sábado, 7 de fevereiro de 2015

SÃO RICARDO - PADROEIRO DA FAMÍLIA


Hoje, 07 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, São RicardoExemplo de santidade para os filhos e todos que estavam a sua volta. Ricardo nasceu na Inglaterra, no século VII e teve três filhos que também foram reconhecidos pela Igreja como santos. Ao descobrir a sua vocação para a vida matrimonial, quis ser santo, mas também quis que seus filhos o fossem, formando uma família santa para Deus. Ele fez, diariamente, a sua opção, porque a santidade passa pela adesão da nossa liberdade. Somos livres, somos todos chamados a canalizar a nossa liberdade para Deus, o autor da verdadeira liberdade.
O santo inglês quis fazer uma peregrinação juntamente com os seus filhos chamados Winebaldo, Wilibaldo e Walberga. Mas, ao saírem da Inglaterra rumo à Terra Santa, passaram por Luca, norte da África, onde São Ricardo adoeceu gravemente e faleceu no ano de 722. Para os filhos, ficou o testemunho, a alegria do pai, a doação, o homem que em tudo buscou a santidade; não apenas para si, mas para os outros e para seus filhos. São Bonifácio, parente muito próximo, convocou os filhos de São Ricardo para a evangelização na Germânia. Que linda contribuição! Walberga tornou-se abadessa; Wilibaldo, Bispo e Winebaldo fundou um mosteiro. Todos eles, como o pai, viveram a santidade.
São Ricardo foi santo no seu tempo. De família nobre, viveu uma nobreza interior, que precisa ser a de todos os cristãos; aquela que muitos podem nem perceber, mas que Deus está vendo. Os frutos mais próximos que podemos perceber na vida desse santo são seus filhos que, assim como o pai, também foram santos. Ele quis ser santo e batalhou para sê-lo como Nosso Senhor Jesus Cristo foi, é e continuará sendo. Sejamos santos.
São Ricardo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

VATICANO - NO DIA 08 DE FEVEREIRO, "ACENDAMOS UMA LUZ CONTRA O TRÁFICO DE SERES HUMANOS"



Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Rezar e refletir contra o tráfico de seres humanos: esta é a finalidade do Primeiro Dia internacional de oração e reflexão contra o tráfico de pessoas, programado para 8 de fevereiro, sobre o tema: "Acenda uma luz contra o tráfico”. 

O Dia, que se celebra no dia da festa de Santa Josefina Bakhita, escrava sudanesa, libertada e que se tornou religiosa canossiana, canonizada em 2000, é promovida pelas Uniões internacionais femininas e masculinas dos Superiores/as Gerais (UISG e USG), e patrocinada pela Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, pelo Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes e pelo Pontifício Conselho da Justiça e da Paz.

As últimas estimativas publicadas pela Organização Internacional do Trabalho (OIL) em 2014 afirmam que no mundo existem cerca de 21 milhões de pessoas traficadas, e se estima que todos os anos se trafiquem de 700.000 a 2 milhões de pessoas.

Como explicou a Ir. Gabriella Bottani, SMC, na coletiva de imprensa de apresentação do Dia, somos convidados a rezar e a refletir para ver melhor o caminho a percorrer juntos; acabar com a escuridão causada por tudo aquilo que explora a vida para fins de lucro; oferecer esperança a quem vive o drama do tráfico, para que descubra que não está só; transformar mente e coração, rompendo a superficialidade e indiferença que impede reconhecer a outra pessoa como irmão e irmã; reencontrar a força de uma ação coletiva; reconhecer e remover as causas que impulsionam o tráfico de pessoas em todas as suas modalidades; amparar o nosso empenho em favor da liberdade e da dignidade da pessoa; viver a mística e a profecia da ação de Deus na história. 

Fonte: Agência Fides (04/02/2015)

