sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

SÃO MARTINIANO - O JOVEM EREMITA

São Martiniano foi capaz de converter muitos que o procuravam e ser instrumento de muitos milagres

Hoje, 13 de fevereiro, a igreja comemora São Martiniano. Nasceu no século IV, em Cesareia, na Palestina. Muito jovem, discerniu sua vocação à vida de eremita; retirou-se a um lugar distante para se entregar à vida de sacrifício e de oração pela salvação das pessoas e também pela própria conversão. Ele vivia um grande combate contra o homem velho, aquele que tem fome de pecado, que é desequilibrado pela consequência do pecado original que atingiu a humanidade que todos nós herdamos. Mas foi pela Misericórdia, pela força do Espírito Santo que ele se tornou santo.
Sua fama foi se espalhando e muitos procuravam Martiniano. Embora jovem, ele era cheio do Espírito Santo para o aconselhamento, a direção espiritual, até apresentando situações de enfermidades, na qual ele clamava ao Senhor Jesus pela cura e muitos milagres aconteciam. Através dele, Jesus curava os enfermos.
Homem humilde, buscava a vontade de Deus dentro deste drama de querer ser santo e ter a carnalidade sempre presente. Aconteceu que Zoé, uma mulher muito rica, mas dada aos prazeres carnais e também às aventuras com um grupo de amigos, fez uma aposta de que levaria o santo para o pecado. Vestiu-se com vestes simples, pobres, pediu para que ele a abrigasse por um dia. Eles dormiram em lugares distantes, mas ela, depois, vestiu-se com uma roupa bem sedutora e foi ser instrumento de sedução para Martiniano. Conta-nos a história que ele caiu na tentação.
Os santos não foram homens e mulheres de aço, pelo contrário, ao tomar consciência daquele pecado, ele se prostrou, arrependeu-se, penitenciou-se, mergulhou o seu coração e a sua natureza na misericórdia de Deus. Claro que o Senhor o perdoou.
Só há um pecado que Deus não perdoa: aquele do qual não somos capazes de nos arrepender.
São Martiniano arrependeu-se e retomou o seu propósito. Ele foi um instrumento de evangelização para aquela mulher que, de tal forma, também acolheu a graça do arrependimento, entrou para a vida religiosa e consagrou-se, fazendo parte do mosteiro das religiosas de Santa Paula e ali se santificou.
O santo, depois, foi para uma ilha; em seguida para Atenas, na Grécia, e, no ano 400, partiu para a glória tendo recebido os sacramentos.
Santo não é aquele que “nunca pecou”. A oração, a vigilância e o mergulho da própria miséria na Misericórdia Divina é o que nos santifica.
São Martiniano, rogai por nós!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

IGREJA ADMINISTRA 115.352 INSTITUIÇÕES DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA NO MUNDO



E isso é só um detalhe dentro de toda a missão da Igreja na sociedade

Celebra-se neste 11 de fevereiro o XXIII Dia Mundial do Enfermo, instituído por João Paulo II em 1992. O Papa Francisco convida a meditar sobre o tema deste ano - “Eu era os olhos do cego e os pés do coxo” (Jó 29,15) - na perspectiva da “sapientia cordis”, a sabedoria do coração.

Na mensagem, o Santo Padre destaca “a absoluta prioridade da saída de si próprio para o irmão, como um dos dois mandamentos principais que fundamentam toda a norma moral e como  o sinal mais claro para discernir sobre o caminho de crescimento espiritual em resposta à doação absolutamente gratuita de Deus (EG, 179). Da natureza missionária da Igreja brotam inevitavelmente ‘acaridade efetiva para com o próximo, a compaixão que compreende, assiste e promove”.

