terça-feira, 17 de março de 2015

VOCÊ SABE O QUE É UM JUBILEU E UM ANO SANTO ?


O Papa Francisco anunciou a celebração de um Jubileu da Misericórdia, um Ano Santo da Misericórdia, que começará em 8 de dezembro de 2015 e terminará em 20 de novembro de 2016, que começará com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro durante a solenidade da Imaculada Conceição.

O último Jubileu da Igreja foi proclamado pelo Papa São João Paulo II para comemorar os 2000 anos do nascimento de Cristo.

Depois da proclamação deste evento muitos se perguntam: O que é um jubileu? Um ano santo?

A celebração do jubileu se origina no judaísmo. Consistia em uma comemoração de um ano sabático que tinha um significado particular. Esta festa se realizava a cada 50 anos.

Durante o ano os escravos eram libertados, restituíam-se as propriedades às pessoas que as haviam perdido, perdoavam-se as dívidas, as terras deviam permanecer sem cultivar e se descansava.

Na Bíblia encontramos algumas passagens nas quais se menciona a celebração judaica. Talvez a mais importante se encontre no Levítico (Lv 25,8).

A palavra jubileu se inspira no termo hebreu de yobel, que faz alusão ao chifre do cordeiro que servia como instrumento. Jubileu também tem uma raiz latina, iubilum que representa um grito de alegria.

Na tradição católica, o Jubileu consiste em que durante 1 ano se concedem indulgências aos fiéis que cumprem certas disposições eclesiais estabelecidas pelo Vaticano. O Jubileu pode ser ordinário ou extraordinário. A celebração do Ano Santo Ordinário acontece em um intervalo de anos já estabelecido. Já o Ano Santo Extraordinário se proclama como celebração de um fato destacado.

A Igreja Católica tomou como influência o jubileu hebraico e lhe deu um sentido mais espiritual. Nesse ano se dá um perdão geral, indulgências e se faz um chamado a aprofundar a relação com Deus e com o próximo. Por isso, cada Ano Santo é uma oportunidade para alimentar a fé e renovar o compromisso de ser um testemunho de Cristo. Também é um convite à conversão.

O Jubileu proclamado pelo Papa Francisco é um Ano Santo Extraordinário.

O primeiro ano jubilar foi convocado em 1300 pelo Papa Bonifácio VIII. Estabeleceu-se que os seguintes jubileus se comemorassem a cada 25 anos, com o objetivo de que cada geração experimente pelo menos um em sua vida.

O rito inicial do Jubileu começa com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro. Esta porta só se abre durante um Ano Santo. A abertura da porta significa que se abre um caminho extraordinário para a salvação. O Papa deve tocar a porta com um martelo 3 vezes enquanto diz: “Aperite mihi leva justitiae, ingressus in eas confitebor Domino”- “Abram-me as portas da justiça; entrando por elas confessarei ao Senhor”.

Quando se abrem, entoa-se o Te Deum e o Santo Padre atravessará esta porta junto com os seus acompanhantes.

Fonte: Acidigital

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL DISCUTE ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS PÚBLICAS


O Supremo Tribunal Federal (STF) convocou audiência pública, para 15 de junho, com o propósito de debater o ensino religioso nas escolas públicas. Para participar, interessados devem enviar e-mail para ensinoreligioso@stf.jus.br até o 15 de abril.

A audiência foi convocada pelo ministro Roberto Barroso, relator da ação direta de inconstitucionalidade (Adin), na qual a Procuradoria-Geral da República pede que a Corte reconheça que o ensino religioso é de natureza não confessional, com a proibição de admissão de professores que atuem como “representantes de confissões religiosas”.

Ao solicitar a participação por e-mail, deve constar a qualificação da entidade ou especialista, currículo resumido e um sumário das posições que serão defendidas no evento. Os critérios de seleção dos participantes serão de acordo com a representatividade da entidade religiosa, qualificação do expositor e distribuição de pluralidade. 

Tese defendida

A Procuradoria-Geral da República ainda defende a tese de que a única forma de compatibilizar o caráter laico do Estado brasileiro com o ensino religioso nas escolas públicas consiste na adoção de modelo não confessional.

Segundo a Procuradoria a disciplina deve ter como conteúdo programático a exposição das doutrinas, práticas, história e dimensões sociais das diferentes religiões, incluindo posições não religiosas.

Participantes

Também foram convidadas 12 entidades envolvidas no tema: Confederação Israelita do Brasil (Conib); Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); Convenção Batista Brasileira (CBB); Federação Brasileira de Umbanda (FBU); Federação Espírita Brasileira (FEB); Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras); Igreja Assembleia de Deus, Liga Humanista Secular do Brasil (LIHS); Sociedade Budista do Brasil (SBB) e Testemunhas de Jeová.

