezar pela paz no Iraque e no mundo, incluindo o Rio de Janeiro, neste domingo, 17, em que se celebra a Assunção de Maria. A orientação partiu do arcebispo do Rio, cardeal Orani João Tempesta, nesta sexta-feira, 15. 
Leia abaixo a nota de Dom Orani : 
Em meio a tantas preocupações que marcam nossa vida, venho solicitar sua pastoral colaboração no sentido de juntos rezarmos pela aguda situação que os cristãos estão vivendo no Iraque. Como sabemos, trata-se de perseguição explicita em razão da fé que professam e, quando um irmão sofre, todos sofrem (cf 1 Cor 12,26).
Tenho consciência de que esta não é a única angustia a bater em nossas portas. Como pastores, sentimo-nos profundamente atingidos pelo sofrimento de qualquer membro do rebanho, esteja onde estiver. Não se trata, portanto, de escolher uma ou outra situação, ainda mais esta, onde somos muito diretamente afetados. Ao contrário, ao nos sentirmos atingidos pela perseguição "In odium fidei", preocupamo-nos igualmente por todas as situações em que a paz é destruída, os filhos e filhas de Deus não encontram alimento, moradia, segurança e tudo mais que é minimamente indispensável para uma vida digna. Onde houver um irmão sofrendo, é Cristo que esta sofrendo nele(cf Mt 25, 40).
Unido ao Santo Padre, em sua paternal solicitude, venho solicitar o empenho de todos os sacerdotes, diáconos e batizados para que, no próximo domingo, em que celebramos a Assunção de Maria, se reze pela paz naquela região do Iraque, mas também em todas as demais, inclusive em nosso querido Rio de Janeiro. Em anexo, encontram-se algumas sugestões, que a sua criatividade pastoral saberá aproveitar.
Uma certeza deve nortear nossas atitudes agora e sempre: todas essas angustias ofendem gravemente a Deus e a humanidade. Assim nos lembrou o Papa Francisco, no Angelus do ultimo domingo. Tenhamos, portanto, no coração suas palavras: “Não se pratica o ódio em nome de Deus! Não se faz guerra em nome de Deus!” Em nome do Deus Amor, praticam-se o amor, a solidariedade e a oração.


Rezemos, pois, em todas as igrejas e residências. Rezemos pelos irmãos do Iraque e por todas as demais angustias que vêm sobre a humanidade. Rezemos uns pelos outros e unamo-nos cada vez mais na busca das soluções que estiverem ao nosso alcance.

Sugestões para oração em 16 e 17 de agosto

Oração dos fiéis (No mesmo estilo literário das que constam da folha litúrgica A Missa)


Pai Santo, ouvi a prece que fazemos por nossos irmãos e irmãs perseguidos, violentados e mortos por crerem em vós e por amarem vosso Filho Jesus. Que, pela intercessão da bem aventurada virgem Maria, reinem a paz, a concórdia, o respeito, a liberdade religiosa e o bom senso.

Antes das conclusões, faz-se um momento de silêncio. Todos se ajoelham.


Antes da bênção final

O presidente da celebração, com estas ou outras palavras semelhantes, convida a assembléia a rezar:
P.  Irmãos e irmãs, o Santo Padre Francisco convocou toda a Igreja a rezar pelos que estão sendo perseguidos em razão de sua Fé. Conscientes de o sofrimento deles é também o nosso sofrimento, elevemos nossas preces, alargando-as para todas as demais situações em que a paz é destruída.
Todos rezam em silêncio por alguns instantes. Em seguida, seja por um único leitor, seja por repetição, reza-se:
Cristo, Redentor da humanidade, contigo, somos um povo de paz,contigo, buscamos a paz,a fraternidade e a reconciliação.
Tu, que ouves os gritos dos que sofrem, dos que são violentados e perseguidos, ajuda-nos a construir um mundo onde o respeito e a liberdade religiosa se fortaleçam, onde a fome, a guerra e todas as formas de ódio sejam superadas.
Não deixes que nossos corações se tornem indiferentes às lágrimas que brotam dos que enfrentam a morte, a expulsão e outras formas de violência em razão da fé que professam.


Maria, Senhora da Glória, Maria Senhora do Céu, Mãe de todos os povos, intercede a Deus por nós a fim de que sempre reconheçamos que, em cada pessoa que sofre, é teu Amado Filho, que ali está sofrendo.