Segundo revelam os dados do último “Anuário Estatístico da Igreja”, publicado pela Agência Fides por ocasião da Jornada Missionária, os Institutos sanitários, de assistência e beneficiência administrados pela Igreja em todo o mundo são 115.352, compreendendo:

5.167 hospitais (a maior parte na América, 1.493 e 1.298 na África);

17.322 dispensários, a maior parte na África, 5.256, América 5.137 e Ásia 3.760;

648 leprosários distribuídos principalmente na Ásia (322) e África (229);

15.699 casas para idosos, doentes crônicos e deficientes, a maior parte na Europa (8.200) e América (3.815);

10.124 orfanatrófios, principalmente na Ásia (3.980) e América (2.418);

11.596 jardins da infância, a maior parte na América (3.661) e Ásia (3.441);

14.744 consultores matrimoniais, distribuídos na maior parte no continente americano (5.636) e Europa (6.173);

3.663 centros de educação e re-educação social, além de 

- 36.386 instituições de outros tipos.
sources: News.va

SANTA EULÁLIA - MÁRTIR E VIRGEM ESPANHOLA


Hoje, 12 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, Santa Eulália. Virgem e mártir, viveu no século III em Barcelona. Educada e muito bem formada pela sua família cristã, desde pequena ela buscou o relacionamento com Deus e a fuga do pecado. Era uma pessoa muito sociável, gostava de brincar com as amigas da mesma idade, mas sempre fugia da vaidade. Mesmo com a pouca idade, teve a coragem de testemunhar o amor a Deus até as últimas consequências.
Santa Eulália amava Jesus Cristo acima de tudo e O amou em todos os momentos, inclusive na dor. Aconteceu que, por parte do terrível Deocleciano, a perseguição aos cristãos chegou na Espanha. Os pais da santa decidiram viajar para fugir dessa perseguição, mas Eulália foi até o governador a fim de denunciar, com a sua pouca idade, a injustiça que estava sendo cometida contra os cristãos. O governador, diante daquela ousadia, quis que ela apostatasse da fé, ou seja, que adorasse outros deuses para que ficasse livre do sofrimento. No entanto, ela deixou claro que o seu Senhor, o Rei dos reis, o Senhor de todos os dominadores, é Jesus Cristo.
O ódio daquele governador e a maldade contra uma menina, fez com que ela fosse queimada com ferro e fogo, mas, durante tanto sofrimento, o seu testemunho era este: “Agora, vejo em mim as marcas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo”.
Para nós, hoje, ela é um exemplo de ousadia. Com pouca idade, com muito amor e uma fé adulta, não renunciou a Jesus em meio ao sofrimento. Ela morreu queimada, mas antes, cheia do fogo de Deus. Por isso, se encontra na glória a interceder por todos nós para que a nossa vida cristã busque, constantemente, a santidade na alegria e na paz, mas também no sofrimento e na perseguição. É momento de reconhecer que a nossa força é o Espírito Santo.
Santa Eulália, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

OS MILAGRES DE LOURDES - A CIÊNCIA PODE EXPLICAR ?


Qual é a postura da ciência com relação às curas extraordinárias que acontecem em Lourdes?



Os milagres devem curar tanto o corpo quanto a alma

O papel dos cientistas especialistas no reconhecimento dos milagres é declarar que o fato não pode ser explicado cientificamente. Mas este é só o primeiro passo; o verdadeiro sinal de um milagre são os frutos de fé, esperança e caridade.

Em Lourdes, Nossa Senhora nunca falou de curas. No entanto, estas começaram a acontecer a partir do momento em que a fonte foi descoberta. As curas foram imediatamente registradas por um médico; depois foram examinadas por uma comissão e por um especialista. Finalmente, sete foram consideradas como “milagrosas” e foram um dos argumentos que levaram o bispo local a declarar as aparições como “autênticas”.

Lourdes é identificada com os milagres. Mas hoje a palavra “milagre” tem pouco significado religioso e já não se aplica especialmente às curas. Uma partida de futebol que começou mal e que termina com uma vitória é considerada um milagre. Da mesma maneira, o acidente que não provocou mortos é visto como milagroso.

Nas palavras de Nossa Senhora que Bernadette repetiu, as curas nunca foram mencionadas. “Vá beber na fonte e lave o rosto”, disse a Virgem: este é um convite à penitência. Bernadette sempre foi muito reservada quanto ao tema dos milagres. Ela mesma nunca se curou da sua asma; tornou-se enfermeira e não tratou seus pacientes com a água de Lourdes. Ela sempre afirmou que essa água era inútil sem fé e oração.