Histórico

A ação da Procuradoria da República foi proposta pela então vice-procuradora Débora Duprat em 2010. Segundo entendimento da procuradoria, o ensino religioso só pode ser oferecido se o conteúdo programático da disciplina consistir na exposição “das doutrinas, das práticas, das histórias e da dimensão social das diferentes religiões”, sem que o professor tome partido.

Segundo a procuradora, o ensino religioso no país aponta para a adoção do “ ensino da religião católica” e de outros credos, fato que afronta o princípio constitucional da laicidade.

O ensino religioso está previsto  Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Decreto  ( 7.107/2010), acordo assinado entre o Brasil e Vaticano para ensino da matéria.

Fonte: Blog Carmadélio


SÃO PATRÍCIO - SACERDOTE MISSIONÁRIO



Hoje, 17 de março, a Igreja nos apresenta São Patrício. Há poucos dados sobre a origem de Patrício, mas os que temos foram tirados do seu livro autobiográfico "Confissão". Nele, Patrício diz ter nascido numa vila de seu pai, situada na Inglaterra ou Escócia, no ano 377. Era filho de Calpurnius. Apesar de ter nascido cristão, só na adolescência passou a professar a fé. 

Aos dezesseis anos, foi raptado por piratas irlandeses e vendido como escravo. Levado para a Irlanda foi obrigado a executar duros trabalhos em meio a um povo rude e pagão. Por duas vezes Patrício tentou a fuga, até que na terceira vez conseguiu se libertar. Embarcou para a Grã-Bretanha e depois para a Gália, atual França, onde frequentou vários mosteiros e se habilitou para a vida monástica e missionária.

A princípio, acompanhou São Germano do mosteiro de Auxerre, numa missão apostólica na Grã-Bretanha. Mas seu destino parecia mesmo ligado à Irlanda, mesmo porque sua alma piedosa desejava evangelizar aquela nação pagã, que o escravizara. Quando faleceu o Bispo Paládio, responsável pela missão no país, o Papa Celestino I o convocou para dar seguimento à missão. Foi consagrado bispo e viajou para a "Ilha Verde", no ano 432. 

Sua obra naquelas terras ficará eternamente gravada na História da Igreja Católica e da própria Humanidade, pois mudou o destino de todo um povo. Em quase três décadas, o bispo Patrício converteu praticamente todo o país. Não contava com apoio político e muito menos usou de violência contra os pagãos. Com isso, não houve repressão também contra os cristãos. O próprio rei Leogário deu o exemplo maior, possibilitando a conversão de toda sua corte. O trabalho desse fantástico e singelo bispo foi tão eficiente que o catolicismo se enraizou na Irlanda, vendo nos anos seguintes florescer um grande número de Santos e evangelizadores missionários.

O método de Patrício para conseguir tanta conversão foi a fundação de incontáveis mosteiros. Esse método foi imitado pela Igreja também na Inglaterra e na evangelização dos alemães do norte da Europa. Promovendo por toda parte a construção e povoação de mosteiros, o bispo Patrício fez da Ilha um centro de irradiação de fé e cultura. Dali partiram centenas de monges missionários que peregrinaram por terras estrangeiras levando o Evangelho. Temos, como exemplo, a atuação dos célebres apóstolos Columbano, Galo, Willibrordo, Tarásio, Donato e tantos outros.

A obra do bispo Patrício interferiu tanto na cultura dos irlandeses, que as lendas heróicas desse povo falam sempre de monges simples com suas aventuras, prodígios e graças, enquanto outras nações têm como protagonistas seus reis e suas façanhas bélicas.

Patrício morreu no dia 17 de março de 461, na cidade de Down, atualmente Downpatrick. Até hoje, no dia de sua festa os irlandeses fixam à roupa um trevo, cuja folha se divide em três, numa homenagem ao venerado São Patrício que o usava para exemplificar melhor o sentido do mistério da Santíssima Trindade: "um só Deus em três pessoas". 

A data de 17 de março há séculos marca a festa de São Patrício, a glória da Irlanda. Os irlandeses sempre sentiram um enorme orgulho de sua pátria, tanto, por ter ela nascido na chamada Ilha dos Santos, quanto, por ter sido convertida pelo venerado bispo. Só na Irlanda existem duzentos santuários erguidos em honra a São Patrício, seu padroeiro.

São Patrício, rogai por nós!