SANTA ÁGUEDA - VIRGEM E MÁRTIR DOS PRIMEIROS SÉCULOS


Hoje, 05 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, Santa Águeda. Virgem e mártir, mesmo diante das dores e das humilhações ela foi firme em escolher Jesus como seu único Esposo.
Santa Águeda nasceu no século III numa família muito conhecida, em Catânia, na Sicília. Muito cedo, ela discerniu um chamado a Deus consagrando a sua virgindade ao Senhor, seu amado e esposo. A grande santa italiana foi uma jovem de muita coragem vivendo o Santo Evangelho na radicalidade num tempo em que o imperador Décio levantou contra o Cristianismo uma forte perseguição. Aqueles que não renunciassem ao senhorio de Cristo e não O desprezassem eram punidos com muitos sofrimentos até a morte.
Santa Águeda era consagrada ao Senhor, amava a Deus, mas foi pedida em casamento por um outro jovem. Claro, por coerência e por vocação, ela disse ‘não’. Esse jovem, que dizia amá-la, a denunciou às autoridades. Ela foi presa e injustamente condenada. Que terríveis sofrimentos e humilhações!
Ela sempre se expressava com muita transparência e dizia que pertencia a uma família nobre, rica, conhecida, mas tinha honra de servir a Nosso Senhor, o seu Deus. De fato, para os santos, a maior honra e a maior glória é servir ao Senhor.
Entregaram-na a uma mulher tomada pelo pecado, uma velha prostituta para pervertê-la, mas esta não conseguiu, pois o reinado de Cristo se dava no coração de Águeda antes de tudo. Então, novamente, como num gesto de falsa misericórdia, perguntaram-lhe: “Então, o que você escolheu, Águeda, para a salvação?”. “A minha salvação é Cristo”, ela respondeu.
Os santos passaram por muitas dificuldades, mas, em tudo, demonstraram para nós que é possível glorificar a Deus na alegria, na tristeza, na saúde, na dor.
Em 254 foi martirizada e se encontra na eternidade, com seu esposo, Jesus Cristo, a interceder por nós.
Santa Águeda, rogai por nós.
Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

AS REVELADORAS PALAVRAS DE JESUS À MADRE TERESA DE CALCUTÁ

© DR

As palavras de Jesus crucificado que tocaram o coração da 

Madre Teresa de Calcutá e a levaram a entregar sua vida 

aos mais necessitados



Apresentamos, a seguir, a reflexão da beata Madre Teresa de Calcutásobre as palavras de Jesus crucificado que ela escutou no fundo do seu coração no dia 10 de setembro de 1946 e que a levaram à dedicação a Deus e aos mais necessitados, que caracterizou o resto da sua vida:
 
É verdade. Estou à porta do seu coração, de dia e de noite. Ainda quando você não está escutando, ainda quando você duvida que possa ser eu, aqui estou, esperando o mais mínimo sinal que me permita entrar.
 
Quero que você saia que, cada vez que me convida, eu venho, sempre, sem falta. Venho em silêncio e invisível, mas com um poder e um amor infinitos, trazendo os muitos dons do meu Espírito.
 
Venho com a minha misericórdia, com meu desejo de perdoá-la e curá-la, com um amor que vai além da sua compreensão. Um amor em cada detalhe, tão grande como o amor que recebi do meu Pai.
 
Venho desejando consolá-la e dar-lhe forças, levantá-la e curar todas as suas feridas. Trago a minha luz, para dissipar sua escuridão e todas as suas dúvidas. Venho com o meu poder, que me permite carregá-la; com minha graça, para tocar seu coração e transformar a sua vida. Venho com a minha paz, para tranquilizar sua alma.
 
Eu a conheço como a palma da minha mão, sei tudo sobre você, contei até os cabelos da sua cabeça. Não há nada na sua vida que não tenha importância para mim. Eu a acompanhei ao longo dos anos e sempre a amei, até nos seus extravios. Conheço cada um dos seus problemas. Conheço suas necessidades e suas preocupações e, sim, conheço todos os seus pecados.
 
Mas quero lhe dizer novamente que te amo, não pelo que você fez ou deixou de fazer. Eu te amo por você mesma, pela beleza e pela dignidade que meu Pai lhe deu a criá-la à sua própria imagem.
 
É uma dignidade que você muitas vezes esqueceu, uma beleza que está ofuscada pelo pecado. Mas eu te amo como você é que derramei meu sangue para resgatá-la. Basta pedir com fé, que minha graça tocará tudo o que precisa ser mudado na sua vida: eu lhe darei a força para livrar-se do pecado e de todo o seu poder destruidor.
 
Sei o que existe no seu coração, conheço sua solidão e todas as suas feridas, as rejeições, as humilhações, pois carreguei tudo isso antes de você. E carreguei tudo por você, para que você pudesse compartilhar minha força e minha vitória. Conheço sobretudo sua necessidade de amor, sei como você está sedenta de amor e de ternura.
 
Você tem sede de amor? Eu a saciarei e a preencherei. Você tem sede de ser amada? Eu a amo mais do que você pode imaginar... a ponto de morrer por você na cruz.
 
Tenho sede de você. Sim, esta é a única maneira como posso descrever meu amor: tenho sede de você; Tenho sede de amá-la e de que você me ame. Venha a mim e eu preencherei seu coração, curarei suas feridas. Farei de você uma nova criatura e lhe darei paz, mesmo nas provações. Tenho sede de você.
 