As curas tiveram certo lugar no reconhecimento das aparições. Na pequena cidade de Lourdes, havia vários médicos. Um deles, Dr. Dozous, trabalhou imediatamente para identificar os casos de cura. O bispo nomeou uma comissão para estudar todos estes casos. Depois do seu exame inicial, confiou o assunto a um especialista de Montpellier, o Dr. Vergez. Este médico identificou 7 curas como inexplicáveis.

Este é o terceiro argumento a favor das aparições, depois da qualidade do testemunho de Bernadette e dos frutos espirituais da mensagem de Lourdes.

Declarando uma cura como “milagrosa”, a Igreja dá uma indicação que não compromete a fé. Ela se apoia em um relatório médico: esta cura é explicável, atualmente, pela ciência? Mas a declaração da Igreja vai além do relatório médico: esta cura trouxe frutos espirituais na vida da pessoa em questão?

Nossa época, de certa forma uma época de descrença, se compraz muito com acontecimentos paranormais – aqueles que creem neles os chamam alegremente de “sobrenaturais”. Infelizmente, com frequência tais acontecimentos são portadores de má sorte. A Igreja foi cautelosa durante muito tempo com relação ao sobrenatural. Inclusive já se disse dela em várias ocasiões que é conservador demais.

A Igreja põe sua fé em Jesus, e não nesta ou naquela cura ou milagre. Nem sequer as aparições de Lourdes ou os milagres reconhecidos são objeto de fé – inclusive para os católicos mais fiéis. Por outro lado, seria absurdo não levá-los em consideração.

Jesus advertiu: “Levantar-se-ão falsos cristos e falsos profetas, que realizarão grandes sinais e prodígios, para enganar, se fosse possível, até os próprios escolhidos”. O verdadeiro sinal do sobrenatural é a fé, a esperança e a caridade. O laudo médico é apenas um primeiro passo, mas é necessário para evitar deixar-se enganar por doenças imaginárias.

Mas não é a medicina que estabelece as conclusões. Os médicos que atualmente são considerados autoridades em Lourdes se defendem muito bem: dizem que só pretendem evitar que a Igreja cometa algum erro.

O laudo médico deve responder a certo número de critérios que foram determinados no século XVIII para o exame das curas milagrosas, necessárias para as beatificações e canonizações.

Para que uma cura seja reconhecida posteriormente como milagre, é necessário que a medicina verifique os seguintes aspectos: o diagnóstico deve ser certo; a possibilidade de cura, nula; não pode ter sido administrado medicamento algum; não deve haver sequelas nem convalescença; a cura deve ser definitiva.

Sem conhecer os padrões usados em Roma para as causas dos santos, os médicos Dozous e Vergez os aplicaram de forma intuitiva aos casos que eles analisaram. Mas desde então, a medicina mudou muito.

Estes critérios apresentam dúvidas hoje, ainda que sejam uma proteção contra o risco de uma inflação de milagres. Um investigador já não pode dizer que uma cura é inexplicável para sempre. Só pode dizer que são inexplicáveis no momento atual da pesquisa científica.

Hoje, de fato, vários destes critérios apresentam objeções. Como posso ter certeza do diagnóstico, se a pessoa foi curada? Os exames foram feitos de forma correta? Hoje já não podemos continuar dizendo que uma cura é impossível; dizemos que o prognóstico é pouco favorável e que isso torna a cura altamente improvável, segundo as estatísticas. Acima de tudo, seja qual for a doença, tentamos curá-la. E a Igreja sempre incentivou o uso da medicina.

Os demais critérios continuam sendo válidos, mas atualmente, para o reconhecimento de um possível milagre, é preciso cumprir cada um dos critérios. Por isso, não é de surpreender que os milagres reconhecidos sejam escassos. Não é porque a fé mudou, mas porque a cultura mudou: a ciência antes era afirmativa, enquanto a pesquisa agora é um perpétuo questionamento.

Um pesquisador hoje, seja qual for o seu campo, nunca dirá que um fenômeno não pode ser explicado; ele dirá que não tem a chave, mas que está em busca dela: ele é pago para isso.

Certos males que antes eram incuráveis hoje já não o são; por isso, antes de que existisse o atual tratamento, sua cura poderia ser considerada um milagre.