Fonte: Paulinas

segunda-feira, 16 de março de 2015

OS CRUCIFIXOS NOS TRIBUNAIS DE JUSTIÇA


Padre Paulo Ricardo comenta a decisão da justiça do Rio Grande do Sul de retirar os crucifixos das paredes de suas instituições por pressão de uma ONG, a Liga Brasileira de Lésbicas. O argumento utilizado é a de que o Estado não é religioso, portanto, não é possível haver nos prédios públicos qualquer símbolo religioso.
O argumento não poderia ser mais frágil, pois, embora o Estado não seja religioso de fato, ele tem um povo a quem deve servir. Não é uma entidade abstrata, mas existe somente em função do povo. O povo, por sua vez, traz consigo a sua história, o seu patrimônio cultural e mais importante, o seu patrimônio moral. Foi o patrimônio moral do povo brasileiro, majoritariamente cristão e católico, que gerou os textos legislativos interpretados e aplicados pelos Tribunais de Justiça. A própria Constituição Federal e os Códigos Civil, Penal, o Estatuto do Menor e do Adolescente, as Consolidações das Leis do Trabalho, todos foram escritos numa visão de mundo calcada nos valores morais cristãos e, sem estes valores é impossível interpretar qualquer um deles.
Os crucifixos, portanto, nada mais dizem aos magistrados que, embora tenham o direito de professar a religião que quiserem ou mesmo nenhuma se for o caso, eles não têm o direito de interpretar as leis do país fora do aspecto cultural e da moralidade nas quais elas foram exaradas. Querer extrair a cultura que gerou os textos basilares do país e colocar em seu lugar uma moderna cultura ateia é uma perversidade.
O crucifixo é um símbolo civilizacional, uma realidade que, apesar da religião de quem julga ou de quem é julgado, deve ser reconhecido como parte intrínseca da cultura e da história do País e não deve ser utilizado, sob qualquer hipótese, como um instrumento ideológico. Infelizmente, o Judiciário desta nação está se sujeitando ao vergonhoso ativismo, que culminará em uma ditadura, pois quando juízes acham que podem interpretar as leis de acordo com seus próprios valores, de acordo com sua própria imaginação, e não de acordo com o verdadeiro espírito com que elas foram elaboradas, tornam-se déspotas, ditadores. É isso que está acontecendo no Brasil, atualmente. O ativismo judicial precisa ser combatido e denunciado, pois leva ao abismo. Um magistrado sem princípios de ética e de moral, somente com militância e fidelidade à ideologia é um malfeitor, um instrumento de injustiça e não um servidor da Justiça. Precisa ser denunciado também.
Uma parede nua é também um símbolo de religiosidade. O ateísmo é uma atitude religiosa, não tem nada de neutro, pelo contrário. Contudo, o ateísmo não representa a vontade do povo brasileiro, que é cristão, conforme dados estatísticos, portanto, uma elite intelectual, uma minoria deveria considerar que o poder vem do povo e o povo não é ateu. O povo deve ser respeitado.
Nos tempos atuais, peçamos a intercessão da Bem Aventurada Maria Restituta Kafka, que corajosamente opunha-se às ordens nazistas e devolvia às paredes do hospital onde trabalhava os crucifixos retirados, para que tenhamos coragem e força para seguir seu exemplo. Precisamos do seu exemplo para impedir que sejamos varridos como civilização e história nacional e certamente será implantado no país aquilo que o Papa Bento XVI diz na encíclica Deus caritas est que um governo sem valores morais é simplesmente uma quadrilha de malfeitores.
Bem Aventurada Maria Restituta Kafka, rogai por nós.
Fonte: Pe. Paulo Ricardo

SANTA EUSÉBIA - A SANTA ABADESSA


Hoje, 16 de março, a Igreja nos apresenta, Santa Eusébia. Santa Eusébia pertenceu a uma família de muitos santos. Com oito anos seu pai, Santo Adalberto, faleceu. Sua mãe, chamada a uma vida de entrega total a Deus, montou um convento e quis a sua filha junto. Sua avó Gertrudes também a chamou para a vida religiosa em Hamage (França), e ela aceitou.
A mãe, Santa Riertrudes, soube que Eusébia seria a Abadessa após a morte de sua avó. Então fez de tudo para ela ser bem formada antes, pois tinha apenas 12 anos. E foi para junto de sua mãe, mas às vezes escapava para a comunidade de Hamage (França), onde percebia ser o seu lugar.
Riertrudes repensou, e após se aconselhar com bispos e abades liberou sua filha para voltar e ser Abadessa, talvez a mais jovem da França.
Eusébia pressentiu que não duraria muito por aqui. Com apenas 23 anos reuniu suas filhas espirituais, e deu-lhes vários conselhos. Depois, esperou a morte de maneira calma e confiante. Isso no ano de 680.
Santa Eusébia, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

sábado, 14 de março de 2015

COMO MORRERAM OS APÓSTOLOS DE JESUS ?