Amém.
Antes das conclusões, faz-se um momento de silêncio. Todos se ajoelham.
Em seguida, se oportuno, canta-se a Oração de S. Francisco ou algum outro canto que evoque paz e solidariedade.
Fonte: ARQRIO

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

VISITA DO PAPA FRANCISCO À CORÉIA DO SUL

O PAPA FALA À PRESIDENTE DA CORÉIA DO SUL E AOS DEMAIS 
COMPONENTES DO GOVERNO SUL COREANO

A BELEZA DO TRABALHO MISSIONÁRIO DA IGREJA CATÓLICA

JESUS FALOU: 
"IDE E EVANGELIZAI TODOS OS POVOS..." 
(MATEUS 28,19)


ESSA É A MISSÃO DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

SOMOS TODOS MISSIONÁRIOS

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

VISITA DO PAPA FRANCISCO À CORÉIA DO SUL


Início da terceira Viagem Apostólica internacional de Papa Francisco. A partir de hoje (13/08/2014) até o dia 18, o Papa estará na Coreia do Sul, onde presidirá a Santa Missa de encerramento da VI Jornada da Juventude Asiática. Além da capital, Seul, o Papa Francisco visitará Daejeon, Solmoe, Haemi e Kkotongnae (Cotoné), onde beatificará Paul Yum Ji-Chung e 123 companheiros mártires.





Fonte: Rádio Vaticano

sábado, 9 de agosto de 2014

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

PAPA ACOMPANHA APREENSIVO SITUAÇÃO DRAMÁTICA DOS CRISTÃOS NO NORTE DO IRAQUE


Cidade do Vaticano (RV) – “O Santo Padre acompanha com viva preocupação as dramáticas notícias que chegam do norte do Iraque sobre uma população indefesa. Particularmente atingidas as comunidades cristãs: é um povo em fuga dos próprios povoados devido à violência que nestes dias está assolando e conturbando a região”. Palavras do Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, ao referir-se na manhã desta quinta-feira à reação do Papa Francisco às últimas notícias que chegam da Planície de Nínive.

Padre Lombardi recordou que no Angelus de 20 de julho o Santo Padre, com profunda dor, havia se referido à situação vivida pelos cristãos perseguidos, especialmente no Iraque: “os nossos irmãos são perseguidos, são expulsos, devem deixar suas casas sem ter a possibilidade de levar nada consigo. A estas famílias e a estas pessoas quero expressar a minha proximidade e a minha constante oração. Queridos irmãos e irmãs tão perseguidos, eu sei o quanto sofreis, eu sei que vocês são despojados de tudo. Estou convosco, na fé naquele que venceu o mal!”.



O Santo Padre, em vista dos recentes acontecimentos – acrescentou o jesuíta - “renova a sua proximidade espiritual a todos que estão atravessando esta dolorosa provação e une-se aos veementes apelos dos Bispos locais, pedindo junto a eles e por suas comunidades atribuladas, que suba incessante de toda a Igreja uma oração coral para invocar do Espírito Santo o dom da paz”.


“Sua Santidade dirige, outrossim, o seu urgente apelo à comunidade internacional para que tome medidas para colocar fim ao drama humanitário em andamento e atue para proteger a todos os que têm necessidade ou são ameaçados pela violência, além de assegurar as ajudas necessárias, sobretudo as mais urgentes, aos tantos deslocados, cuja sorte depende da solidariedade dos outros”, declarou o Padre Lombardi.

O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, recordou mais uma vez as palavras pronunciadas pelo Papa Francisco no Angelus de 20 de julho, quando faz um apelo à consciência de todos: “que o Deus da paz suscite em todos um autêntico desejo de diálogo e de reconciliação. A violência não se vence com a violência. A violência se vence com a paz! Rezemos em silêncio, pedindo a paz; todos, em silêncio….Maria Rainha da Paz, rogai por nós!”. 

De fato, na noite passada milhares de cristãos foram expulsos de suas casas nos povoados da Planície de Nínive, por homens do auto-proclamado ‘Califado Islâmico’. O Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Cardeal Fernando Filoni, declarou à Agência Fides que “os cristãos tiveram que abandonar tudo, até mesmo os calçados, e foram forçados a seguir - descalços - em direção ao Curdistão. A situação – continua o Cardeal – é desesperadora, pois em Irbil, capital do Curdistão, não existe a intenção de acolhê-los, porque não sabem como hospedar estas milhares de pessoas”.

Dom Filone explicou que as dramáticas notícias foram referidas pelas Irmãs caldéias Filhas de Maria Imaculada. “Estamos diante de uma grave situação humanitária. Estas pessoas foram abandonadas à própria sorte diante de uma fronteira fechada e não sabem para onde ir. Já são contados os primeiros mortos, três ou quatro jovens perderam a vida. É necessário intervir o quanto antes para ajudá-los”, conclui o Cardeal que lançou um apelo à Comunidade internacional.(JE)

Fonte: Rádio Vaticano