Depois de um século e meio, as teorias que pretenderam explicar as curas de Lourdes não refletem a realidade. Os médicos de hoje sabem que não conhecem tudo: Lourdes lhes interessa.

É interessante que, depois de 150 anos, continuemos ouvindo as mesmas explicações falsas: que a água de Lourdes deve ter propriedades terapêuticas, quando um grande número de curas não tem nada a ver com ela; que o fervor explicaria as curas, quando os que se curam não são os mais fervorosos. E o que dizer do fervor de uma criança de dois anos, como Justin Bouhort, ou de uma de três anos, como Francis Pascal?

Uma pessoa honesta reconhece que nunca terá todas as respostas. Os cristãos veem nestas curas inexplicáveis sinais da ressurreição e se alegram quando constatam que a medicina cura novas doenças.

Fonte: Aleteia

POR QUE SOU CATÓLICO ?

Para responder a essa pergunta, vejamos primeiro o que é a 
Igreja Católica.


As minhas buscas por conhecer mais sobre a minha Igreja e a sua Doutrina, levaram-me a procurar estudar em Instituições sérias e reconhecidas pela Igreja e a realizar estudos por conta própria, sempre no intuito de conhecer mais sobre aquele que me conhece tão bem, o Nosso Senhor Jesus Cristo.

Desta forma, um dia senti-me impelido a colocar no papel, as razões que me levam a ser católico e a acreditar cada vez mais nesse Deus maravilhoso e misericordioso, chamado Jesus Cristo, e na Sua Igreja.

Vejamos então:

1 - Que outra religião, em todo mundo, tem mais de 2.000 anos de existência?

R: Além da Igreja Católica (2.000 anos), o Hinduísmo (3.500 anos), o Judaísmo (3.000 anos),  e o Islamismo (1.400 anos).

2 - Que outra religião, em todo mundo, o Deus que a instituiu se fez homem e se entregou para morrer numa cruz e três dias depois ressuscitou dos mortos e foi para o céu?

R: Todas as Igrejas Cristãs, inclusive a Igreja Católica.

3 - Que outra religião, em todo mundo, foi instituída pessoalmente pelo próprio Deus, Jesus Cristo?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

4 - Que outra religião no mundo, tem várias pessoas que dedicaram suas vidas a vivência da palavra de Deus e morreram por amor a Ele, como os nossos santos?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

5 - Que outra religião, em todo o mundo, tem uma Mulher como a mãe de Deus, que nos foi dada também como nossa Mãe do Céu, pela misericórdia e amor de seu  filho Jesus?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

6 - Que outra religião, em todo o mundo, nos oferece a salvação eterna e a convivência com o próprio Deus, único e verdadeiro, pela eternidade?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

7 - Que outra religião, em todo o mundo, tem o maior número de obras de caridade para atender aos pobres, os bebês e as crianças carentes, os jovens e as famílias?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

8 - Que outra religião, em todo o mundo, tem o maior número de escolas e universidades, além de hospitais, que ajudam nas pesquisas científicas e nos ensinamentos da palavra de Deus?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

9 - Que outra religião, em todo o mundo, tem um processo sucessório de seu comando, que começou com o próprio Jesus Cristo e daí em diante teve 266 Papas até o presente dia?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

10 - Que outra religião, segue uma Liturgia única em todo o mundo, de forma que a Missa que é celebrada na China, na Rússia, Na Nova Zelândia, no Quênia, na Colômbia, nos EUA ou em qualquer país da Europa, ou mesmo do mundo, é a mesma?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

11 - Que outra religião, em todo o mundo, foi tão perseguida, a ponto de milhares e milhares de seus seguidores serem mortos de diversas formas e nenhum deles ter desistido de sua fé, como a situação que está acontecendo atualmente em diversos países do mundo, tais como no Irã, Paquistão, China, Ucrânia, Níger, Nigéria e tantos outros países?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

12 - Que outra religião, em todo o mundo, foi investida pelo próprio Deus do poder de perdoar os pecados de seus seguidores, quando esses se arrependem e têm o firme propósito de não errarem mais, embora sejam falhos e voltem a pecar, sendo novamente perdoados?