Segundo a Tradição, assim terminaram as vidas dos apóstolos e evangelistas:
Os doze apóstolos:
Mateus (evangelista): Foi morto à espada na cidade de Etiópia.
João (evangelista): Foi metido numa caldeira de azeite a ferver, em Roma, mas escapou ileso e morreu mais tarde de morte natural, em Éfeso, Ásia Menor.
Tiago Maior: Segundo o testemunho da Bíblia, foi degolado em Jerusalém.
Tiago Menor: Foi precipitado de um pináculo do templo de Jerusalém ao solo; a seguir, foi esbordoado até morrer.
Filipe: Foi enforcado de encontro a um pilar em Hierápolis (Frígia, Ásia Menor).
Bartolomeu: Foi esfolado vivo por ordem de um rei cruel.
André: Foi crucificado em uma cruz em forma de X, e da cruz pregou ao povo até morrer.
Pedro: Foi crucificado de cabeça para baixo, em Roma, durante o reinado de Nero. Por não se sentir de valor suficiente para morrer da mesma forma que o seu Senhor havia morrido.
Tomé: Foi morto em Mylapore, na Índia, por lanças de quatro soldados, conhecido como o que não cria ou incrédulo.
 (Judas) Tadeu: Martirizado a machadadas pelas autoridades persas e pela multidão instigada por sacerdotes zoroastristas juntamente com Simão, o Zelote.
Simão: Morto depois de negar sacrificar ao deus sol, juntamente com Judas Tadeu.
Judas IscariotesA morte de Judas está relatada em Atos 1:18-19. Segundo o relato, ele «precipitou-se de cabeça para baixo, arrebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram» (Atos 1:18) num local chamado "Campo de Sangue". Segundo Mateus 27, ele se enforcou depois de tentar devolver o dinheiro aos sacerdotes.
E mais:
Paulo (o apóstolo dos gentios)Foi decapitado em Roma, também durante o reinado de Nero.
Marcos (evangelista): Foi arrastado pelas ruas de Alexandria e Egito, até expirar.
Lucas (evangelista): Foi enforcado em uma oliveira na Grécia.
Fonte: Prof. Felipe Aquino

SANTA MATILDE - MULHER CHEIA DE COMPAIXÃO


Hoje, 14 de março, a Igreja nos apresenta Santa Matilde. Santa Matilde foi educada numa nobre família junto a um mosteiro beneditino. Cresceu e casou-se com Henrique I, rei da Alemanha, mas manteve sua nobreza interior, não deixando influenciar-se pelo poder. Teve cinco filhos, e sempre como mãe humilde e orante, buscou ensinar aos filhos os caminhos da salvação eterna.
Matilde também foi mãe para o povo, para os pobres. Mulher cheia de compaixão que dentro das possibilidades ajudou e influenciou a muitos.
Com o falecimento de Henrique I, essa grande mulher de Deus disse aos filhos: “Gravai bem no vosso coração o temor de Deus. Ele é o Rei e Senhor verdadeiro, que dá poder e dignidade perecíveis. Feliz aquele que prepara sua eterna salvação”.
Com a morte do marido, o seu calvário começou: foi traída pelos filhos, sob a falsa acusação de que estaria desperdiçando os bens com os pobres. Retirou-se para um convento e ali intercedeu pelos seus amados filhos, através da oração e sacrifícios.
Seus filhos então, tomaram consciência da injustiça que estavam cometendo. Com a conversão deles, teve mais facilidade para ajudar a muitos outros pobres. Em 968 partiu para o Reino dos céus, o Reino dos santos.
Santa Matilde, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

sexta-feira, 13 de março de 2015

PAPA FRANCISCO ANUNCIA ANO SANTO EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA


VATICANO, 13 de março de 2015 - O Papa Francisco anunciou nesta sexta-feira 13 de março na Basílica de São Pedro a celebração de um Jubileu da Misericórdia, um Ano Santo extraordinário. Este Jubileu começará com a abertura da Porta Santa na Basílica Vaticana durante a Solenidade da Imaculada Concepção, no dia 8 de dezembro, e concluirá no dia 20 de novembro de 2016 com a solenidade de Cristo Rei do Universo.

O Pontífice anunciou o Ano Santo da seguinte forma: “queridos irmãos e irmãs, pensei frequentemente em como a Igreja pode colocar em mais evidência sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que inicia com uma conversão espiritual. Por isso decidi convocar um Jubileu extraordinário que coloque no centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia, Queremos vive-lo à luz da palavra do Senhor: 'Sejamos misericordiosos como o Pai”.

“Estou convencido de que toda a Igreja poderá encontrar neste Jubileu a alegria de redescobrir e fazer fecunda a misericórdia de Deus, com a qual todos somos chamados a dar consolo a cada homem e cada mulher de nosso tempo. Confiamo-lo a partir de agora à Mãe da Misericórdia para que dirija a nós seu olhar e vele em nosso caminho”.