Você nunca pode duvidar da minha misericórdia, do meu desejo de lhe perdoar, do meu anseio por abençoá-la e viver minha vida em você, e de que a aceito sem importar o que você fez. Tenho sede de você. Se você se sente desvalorizada aos olhos do mundo, não importa. Ninguém se interessa mais por você do que eu.
 
Tenho sede de você. Abra-se e venha a mim, tenha sede de mim, dê-me sua vida. Eu lhe darei provas de quão valiosa você é para o meu coração.
 
Você não percebe que o meu Pai já tem um plano perfeito para transformar sua vida a partir deste momento? Confie em mim.
 
Peça-me todos os dias que eu entre e que me encarregue da sua vida, e eu o farei. Prometo diante do meu Pai no céu que farei milagres na sua vida. Por que eu faria isso? Porque tenho sede de você. A única coisa que lhe peço é que confie completamente em mim. Eu farei todo o resto.



Desde agora, já vejo o lugar que o meu Pai lhe preparou no meu Reino. Lembre-se de que você é peregrina nesta vida. O pecado nunca poderá lhe satisfazer nem lhe dar a paz pela qual você anseia.
 
Tudo o que você buscou fora de mim só lhe deixou mais vazia. Então, não se prenda às coisas deste mundo, mas, sobretudo, não se afaste de mim quando você cair. Venha a mim sem demora, porque, quando você me dá seus pecados, também me dá a alegria de ser seu Salvador. Não há nada que eu não possa perdoar e curar, então venha agora e descarregue sua alma.
 
Não importa o quanto você andou sem rumo, não importa quantas vezes você me esqueceu, não importa quantas cruzes você carrega nesta vida; há algo que quero que você sempre recorde, e que nunca mudará: tenho sede de você, assim como você é. Você não precisa mudar nada para acreditar no meu amor; sua confiança nesse amor a fará mudar.
 
Você se esquece de mim e, no entanto, eu a busco em cada momento do dia e estou à porta do seu coração, chamando. É difícil de acreditar nisso? Então, veja a cruz, olhe para o meu coração que foi atravessado por amor a você.
 
Você não compreendeu minha cruz? Escute novamente as palavras que disse nela, pois lhe dizem claramente por que eu suportei tudo isso por você: "Tenho sede" (João 19, 28). Sim, tenho sede de você.
 
Durante toda a sua vida, desejei seu amor. Nunca deixei de buscá-lo e de ansiar pela sua correspondência. Você experimentou muitas outras coisas, na sua busca pro ser feliz. Por que não tenta agora abrir seu coração a mim, agora mesmo, mais do que antes?
 
Quando finalmente você abrir a porta do seu coração e se aproximar o suficiente, então me ouvirá dizer uma e outra vez, não em meras palavras humanas, mas em espírito: não importa o que você fez, eu a amo por você mesma. Venha a mim com a sua miséria e os seus pecados, com seus problemas e necessidades, com toda a sua vontade de ser amada. Estou à porta do seu coração e chamo. Abra-me, porque tenho sede de você.
 
(Publicado originalmente por Oleada Joven)

Fonte: Aleteia



SÃO JOÃO DE BRITO - UM GRANDE EVANGELIZADOR DA ÍNDIA


Hoje, 04 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, São João de Brito. Este mártir da nossa Igreja foi até as últimas consequências defendendo a fé que professava e ensinava em suas pregações.