R; Nenhuma. Só a Igreja Católica.

13 - Que outra religião , em todo o mundo, consegue convencer três milhões e setecentos mil jovens de todos os países do mundo, a virem a um país da América do Sul, como o Brasil, para rezar, cantar e escutar a palavra de Deus proferida pelo nosso Papa Francisco?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

14 - Que outra religião tem milhares de Igrejas maravilhosas, construídas nos diversos estilos arquitetônicos, espalhadas pelo mundo a fora?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

15 - Que outra religião, em todo o mundo, luta o tempo todo contra o aborto no mundo, contra a fome, contra a miséria, contra a injustiça social, contra a eutanásia, contra a destruição da família e tantos outros aspectos que tiram a dignidade humana?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.

16 - Enfim, que outra religião, em todo o mundo, seus fiéis podem receber todo dia o próprio Deus, vivo e presente na Hóstia Consagrada?

R: Nenhuma. Só a Igreja Católica.



Depois de tudo isso... Dá pra não ser católico?

Ainda está em dúvidas sobre algum ponto? Assista aos vídeos a seguir e/ou escreva pra nós. 

Jesus Cristo os abençoe!






Por; José Vicente Ucha Campos


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

APENAS SENTADO NA POLTRONA, NÃO SE CONHECE DEUS, AFIRMA O PAPA

Kobi Gideon-Israeli GPO / Pool / Anadolu Agency

Em homilia, Francisco explica que um cristão que quer conhecer a sua verdadeira identidade não pode se acomodar



Papa Francisco advertiu hoje, 10 de fevereiro, àqueles que pensam que vão conhecer o rosto de Deus estando apenas sentados no conforto do sofá.

Deus deve ser procurado e buscado, disse o Papa em sua homilia na Casa Santa Marta. Os cristãos que estão sentados e quietos não conhecerão o rosto de Deus.

Se um cristão quer conhecer a sua identidade, não pode estar cômodo na poltrona – disse Francisco –, partindo da leitura do Genesis que apresenta a criação do ser humano à ‘imagem de Deus’. O Papa meditou sobre os caminhos que existem para um cristão que queira conhecer a sua identidade.

“Quem não se coloca a caminho, jamais conhecerá a imagem de Deus, jamais encontrará a face de Deus. Os cristãos sentados, quietos, nunca descobrirão o rosto de Deus, jamais o conhecerão. Para caminhar, é preciso uma certa inquietude, que o próprio Deus colocou no nosso coração e que nos leva a busca-lo dia-a-dia”.

Colocar-se em caminho é deixar que Deus ou a vida nos coloque à prova, colocar-se em caminho é arriscar” – afirmou o Papa Francisco –, que recordou ainda que existe uma outra forma de estar quieto e parado e, portanto, falsificar a busca de Deus, que é aquela que acontece na passagem do Evangelho em que os escribas e os fariseus criticam Jesus porque os seus discípulos comem sem ter respeitado as lavagens rituais.

“No Evangelho, Jesus encontra pessoas que têm medo de colocar-se em caminho e que se conformam com uma caricatura de Deus. É uma falsa carteira de identidade. Esses não-inquietos calaram a inquietude do coração e retratam Deus com mandamentos…”

Na conclusão da sua homilia o Papa Francisco pediu ao Senhor que nos dê a todos “a graça da coragem de nos colocarmos a caminho, para buscar o rosto do Senhor, aquele rosto que um dia veremos, mas que aqui, sobre a Terra, temos que procurar” arriscando nos caminhos da vida.