O anúncio, que coincide com o segundo aniversário de sua eleição como Sucessor de São Pedro, foi feito pelo Santo Padre durante a homilia que pronunciou na celebração penitencial que deu início à iniciativa “24 horas para o Senhor”, confiado ao Pontifício Conselho para a promoção da Nova Evangelização.

A iniciativa foi acolhida em todo mundo com o fim de promover a abertura extraordinária das igrejas e favorecer a celebração do sacramento da Reconciliação.

O Jubileu da Misericórdia procura ressaltar ainda a importância e a continuidade do Concílio Vaticano II, concluído há exatos 50 anos.

A misericórdia é um dos temas mais importantes no pontificado do Papa Francisco que já como bispo escolheu como lema próprio “miserando atque eligendo”, que pode traduzir-se como “Olhou-o com misericórdia e o escolheu” ou “Amando-o, Ele o escolheu”.

O desenvolvimento deste Ano se fará notar em numerosos aspectos. As leituras para os domingos do tempo ordinário serão tomadas do Evangelho de Lucas, conhecido como “o evangelista da misericórdia”.

A inauguração solene e oficial do Ano Santo será feita com a leitura de uma Bula Papal junto à Porta Santa no domingo da Divina Misericórdia de 2015, festa instituída por São João Paulo II, celebrada no domingo seguinte à Páscoa.

O rito inicial do Jubileu é a abertura da Porta Santa. Trata-se de uma porta que se abre somente durante os Anos Santos. Existe uma Porta Santa em cada uma das quatro basílicas maiores de Roma: São Pedro, São João de Latrão, São Paulo Extramuros e Santa Maria Maior.

O rito da abertura expressa simbolicamente o conceito que, durante o tempo jubilar, oferece-se aos fiéis uma “via extraordinária” para a salvação. Logo depois da abertura da Porta Santa na Basílica de São Pedro, serão abertas sucessivamente as portas das outras basílicas maiores.

Os fiéis que ali passam, cumprindo com as exigências da Igreja, poderão obter indulgências por ocasião do Ano Santo. 

Fonte: Acidigital

FRANCISCO, UM PAPA DE PRÍNCIPES E DE MENDIGOS

Rei Philippe e a Rainha Mathilde, da Bélgica

Um dos aspectos mais impressionantes do papado contemporâneo é o seu apelo cada vez mais universal. Como parte dos seus deveres, os papas recebem a todos, de presidiários a primeiros-ministros, de prostitutas a presidentes, de príncipes a mendigos.
 
O abrangente alcance do papa Francisco foi reafirmado recentemente, quando ele recebeu no Vaticano o rei Philippe e a rainha Mathilde, da Bélgica. Aos 54 anos, Philippe é um dos mais jovens monarcas reinantes na Europa. Ele subiu ao trono em 2013, após a abdicação do pai, o rei Albert II. Piloto de caça e paraquedista, frequentou a Real Academia Militar Belga e o Trinity College, em Cambridge, no Reino Unido, e, depois, graduou-se em Ciências Políticas pela Universidade de Stanford, nos EUA.
 
Com uma educação de primeira classe e pertencendo ao nível mais alto da sociedade segundo os critérios do mundo, o rei Philippe representa todos os privilegiados da terra: monarcas e magnatas, astros e estrelas, presidentes, primeiros-ministros e todos os outros grandes líderes das nações. Já o papa, o primeiro líder religioso do mundo, não comanda mais economias nem exércitos, mas cativa corações e mentes de milhões e milhões de pessoas. Seu poder transcende as fronteiras nacionais e as limitações históricas. Em termos simbólicos, o papa é o representante do Rei dos Reis e a face terrena do Reino dos Céus.
 
A visita do rei e da rainha da Bélgica coincidiu com a "visita" de outro belga ao Vaticano. Willy Herteleeter, um senhor de mais de oitenta anos de idade, vivia em Roma como sem teto. Bem conhecido pela população do Vaticano e pelos moradores das estreitas ruas dos arredores, Willy assistia à missa das 7 horas toda manhã na Igreja de Santa Ana.

Willy Herteleeter, morador de rua em Roma
 
O Príncipe e o Mendigo dos belgas no Vaticano!