Nasceu em Lisboa, Portugal, no ano de 1647. Seu pai, Salvador Pereira de Brito; sua mãe, D. Brites Pereira. No ano de 1640, seu pai foi enviado pelo rei Dom João IV para ser governador no Brasil, lugar onde faleceu. São João de Brito, com sua mãe e seus irmãos, ficaram na corte. Desde cedo, São João dava testemunho da busca de viver em Deus.
Com sua saúde fragilizada, certa vez os médicos chegaram a perder as esperanças, mas sua mãe, voltando-se para o céu em oração e intercessão, fez também uma promessa a São Francisco Xavier e o pequeno João recobrou a saúde milagrosamente.
São João passou um ano com uma batina, pois isso fazia parte do cumprimento da promessa; mais do que isso, Deus foi trabalhando a vocação em seu coração até que, com 15 anos apenas, ele entrou para a Companhia de Jesus.
Em 1673, foi ordenado sacerdote e enviado para evangelizar na Índia. Viveu em Goa, depois no Sul da Índia, onde aprofundou-se nos estudos e todo aquele lugar, toda aquela região conheceu o ardor deste apóstolo.
Homem que comunicava o Evangelho com a vida, ele buscava viver a inculturação para que muitos se rendessem ao amor de Deus num diálogo constante com as culturas, o que não quer dizer que sempre encontrou acolhimento.
Junto aos povos de Maravá, ele evangelizou e muitos foram batizados; mas, ao retornar desta missão, ele e outros catequistas acabaram sendo presos por soldados pagãos e anticristãos e fizeram de tudo para que este sacerdote santo renunciasse a fé, mas ele renunciou a própria vida e estava aberto para o martírio se fosse preciso. O rei chegou a condená-lo, mas um príncipe quis ouvir a doutrina que ele espalhava e muitos mudavam de vida, abandonavam os deuses e a conclusão daquele príncipe pagão era de que aquela doutrina era justa e santa. São João foi libertado junto com os outros.
Não demorou muito, por obediência, voltou para Portugal, mas o seu coração queria, de novo, retornar para a Índia e até mesmo ser mártir. Foi o que aconteceu.
Passado um tempo, após dar seu testemunho em vários colégios dos jesuítas, ser sinal para Portugal do quanto o amor a Cristo e à Igreja não pode ter medidas. Retornando à Índia, novamente evangelizando em Maravá, foi preso. Desta vez, até um príncipe pagão chegou a se converter. Mas o rei se revoltou, mandou prender aquele padre. No ano de 1693, ele foi degolado. Sofreu muito antes disso, mas tudo ofereceu por amor a Cristo e pela salvação das almas.
São João de Brito, modelo para todos nós de que o amor a Cristo, à Igreja e a salvação das almas não pode ter medidas.


São João de Brito, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

SÃO BRÁS - MÉDICO E PASTOR DAS ALMAS


Hoje, 03 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, São Brás. O santo de hoje nasceu na cidade de Sebaste, Armênia, no final do século III. São Brás, primeiramente, foi médico, mas entrou numa crise, não profissional, pois era bom médico e prestava um ótimo serviço à sociedade. Mas nenhuma profissão, por melhor que seja, consegue ocupar aquele lugar que é somente de Deus. Então, providencialmente, porque ele ia se abrindo e buscando a Deus, foi evangelizado. Não se sabe se já era batizado ou pediu a graça do Santo Batismo, mas a sua vida sofreu uma guinada. Esta mudança não foi somente no âmbito da religião, sua busca por Nosso Senhor Jesus Cristo estava ligada ao seu profissional e muitas pessoas começaram a ser evangelizadas através da busca de santidade daquele médico.
Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava se retirar. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele a encontrou em Cristo e na Igreja. Mas, na verdade, o Senhor o estava preparando, porque, ao falecer o bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo; não por gosto dele, mas por obediência.
Sucessor dos apóstolos e fiel à Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois cuidava dos fiéis na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.
São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar ao imperador, por saber da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que esse grande santo fez sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local.
São Brás foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Mas por amor a Cristo e à Igreja, preferiu renunciar à própria vida. Em 316, foi degolado.

São Brás foi um pastor muito querido pelos fiéis de sua grei. Durante o seu cativeiro, na escuridão do calabouço, obteve de presente de algum de seus amigos um par de velas, com as quais recebia luz e calor. Por isso, na representação iconográfica, o santo aparece portando duas velas.

A tradição da "Bênção de São Brás", ou "Bênção das gargantas", que se faz cruzando duas velas sobre as gargantas, se atribui a um milagre que o santo fez em vida, quando curou uma criança que morria engasgada com um osso na garganta.
Conta a história que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e Nosso Senhor curou aquela criança.
Peçamos a intercessão do santo de hoje para que a nossa mente, a nossa garganta, o nosso coração, nossa vocação e a nossa profissão possam comunicar esse Deus, que é amor.
São Brás, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

APROVAÇÃO DO PAPA FRANCISCO CHEGA A 90% NA ITÁLIA, MAIOR ÍNDICE DESDE 2009


Com atitudes que quebram o protocolo do Vaticano e surpreendem até os católicos menos conservadores, o papa Francisco tem aumentado sua popularidade com níveis que chegam a 89,6%, de acordo com um estudo divulgado nesta sexta-feira (30/01) pelo Instituto Italiano de Estudos Políticos, Econômicos e Sociais (Eurispes). No ano passado, o índice era de 87,1%.
Com isso, Francisco conseguiu elevar a confiança na Igreja Católica, atingindo patamares inalcançáveis desde 2009. Entre os jovens de 18 a 24 anos, a aprovação de Francisco saltou de 27% para 51%. Na faixa etária de 25 a 34 anos, a popularidade do Pontífice subiu de 34% para 53%.
Na divisão por status social, 77,3% dos viúvos admiram o Papa, seguidos pelos casados (69%) e pelos divorciados (63,3%), aos quais Francisco tem pedido aberturas e aceitação por parte da Igreja. De acordo com o instituto, que é da Itália, a maioria da população do país também acredita que o Papa está dando novos ares à Igreja e que levará o catolicismo ao Terceiro Milênio.
Fonte: Comunidade Shalom/Blog Carmadélio