Fonte: Aleteia

SANTA ESCOLÁSTICA - FUNDADORA DA ORDEM DAS BENEDITINAS


Hoje, 10 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, Santa Escolástica, mulher de muita intimidade com Deus. Doou, junto com seu irmão, toda sua vida pelas almas. Dessa forma podemos recordar o testemunho daquela que foi irmã gêmea de São Bento, pai do monaquismo cristão. Ambos nasceram em 480, em Núrsia, região de Umbria, Itália.
Santa Escolástica começou a seguir Jesus muito cedo. Mulher de oração, ela sempre foi acompanhando o irmão por meio de intercessão. Depois, ao falecer seus pais, ela deu tudo aos pobres. Junto com uma criada, que era amiga de confiança e seguidora também de Cristo, foi ter com São Bento, que saiu da clausura para acolhê-la. Com alguns monges eles dialogaram e ela expressou o desejo de seguir Cristo através das regras beneditinas.
São Bento discerniu pela vocação ao ponto de passar a regra para sua irmã e ela tornou-se a fundadora do ramo feminino: as Beneditinas. Não demorou muito, muitas jovens começaram a seguir Cristo nos passos de São Bento e de Santa Escolástica.
Uma vez por ano, eles se encontravam dentro da propriedade do mosteiro. Certa vez, num último encontro, a santa, com sua intimidade com Deus, teve a revelação de que a sua partida estava próxima. Então, depois do diálogo e da partilha com seu irmão, ela pediu mais tempo para conversar sobre as realidades do céu e a vida dos bem-aventurados. Mas São Bento, que não sabia do que se tratava, por causa da regra disse não. Ela, então, inclinou a cabeça, fez uma oração silenciosa e o tempo, que estava tão bom, tornou-se uma tempestade. Eles ficaram presos no local e tiveram mais tempo.
A reação de São Bento foi de perguntar o que ela havia feito e desejar que Deus a perdoasse por aquilo. Santa Escolástica, na simplicidade e na alegria, disse-lhe: “Eu pedi para conversar, você não aceitou. Então, pedi para o Senhor e Ele me atendeu”.
Passados três dias, São Bento teve a visão de uma pomba que subia aos céus. Era o símbolo da partida de sua irmã. Não demorou muito, ele também faleceu.
Santa Escolástica, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

SÃO MIGUEL FEBRES - PADROEIRO DOS PEDAGOGOS


Hoje, 09 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, São Miguel Febres. Nascido no Equador, em 1854, São Miguel Febres recebeu como nome de batismo Francisco. Nasceu com uma grave deformação física nos pés, mas seus pais amaram, acima de tudo, aquele filho do Senhor. Sua deficiência não o impediu de dar passos concretos para a vontade de Deus.
O santo entrou para a Congregação dos Lassalistas depois de conhecer a vida religiosa e, ali, foi dando frutos para o Reino de Deus. Dotado de muitos dons para lecionar e escrever, pertenceu à Academia de Letras do Equador. Prestou um grande serviço em Quito, no colégio de La Salle coordenando 1200 crianças. Em tudo buscou a vontade de Deus.
Numa pobreza interior muito grande, a infância espiritual foi o seu segredo; colocou-se no lugar do ser humano, que é o coração de Deus. Totalmente dependente d’Ele e amando o próximo, seu nome de batismo era Francisco, mas seu nome religioso era Miguel. Mais do que uma mudança de nome, uma mudança constante de vida.
Como todos os santos, conseguiu corresponder ao belo chamado do Senhor. São Miguel Febres deu o seu testemunho até o último instante. Quando, no Equador, rompeu-se a perseguição aos cristãos e um grande levante anticlerical, por obediência este santo foi para a Europa. Lá, ele pôde lecionar línguas.
Em 1910, ele partiu para a glória. Suas últimas palavras foram: “Jesus, José e Maria, eu vos dou o meu coração e a minha alma”. Palavras essas que bem representam toda uma vida entregue nas mãos de Deus.
Rezemos, pedindo a intercessão desse santo para que a nossa vida seja assim também.
São Miguel Febres, rogai por nós.
Fonte: Canção Nova