Vivendo nas ruas romanas, Willy empurrava os seus parcos pertences num carrinho de supermercado. Depois da missa, às vezes, ele se tornava uma espécie de evangelizador ambulante, perguntando às pessoas quando tinham ido à missa ou se confessado pela última vez e incentivando-as a refletir a respeito. Depois da sua morte, em dezembro, alguns amigos identificaram o seu corpo no necrotério da cidade e, com base em suas origens flamencas, conseguiram que ele fosse enterrado no antigo cemitério vaticano para os peregrinos de ascendência germânica. Embora o papa Francisco não estivesse envolvido na decisão de enterrar Willy em território vaticano, a sua provada compaixão pelos pobres certamente a aprovou. O sepultamento de Willy Herteleeter no cemitério do Vaticano, afinal, é coerente com tantos e tantos gestos cotidianos do papa, como compartilhar o seu café-da-manhã com três sem-teto, incentivar constantemente o clero a "ter cheiro de ovelha" e instalar chuveiros e banheiros perto do Vaticano para os desabrigados.
 
Francisco é papa tanto dos reis e príncipes quanto dos pobres do mundo, e isto nos leva a uma reflexão mais profunda sobre o abraço universal de Cristo. Desde o início da sua vida terrena, Jesus esteve aberto aos grandes e aos pequenos. Ao nascer, Ele foi adorado tanto pelos reis magos quanto pelos humildes pastores de Belém. Exerceu seu ministério para os filhos dos ricos e dos pobres, foi hospedado e conversou com os poderosos, mas vivia como pobre no meio dos pobres.

Com sua vida e seus ensinamentos, Jesus falou das dificuldades e tentações da riqueza e do poder e das bem-aventuranças dos pobres e pequenos. Embora fosse o Rei dos reis e o Senhor dos senhores, Jesus não tinha onde reclinar a cabeça. Ele próprio era príncipe e mendigo. Ao acolher a realeza e a periferia do mundo, o papa Francisco continua mostrando que a mensagem do Evangelho se estende a todos, poderosos ou fracos, pobres ou ricos, príncipes ou mendigos.
 
Em Cristo, todos os Philippes e Willy Herteleeters do mundo são bem-vindos. Mas, diante do Cristo Rei, o maior rei terreno é um mendigo da graça e, quando tocado pela graça de Deus, o mais humilde mendigo se torna filho adotivo de Deus. Ao acolher as extremidades do espectro terreno da riqueza e do poder, o papa Francisco nos mostra que, em Cristo, somos todos pobres que precisam da graça e, uma vez tocados por ela, somos todos príncipes do seu Reino eterno.

Em Cristo, não há nem pode haver luta de classes, mas comunhão de classes: mutuamente, todos devem ajudar-se a compartilhar com justiça das riquezas da terra e das riquezas do céu.


Fonte: Aleteia



quinta-feira, 12 de março de 2015

15 DE MARÇO: DIA MUNDIAL DE JEJUM E ORAÇÃO PELOS CRISTÃOS NA SÍRIA


VATICANO, 12 Mar. 15 / 04:10 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre convocou para o próximo 15 de março uma campanha de emergência para socorrer os cristãos que permanecem no país em condições de refugiados. Esta campanha acontece no contexto dos quatro anos de guerra na Síria e por causa do aumento de violência contra a minoria cristã. A pequena comunidade está abrigada nas aldeias ao norte do país, assim como em Damasco.

A AIS destaca que “todas as organizações humanitárias coincidem em assinalar a guerra da Síria como uma das maiores catástrofes humanitárias desde a II Guerra Mundial devido ao elevado número de refugiados que está provocando”. E é que 40% da população síria já não vive no país, por isso se converteu no país com maior número de deslocados internos do mundo, cerca de 8 milhões de pessoas tiveram que fugir de suas casas.

Neste cenário de guerra, os cristãos sofrem também as consequências de serem alvos de perseguição por parte dos terroristas do Estado Islâmico. Recentemente ocorreu o maior sequestro em massa de cristãos na região de Hasake (Síria). Os Jihadistas tomaram várias aldeias da província onde estava estabelecida a maior comunidade cristã de todo o país e sequestraram mais de 200 pessoas.

Ajuda à Igreja que Sofre lançou uma campanha de emergência para sustentar a pequena comunidade cristã que além de sofrer os traumas da perseguição e do sequestro dos seus familiares não tem como alimentar e alojar as suas famílias.

Desta maneira, receberão ajuda com remédios, comida, roupa e alojamento. Desde o início da guerra, a AIS a nível internacional já prestou uma ajuda de 6,3 milhões de euros.

Junto com esta campanha de ajuda, AIS também pede que no próximo dia 15 de março se reze especialmente pela Síria no quarto aniversário do início da guerra no país, unindo-se à oração do Patriarca Gregório III da Antioquia, líder da Igreja Greco-Melquita unida a Roma.

"Das profundezas de nosso sofrimento e dor na Síria, nos dirigimos a todo o mundo para exclamar junto com o nosso povo que sofre e caminha na sangrenta via da cruz: Basta! Basta! Chega de guerra na Síria! Nós acreditamos no poder da oração e do jejum, por isso convocamos um Dia de Solidariedade com a Síria, um dia de jejum e oração pela esperança e pela paz na Síria", assinalou Gregório III.