SÃO CORNÉLIO - O PRIMEIRO BISPO DE CESARÉIA


Hoje, 02 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, São CornélioCornélio foi um dos primeiros bispos da nossa Igreja e um dos principais responsáveis pela evangelização de estrangeiros. Encontramos, nos Atos dos Apóstolos, este exemplo de entrega. No capítulo 10, nós assim ouvimos da Palavra de Deus: “Havia em Cesareia um homem por nome Cornélio. Centurião da corte que se chamava Itálica, era religioso; ele e todos de sua casa eram tementes a Deus. Dava muitas esmolas ao povo e orava constantemente” (At 10,1-2).
Diante dessa espiritualidade que Cornélio possuía, Deus o visitou por meio de um anjo, que lhe indicou São Pedro. Este, que também teve uma visão, foi à casa de Cornélio. Foi aí que aconteceu a abertura da Igreja para a evangelização dos pagãos, dos estrangeiros. No outro dia, Pedro chegou em Cesareia. Cornélio o estava esperando, tendo convidado seus parentes e amigos mais íntimos. Não somente ele queria encontrar-se com o Senhor, como também queria o mesmo para todos os seus parentes e amigos.
Cornélio ouviu da boca do primeiro Papa da Igreja: “Deus me mostrou que nenhum homem deve ser considerado profano ou impuro” (At 10,28). Assim, São Pedro começou a evangelizar e, de repente, no versículo 44: “Estando Pedro, ainda a falar, o Espírito Santo desceu sobre todos que ouviam a (santa) Palavra. Os fiéis da circuncisão, que tinham vindo com Pedro, profundamente se admiraram vendo que o dom do Espírito Santo era derramado também sobre os pagãos; pois eles os ouviam falar em outras línguas e glorificar a Deus. Então Pedro tomou a palavra: ‘Porventura pode-se negar a água do batismo a estes que receberam o Espírito Santo como nós? E mandou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Rogaram-lhe então que ficasse com eles por alguns dias” (At 10,44-48).
São Cornélio tornou-se o primeiro bispo em Cesareia. Homem religioso e de oração, Deus pôde contar com ele para a maravilhosa obra que chega até nós nos dias de hoje. Pela docilidade de muitos, como São Cornélio, o Santo Evangelho se faz presente em nosso meio. Peçamos a intercessão de São Cornélio para que busquemos cada vez mais o Senhor.
São Cornélio, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

domingo, 1 de fevereiro de 2015

SANTA VERIDIANA - UMA PEREGRINA DA IGREJA


Hoje, 01 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, Santa Veridiana. Era conhecida pela sua compaixão para com os mais pobres, oferecendo-lhes tudo que podia. Além das práticas de penitência que oferecia através de peregrinações.
Nasceu em Florença, em 1182, numa família nobre que respeitava as opções de Veridiana com relação a Deus. É, portanto, contemporânea de São Francisco de Assis, que segundo a tradição visitou-a em 1221 admitindo-a na Ordem Terceira.Ela trabalhou com um tio comerciante e o ajudou a administrar seus negócios, mas percebeu que sua vocação era muito mais do que administrar; era deixar que o próprio Deus cuidasse dela e de sua história.
Jovem de oração, de penitência e contemplação, priorizou a vontade do Senhor, por isso chegou a um ponto em que deixou tudo para seguir a vontade de Deus, trabalhando e servindo-O por meio dos pobres e peregrinos.
Na época em que administrava o comércio do tio, já ajudava os pobres. Mas, agora, ela se doava para os seus irmãos mais necessitados. Ficou gravemente ferida, quando, ao fazer uma peregrinação pelos túmulos de São Pedro e São Paulo, foi a pé e descalça pedindo esmolas. Santa Veridiana ofereceu todos esses seus sacrifícios pela conversão das pessoas.
Às vezes a Providência divina ajudou-a com milagres. Conta-se que certo dia seu tio, após haver acumulado grande quantidade de víveres, vendeu-os por alto preço por causa da carestia. Quando o comprador chegou o celeiro estava sem nada. Veridiana havia dado aos pobres. O tio enfureceu-se. Pediu ao comprador um prazo de 24 horas. No dia seguinte, o celeiro foi encontrado miraculosamente cheio. Veridiana foi em peregrinação ao túmulo de são Tiago de Compostela e Roma eram grande metas dos peregrinos após a perda da Terra Santa. De volta a Castelfiorentino sentiu maior desejo de solidão e penitência. Seus conterrâneos para conservá-la próxima deles, edificaram-lhe uma cela, perto do oratório de santo Antônio, onde a santa ficou por 34 anos. Por uma janelinha assistia à missa, falava com as visitas e recebia o escasso alimento para não morrer de fome. 
Uma mulher possuída pelo Espírito Santo, foi dócil à vontade de Deus e viveu o restante de sua vida acamada, enferma, oferecendo-se ao Senhor, aconselhando muitas pessoas e intercedendo por todos. Seus alimentos eram pão e água.
Mulher penitente e feliz, viveu até os 60 anos de idade consumindo-se de amor a Deus para o bem dos irmãos.
Santa Veridiana, neste tempo marcado pelo hedonismo e pela busca desenfreada por prazeres, nos aponta, denuncia que não é este o caminho da felicidade, mas apenas um: Nosso Senhor Jesus Cristo.
Peça a intercessão dessa santa para que todos possam, na oração, na penitência, na doação ao irmão, encontrarmos a verdadeira felicidade.

Conta-se que sua santa morte, 1º de fevereiro de 1242, foi anunciada pelo repicar improviso e simultâneo dos sinos de Castelfiorentino sem que ninguém tivesse tocado. O culto de Santa Veridiana, representado com os hábitos da congregação Vallombrosana, foi aprovado por Clemente VII no ano de 1533 e ainda é muito popular na Toscana.
Santa Veridiana, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova/Cléofas

sábado, 31 de janeiro de 2015

SÃO JOÃO BOSCO - UM HOMEM VOLTADO PARA O CÉU - AMIGO DOS JOVENS


Hoje, 31 de janeiro, a Igreja nos apresenta, São João Bosco. São João nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas 2 anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento que teve. Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”.
Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve que sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Com 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver, necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos devido à sua ousadia e à sua docilidade ao Divino Espírito Santo.
Dom Bosco, criador dos oratórios; catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu e, por isso, enraizado com o sofrimento humano, especialmente, dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso que Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.
Para a Canção Nova, para a Igreja e para todos nós, é um grande intercessor, porque viveu a intimidade com Nosso Senhor. Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel a Nosso Senhor Jesus Cristo.
Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu. Mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão.
São João Bosco, rogai por nós!


Quer conhecer mais da história de São João Bosco? Acesse:


Fontes: Canção Nova / Inspetoria Salesiana São Pio X

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

15 CURIOSIDADES SOBRE A IGREJA CATÓLICA

Jeffrey-Bruno

Alguns fatos interessantes que talvez você não conheça



1. A Igreja incentiva os católicos a fazerem algum ato de penitência em todas as sextas-feiras do ano, não apenas nas sextas-feiras da Quaresma. As conferências episcopais de cada país fazem as suas sugestões, mas a mais comum é a abstenção de carne.

2. Em matéria de abstenção de carne, o peixe não conta: portanto, comer peixe é liberado para os católicos mesmo em dias de jejum e abstinência. Por outro lado, há pessoas que evitam nesses dias quaisquer alimentos derivados de animais, como leite e ovos, mas não há nenhuma restrição formal da Igreja a este respeito.

3. Os fiéis ficam isentos de jejuar ou de abster-se nas solenidades. Mesmo na Quaresma, se a solenidade de São José cair em uma sexta-feira, não há obrigatoriedade de guardar jejum. Já os dias de festa litúrgica não têm o mesmo peso dos dias de solenidade litúrgica; por isso, prepare os peixes para a festa da Cátedra de São Pedro! Ficou curioso para saber a diferença entre as festas e as solenidades? Quando conhecemos melhor os detalhes da nossa liturgia, dá mais vontade de prestar atenção a ela, não dá?
 
4. Cada pessoa só pode conseguir indulgências para ela mesma ou para a alma de alguma pessoa já falecida. Não podemos “transferir” indulgências para outras pessoas vivas.
 
5. Dos 35 Doutores da Igreja, 4 são mulheres. Isto pode até não impressionar você, mas repare que, por exemplo, dos 43 presidentes dos Estados Unidos, tidos como o país que mais propaga a democracia e a igualdade no mundo, zero foram mulheres! De todos os Doutores da Igreja, a mais “recente” é uma mulher: uma freira do século XIX, época em que a maioria das faculdades nem sequer admitia mulheres. Mesmo assim, há muitos “pregadores laicos” que não se cansam de acusar a Igreja católica de “odiar as mulheres”.

6. Todas as vestes litúrgicas dos sacerdotes católicos têm um significado específico. É por isso que, para citar um exemplo, a casula, que simboliza o amor, é usada por cima da estola, que simboliza a autoridade. Afinal, “por cima de tudo, o amor” (cf. Colossenses 3,14).

7. O tempo mínimo de participação na missa que a Igreja pede a todo católico equivale a mais ou menos 0,65% da nossa vida. Se formos à missa em todas as celebrações de preceito (e apenas nelas), o nosso “tempo total de missa” ficará em torno de 57 horas por ano. Bem que poderíamos dar a Deus um pouco mais do que isso, não poderíamos?
 
8. Em alguns países, as palmas ou ramos de oliveira usados no Domingo de Ramos são queimados para produzir as cinzas da Quarta-Feira de Cinzas. Em outros países, as pessoas guardam os ramos abençoados em casa, como sacramentais cujo caráter simbólico evoca esperança, vitória e vida. Em várias regiões do Brasil, faz parte da piedade popular queimar esses ramos durante ocasiões de perigo, particularmente tempestades, para recordar a esperança na proteção de Deus.

9. Nenhum cientista conseguiu apresentar uma explicação satisfatória para a origem da imagem estampada no tecido do Santo Sudário de Turim. A datação do sudário por carbono, que concluiu que a peça seria medieval e não do tempo de Cristo, é questionada inclusive por cientistas. Além disso, nem sequer a tecnologia do século XXI conseguiu reproduzir as peculiaridades únicas da imagem tal como ela foi estampada, inexplicadamente, no tecido.

10. Lutero só rejeitou os livros deuterocanônicos depois que um adversário dele mostrou que o purgatório é um conceito bíblico, usando justamente um livro deuterocanônico. Após este episódio, Lutero começou a excluir alguns livros da Bíblia, mas não conseguiu eliminar todos os que pretendia, como Hebreus, Tiago, Judas e o Apocalipse.

11. A teoria do Big Bang foi concebida por um padre católico. Todo mundo riu dele: "Ah, católicos bobos, sempre achando que o universo teve um começo!". Além de sacerdote, ele era físico. O papa Francisco não disse nenhuma novidade quando afirmou, recentemente, que a Igreja católica aceita a evolução. Faz muitas décadas que a Igreja reconhece o fato evolutivo e o considera compatível com um Deus criador. O que a Igreja não reconhece é que todo o universo tenha surgido por obra do mero acaso e sem nenhuma finalidade. A declaração do papa Francisco, no entanto, foi divulgada como “grande novidade” por certa parcela da mídia.
 
12. Religiosos católicos também participaram de descobertas e criações como o método científico, a genética e o sistema universitário. Mesmo assim, há que teime em acusar a Igreja de odiar a ciência, a educação intelectual e o progresso técnico e tecnológico.
 
13. Pelo menos três papas foram hereges: Libério, Silvério e Honório I. Mas nenhum deles caiu em heresia durante o período de seu papado.
 
14. A primeira leitura nas missas de domingo é sempre escolhida com base na sua relação com o evangelho do dia. Já a segunda leitura não precisa ter necessariamente uma ligação direta com a primeira ou com o evangelho.
 
15. Se você ler 8 parágrafos do catecismo da Igreja católica por dia, vai conseguir ler e refletir sobre o catecismo inteiro antes do fim do ano. Que tal considerar esta dica como um desafio e começar hoje mesmo?
Por: Meg Hunter-Kilmer

Fonte: Aleteia

MÃE DE BISPO RECÉM NOMEADO PELO PAPA FRANCISCO OUVIU DO MÉDICO ANTES DELE NASCER: "VOCÊ PRECISA ABORTAR, SEU FILHO VAI SER UM MONSTRO"


Ele sugeriu o aborto. Ela respondeu: É meu filho e nós vamos 

aceitar o que Deus nos enviar


No  dia 11 de outubro de 2014, o papa Francisco nomeou dom Andrew Cozzens como o novo bispo auxiliar de St. Paul, Minneapolis, nos Estados Unidos. É uma das tantas nomeações que o santo padre faz e que poderia ter passado despercebida se não fosse pelo fato de que a mãe do novo bispo, dona Judy, narrou a história da sua gravidez para o jornal The Catholic Spirit, revelando que Andrew teria sido abortado se ela tivesse ouvido os conselhos do próprio médico.

Ela não ouviu. E a história de Andrew não passou despercebida. Ele foi ordenado sacerdote em 1997, aos 28 anos, e agora é professor de Teologia Sacramental e responsável pela liturgia no seminário diocesano.

Quando estava grávida de cinco meses de Andrew, seu segundo filho, Judy começou a sentir dores que atribuiu inicialmente a um vírus pego no colégio onde dava aulas. Como as dores continuaram, ela pensou que podia ser um parto prematuro e correu para o hospital, acompanhada do marido, Jack. Conseguiram controlar a situação, mas, no dia seguinte, ao visitá-la, o médico afirmou: ”O seu feto é deformado. Você não pode continuar esta gestação”. Judy respondeu na hora: “O que você quer dizer? Ele é meu filho!”.

“Não, eu acho que você não está me entendendo”, insistiu o doutor. ”O que você está carregando no útero é um monstro e você não pode continuar esta gravidez”. A mãe replicou: “Ele é meu filho e nós vamos aceitar o que Deus nos enviar”. O médico se recusou a continuar a atendê-la. A família teve que encontrar outro médico para acompanhar a gestação.

Andrew nasceu perfeitamente normal, a não ser por um eczema que afetava todo o seu corpo. Ele teve alergias que o incomodaram durante dois anos e provocaram uma asma crônica, que o acompanha até hoje.

Foi essa asma, em parte, que o levou a descobrir a vocação de entrega a Deus, quando tinha apenas 4 anos de idade.

Durante uma internação hospitalar em que precisou de respiração artificial, o pequeno Andrew olhou para o médico que tomava conta dele e disse:  “Pode ir dormir na sua cama. Vai ficar tudo bem comigo. Eu vou crescer e vou me dedicar às coisas de Deus”.

O médico ficou perplexo e, conversando depois com Jack e Judy, contou-lhes que estava perdendo a fé em Deus por causa de um processo de divórcio muito doloroso, mas que as palavras do pequeno Andrew o tinham ajudado.

A vocação do menino foi se assentando graças também à amizade da família com um sacerdote de Denver, cidade onde viveram durante uma temporada para tratar do filho num centro especializado em asma.

Andrew leva hoje uma vida perfeitamente normal como adulto e como sacerdote. Com algumas peculiaridades, é claro: a exemplo do pai, ele também se tornou montanhista.

Fonte: zenit.org

SANTA JACINTA MARESCOTTI - VIDA DE ORAÇÃO, POBREZA E CASTIDADE


Santa Jacinta Marescotti, mestra das noviças, empenhou-se na vida de oração, de pobreza, de castidade e vivência da regra

Hoje, 30 de janeiro, a Igreja comemora Santa Jacinta Marescotti. Jacinta nasceu em Roma, em 1585, dentro de uma família muito nobre, religiosa, com posses, mas que possuía, principalmente, a devoção, o amor acima de tudo. Seus pais faziam de tudo para que os filhos conhecessem Jesus e recebessem uma ótima educação.

Jacinta Marescotti que, então, tinha como nome de batismo Clarisse, foi colocada num convento para a sua educação, numa escola franciscana, juntamente com as irmãs. Uma das irmãs dela já era religiosa franciscana.

Crescendo na educação religiosa, com valores. No entanto, a boa formação sempre respeita a liberdade. Já moça e distante daqueles valores por opção, ela quis casar-se. Saiu da vida religiosa, começou a percorrer caminhos numa vida de pecados, entregue à vaidade, à formosura e aos prazeres. Enfim, ia se esvaziando. Até que outra irmã sua veio a se casar. Sua reação não foi de alegria ou de festa, pelo contrário, com inveja e revolta ela resolveu entrar novamente na vida religiosa.

A consequência foi muito linda, porque ao entrar nesse segundo tempo, ela voltou como estava: vazia, empurrada por ela própria, pela revolta. Lá dentro, ela foi visitada por sofrimentos. Seu pai, que tanto ela amava e que lhe dava respaldo material, faleceu, foi assassinado. Ela pegou uma enfermidade que a levou à beira da morte. Naquele momento de dor, ela pôde rever a sua vida e perceber o quanto Deus a amava e o quanto ela não correspondia a esse amor.

Arrependeu-se, quis confessar-se e o sacerdote foi muito firme, inspirado naquele momento a dizer: “Eu só entro para o sacramento da reconciliação se sair, do quarto dela, tudo aquilo que está marcado pelo luxo e pela vaidade”. Até as suas vestes eram de seda, diferente das outras irmãs. Ela aceitou, pois já estava num processo de conversão. Arrependeu-se, confessou-se e, dentro do convento, começou a converter-se.

Jacinta Marescotti de tal forma empenhou-se na vida de oração, de pobreza, de castidade e vivência da regra que tornou-se, mais tarde, mestra de noviças e superiora do convento.

Deus faz maravilhas na vida de quem se deixa converter pelo Seu amor.

Santa Jacinta Marescotti, rogai por nós!