domingo, 8 de fevereiro de 2015

SANTA JOSEFINA BAKHITA - A PRIMEIRA SANTA AFRICANA


Hoje, 08 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, Santa Josefina Bakhita. Santa Josefina testemunhou com a própria vida a alegria de servir a Cristo em todos os momentos do seu dia.
Santa irmã morena, como era conhecida, nasceu no Sudão, em 1869. Santa Josefina, como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravidão. Bakhita, que significa “afortunada”, não foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou.
Por intermédio de um cônsul italiano que a comprou, ela foi entregue a uma família amiga deste de Veneza. Ali, ela tornou-se amiga e também babá da filha mais nova deles que estava nascendo.
Em meio aos sofrimentos e a uma memória toda marcada pela dor e pelos medos, ela foi visitada pelo amor de Deus. Porque essa família de Veneza teve de voltar para a África, em vista de negócios, tanto a filha pequena quanto a babá foram entregues aos cuidados de irmãs religiosas de Santa Madalena de Canossa. Ali, Santa Bakhita conheceu o Evangelho; conhecendo a pessoa de Jesus, foi se apaixonando cada vez mais por Ele.
Com 21 anos, recebeu a graça do sacramento do batismo. Livremente, ela O acolheu e foi crescendo na vida de oração, experimentando o amor de Deus e se abrindo à ação do Espírito Santo.
Quando aqueles amigos voltaram para pegar Bakhita e a criança, foi o momento em que ela expressou o seu desejo de permanecer no local, porque queria ser religiosa. Passado o tempo de formação, recebeu a graça de ser acolhida como religiosa. Isso foi sinal de Deus para as irmãs e para o povo que rodeava aquela região.
Santa Josefina Bakhita, sempre com o sorriso nos lábios, foi uma mulher de trabalho. Exerceu várias atividades na congregação. Como porteira e bordadeira, ela serviu a Deus por intermédio dos irmãos. Carinhosamente, ela chamava a Deus como seu patrão, “o meu Patrão”, ela dizia.
Conhecida por muitos pela alegria e pela paz que comunicava, ela, com o passar dos anos, foi acometida por uma grave enfermidade. Sofreu por muito tempo, mas na sua devoção a Santíssima Virgem, na sua vida de oração, sacramental, de entrega total ao Senhor, ela pôde se deixar trabalhar por Deus, seu verdadeiro libertador. Ela partiu para a glória e foi canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000.
Santa Bakhita, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

sábado, 7 de fevereiro de 2015

PAPA FRANCISCO SERÁ O PRIMEIRO PONTÍFICE NA HISTÓRIA A FAZER UM DISCURSO NO CONGRESSO DOS ESTADOS UNIDOS

                        Capitólio de Washington D.C. Foto: Flickr Alberto Bastos (CC-BY-NC-ND-2.0)



O Arcebispo da Filadélfia, Dom Charles Chaput, confirmou que o Papa Francisco fará um discurso para o Congresso dos Estados Unidos na visita ao país programada para setembro por ocasião do Encontro Mundial das Famílias.

Em declarações ao Grupo ACI em 5 de fevereiro, o Arcebispo disse que este discurso será uma “oportunidade maravilhosa” para que “anime os nossos congressistas a trabalharem pelo bem comum e pela dignidade de todo indivíduo”.

A visita do Santo Padre ao Congresso que está na capital, Washington D.C., está programada para o dia 24 de setembro.

“Eu o vi muito contente por esta ocasião, sua primeira visita aos Estados Unidos”, disse o Arcebispo sobre o Papa. “Claro que vai ser maravilhoso para nós”, acrescentou.

O Prelado e o Santo Padre tiveram uma longa conversa na visita que fizeram à Biblioteca do Palácio Apostólico no Vaticano. “Foi uma grande bênção para mim”, disse Dom Chaput.

Sobre o Encontro Mundial das Famílias, do qual é anfitrião, o Arcebispo da Filadélfia disse que “ainda não definimos tudo, mas estou certo de que haverá mais reuniões em Roma. Sempre temos. Ainda temos oito meses pela frente, temos tempo”.

Em sua estadia nos Estados Unidos, o Papa também visitaria a Casa Branca e o Santuário Nacional da Imaculada Conceição em Washington. D.C.

O Observador Permanente da Santa Sé ante a ONU, Dom Bernardito Auza, disse recentemente que o Santo Padre também poderia visitar a sede deste organismo internacional em Nova Iorque, assim como a Catedral de São Patrício, o Madison Square Garden e o Ground Zero, o lugar onde até 2001 se encontravam as Torres as Gêmeas.