Fonte: Acidigital

O QUE FAZ UM ANJO ?



Não é raro encontrar quem pense que os Santos Anjos estão sempre desocupados, e passam a eternidade tocando langorosas harpas, distraídos de tudo quanto lhes circundam... 

Triste apreciação sobre estes espíritos abrasados de amor a Deus, e repletos de zelo por sua causa! Segundo São Roberto Belarmino, podemos deduzir das Sagradas Escrituras cinco principais ofícios que Deus confiou aos Santos Anjos:

O primeiro ofício

O primeiro deles, e o mais importante de todos, é cantar continuamente louvores e hinos ao Criador. Isso pode parecer confirmar a teoria que acima condenamos. Porém, nós homens, tantas vezes levados pela agitação e corre-corre da vida  moderna, não sabemos dar o devido valor a Deus, e por isso menosprezamos o culto que lhe devemos. Longe de ser um ato daquilo que se costuma erroneamente chamar de "beatério", o culto que os Anjos prestam a seu Criador é como uma labareda cuja mais lídima faísca seria suficiente para abrasar o universo. É-nos difícil compreender essa sublime realidade, mas imagine, caro leitor, que fosses chamado a cantar um hino de louvor ao Papa. Consideraríeis isso um ato de "beatério", ou uma honra suprema? Assim, compreendemos em quanta estima Deus tem essa função, à qual destinou não os menores, mas os Anjos mais sublimes.

Ouve Isaías: "Vi o Senhor sentado sobre um alto e elevado trono, e as franjas do seu vestido enchiam o Templo. Os Serafins estavam por cima do trono; cada um deles tinha seis asas; com duas cobriam a sua face, e com duas cobriam os pés, e com duas voavam. E clamavam um para o outro, e diziam: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus do exércitos toda a terra está cheia de sua glória". (Is. 6, 1-3)

"Tu os vês velarem a face e os pés, o que é sinal de grande respeito, como se não ousassem fixar o olhar na face de Deus, nem lhes mostrar os pés. Tu os vês voarem continuamente enquanto cantam o que demonstra o seu grande amor a Deus e o desejo de se aproximarem cada vez mais d'Ele."

Vemos que para agradar o "Senhor dos exércitos" são necessárias essas duas virtudes: o amor e a veneração. Através do cântico os Anjos manifestam sua caridade; velando respeitosamente a face e os pés demonstram respeito, temor e veneração.

"De quanta veneração Deus é digno, se os supremos Príncipes do Céu, que sempre o assistem e sempre vêem a sua face, nem pela tão grande elevação de seu grau, nem por tão longa convivência com Ele, ousam jamais negligenciar o temor e a veneração que lhes devem, enquanto cantam os seus louvores.

"Que responderás tu, pó e cinza, quando no dia do Juízo, fores acusado de sonolência, e de distração numa ação tão divina, a que não eras digno de ser chamado? Aprende pelo menos para o futuro instruído por tão insigne exemplo, a incitar-te, a cantar ao teu Deus os devidos hinos de louvores, com temor e tremor, com atenção e vigilância, com amor e desejo."

O segundo ofício

O segundo consiste em apresentar a Deus as preces dos homens, e de interceder por eles. Isso atesta-o claramente a Escritura: "Quando tu oravas com lágrimas, e enterravas os mortos, e deixavas o teu jantar, eu [São Gabriel] apresentei as tuas orações ao Senhor". (Tob. 12,12) E no livro do Apocalipse São João descreve uma visão na qual um Anjo portava um turíbulo de ouro à espera do incenso, que eram as orações dos Santos, a fim de oferecê-lo a Deus. (Cf Ap 8,3)

Que grande gesto de bondade ter-nos Deus estabelecido tão poderosos intercessores. Não satisfeito em enviar Profetas que nos exortassem, e até mesmo seu próprio Filho Unigênito para nos redimir, quis ainda constituir aos Anjos como veículo para fazer chegar ao Criador nossas orações.



Qual não deve ser nossa confiança e abandono nas mãos desses guardiães? Não apenas zelosos em cumprir este ofício por ser vontade de Deus, fazem-no por amor a nós que somos, na ordem da graça, seus irmãos e coerdeiros da mesma bem-aventurança, destinados a vivermos juntos por toda eternidade.

O terceiro ofício

O terceiro é o de anunciar aos homens os assuntos mais importantes de Deus, como o é a redenção e a salvação eterna. Com efeito assim fala o Apóstolo na sua Epístola aos Hebreus: "Não são, porventura, todos eles (os Anjos) espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?" (Hb 1,14)

Foi um Anjo que anunciou a Zacarias o nascimento do Precursor: "Eu sou Gabriel, aquele que está diante de Deus, e fui enviado para te falar e anunciar esta Boa-Nova." (Lc 1,19) E à Virgem Maria anunciou o maior de todos os acontecimentos havido na história da humanidade: "Ao sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José, da casa de David; e o nome da Virgem era Maria. Disse-lhe o anjo: ‘Maria, não temas, pois achaste graça diante de Deus. Conceberás no teu seio e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Ele será grande e vai chamar-se Filho do Altíssimo. O Senhor Deus vai dar-lhe o trono de seu pai David, reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim.'" (Lc 1,26-27,30-33)

Poderíamos ainda citar muitos outros episódios: após a ressurreição do Senhor, às mulheres que estavam no Sepulcro, (Mt 28, 2-5) e depois da Ascensão, a todos os seus Discípulos. (At 1, 10-11)

"A razão por que Deus, que está em todo lugar, e pode por si mesmo falar facilmente ao coração dos homens, quer todavia mandar Anjos, é, ao que parece, para que os homens saibam que Deus tem cuidado das coisas humanas, e que é para eles que governa e dirige o universo.

"Além disso, os homens poderiam julgar facilmente, às vezes, que suas inspirações divinas não eram senão seus próprios pensamentos, ou fruto de sua própria imaginação. Mas quando vêem, ou ouvem que Anjos são mandados por Deus, e que aquilo que esses Anjos predizem acontece pontualmente como haviam dito, não podem duvidar de que a providência de Deus governa as coisas humanas, e dirige e dispõe particularmente aquelas que concernem a salvação eterna dos eleitos."

O quarto ofício

O quarto ofício angélico é de proteger os homens. Isso pode dar-se individualmente ou em conjunto. "Aprouve à imensa bondade de Deus nosso Pai, confiar aos seus potentíssimos servos a fraqueza dos mortais, a fim de que cuidem deles como os preceptores das crianças, os tutores do seus pupilos, os advogados de suas partes, os zagais da suas ovelhas, os médicos dos doentes, os defensores dos seus protegidos, ou como os protetores daqueles que são incapazes de se defender se não se abrigarem debaixo da asas dos poderosos."

Assim o testifica David quando diz: "Mandou aos seus Anjos acerca de ti, que te guardem em todos os teus caminhos." (Sl 99,11) O próprio Cristo, sempre verdadeiro, atesta-o: "Olhai, não desprezeis algum destes pequeninos, porque eu vos  digo que os seus Anjos nos Céus vêem sempre a face de meu Pai, que está nos Céu." (Mt 18,10) São João, no Apocalipse, menciona o Anjo da Igreja de Éfeso, o Anjo da Igreja de Esmirna, e também os Anjos de outras Igrejas. (Cf Ap 2, 1-8)

"De modo que em cada Nação há dois Chefes: um visível, homem, e um invisível, Anjo; e em cada Igreja dois são os Bispos: um visível, homem, e um invisível, Anjo; e na Igreja Católica Universal há dois Sumos Pontífices, estabelecidos por Nosso Senhor Jesus Cristo, um visível, homem, e um invisível, Anjo, o qual acreditamos ser o Arcanjo São Miguel, venerado primeiro como protetor pela Sinagoga dos Judeus, e venerado agora pela Igreja dos Cristãos, como seu protetor."

Que dizer da ingratidão de desprezar semelhante auxílio? Temos um Anjo designado por Deus para nos custodiar ininterruptamente e fazemos pouco caso?... Como extraviar-se das sendas da virtude tendo ao nosso lado, e sempre à nossa disposição, um tão admirável Conselheiro? Como desanimar e desistir de recorrer ao auxílio sobrenatural em nossas contrariedades e fracassos, e, helás, até mesmo pecados e vícios, quando temos alguém disposto a nos escutar e curar as feridas de nossa alma? 

O quinto ofício

"É de serem soldados, ou chefes armados para tomarem vingança da nações e repreenderem os povos. (Sl 149, 7)

"São esses Anjos que queimaram com o fogo e o enxofre as cidades infames (Gn 19,24); que mataram todos os primogênitos do Egito (Ex 12, 29); que prostraram muitos milhares de Assírios com um só golpe (IV Reis, 19,35); serão esses Anjos que no derradeiro dia separarão os homens maus, dos justos, e os lançarão no fogo ardente do inferno. (Mt 13, 41, 42)

"Amem, pois, os homens piedosos seus concidadãos os santos Anjos; tremam os ímpios diante do poder dos Anjos, Ministros da cólera de Deus Onipotente, de cujas mãos ninguém poderá livrá-los."
Por: Arautos do Evangelho

Fonte: Aleteia