Fonte: Acidigital

CONSELHOS DA BÍBLIA PARA CADA SITUAÇÃO DA VIDA



“Ler a Sagrada Escritura significa pedir o conselho de Cristo.” 
São Francisco de Assis

Por ser Palavra de Deus, a Bíblia nunca envelhece, nem caduca; ela fala-nos hoje como para além dos séculos. Cristo é o centro da Sagrada Escritura. O Antigo Testamento o anuncia em figuras e na esperança; o Novo Testamento o apresenta como modelo vivo.

Devemos compreender que a Bíblia é a Palavra de Deus escrita para os homens e pelos homens;logo, ela apresenta duas faces: a divina e a humana.

Logo, para poder interpretá-la bem é necessário o reconhecimento da sua face humana, para depois, compreender a sua mensagem divina.

Nas Sagradas escrituras encontramos força e ensinamentos para diversas situações em nossas vidas.

Leia hoje, um CONSELHO de DEUS para você, QUE:

Está perdendo as esperanças: Rm 12, 12-16; Sl 125,6; Sl 55,5

O remorso o corrói:  Fl 3, 13 -14

Está passando por humilhações: Eclo 2, 2-4; 1 Pe 5,5-6

Sente-se abatido pelos inimigos: Mt 5,38-39.44; 6,14

Precisa dar o perdão a alguém: Mt 18,21-22

Sente-se desanimado: Fl 4,13, Mac 3,18

Sente enfraquecida sua fé: Rm 1, 17, Hb 12,6

Sente-se fraco e abatido: 2Cor 12,9-10; Mc 9,23

Passa por um momento de dúvidas: Jo 11,40; Sl 16, 3; 36,3-7

Está aflito: Mt 11,28-30

Passa por grande sofrimento: Lc 9,23; Rm 8,18

Permite que a raiva invada seu coração: Tg 1,19-20; Rm 12,14;Ef 4,26

Deixa-se dominar pelo medo: Lc 8,50; Rm 8,31; Sl 26,1

Sente-se sufocado pelas preocupações  da vida: 1 Pd 5,7; Mt 6,30-31

Luta contra a tentação: 1Cor 10,13

Sente-se provado em sua fé: Tg 1,12; 1 Pd 4,12; Eclo 2,5

Está triste: Fl 4,4; Eclo 30, 22-26

Tem um coração agradecido: 1Ts 5, 16

Fonte: Aleteia

SÃO RICARDO - PADROEIRO DA FAMÍLIA


Hoje, 07 de fevereiro, a Igreja nos apresenta, São RicardoExemplo de santidade para os filhos e todos que estavam a sua volta. Ricardo nasceu na Inglaterra, no século VII e teve três filhos que também foram reconhecidos pela Igreja como santos. Ao descobrir a sua vocação para a vida matrimonial, quis ser santo, mas também quis que seus filhos o fossem, formando uma família santa para Deus. Ele fez, diariamente, a sua opção, porque a santidade passa pela adesão da nossa liberdade. Somos livres, somos todos chamados a canalizar a nossa liberdade para Deus, o autor da verdadeira liberdade.
O santo inglês quis fazer uma peregrinação juntamente com os seus filhos chamados Winebaldo, Wilibaldo e Walberga. Mas, ao saírem da Inglaterra rumo à Terra Santa, passaram por Luca, norte da África, onde São Ricardo adoeceu gravemente e faleceu no ano de 722. Para os filhos, ficou o testemunho, a alegria do pai, a doação, o homem que em tudo buscou a santidade; não apenas para si, mas para os outros e para seus filhos. São Bonifácio, parente muito próximo, convocou os filhos de São Ricardo para a evangelização na Germânia. Que linda contribuição! Walberga tornou-se abadessa; Wilibaldo, Bispo e Winebaldo fundou um mosteiro. Todos eles, como o pai, viveram a santidade.
São Ricardo foi santo no seu tempo. De família nobre, viveu uma nobreza interior, que precisa ser a de todos os cristãos; aquela que muitos podem nem perceber, mas que Deus está vendo. Os frutos mais próximos que podemos perceber na vida desse santo são seus filhos que, assim como o pai, também foram santos. Ele quis ser santo e batalhou para sê-lo como Nosso Senhor Jesus Cristo foi, é e continuará sendo. Sejamos santos.
São Ricardo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova