terça-feira, 24 de março de 2015

SANTA CATARINA DA SUÉCIA - ABADESSA EM VALDSTENA


Hoje, 24 de março, a Igreja nos apresenta, Santa Catarina da Suécia. Catarina foi ao mesmo tempo filha, discípula e companheira inseparável da mãe, Santa Brígida, a maior expressão religiosa feminina da história da Suécia. Nascida num berço nobre e cristão, Catarina nasceu em 1331 e recebeu educação e cultura com sólida base religiosa. Aos sete anos de idade, foi entregue às Irmãs do convento de Risberg, que souberam desenvolver totalmente sua vocação, cristalizando os ensinamentos cristãos que já vinha recebendo desde o berço.

Mas, circunstâncias políticas e sociais fizeram com que a jovem tivesse que se casar com um nobre da corte, Edgar, que além de fervoroso cristão era doente. Assim, decidiu aceitar o voto de castidade que Catarina fizera e ele mesmo resolveu adota-lo, vivendo tranqüilos como irmãos. Quando Edgard, ficou paralítico, Catarina passou a cuidar dele com todo carinho e generosidade. 

Por ocasião da morte do pai de Catarina, sua mãe Brígida resolveu se voltar totalmente para a vida religiosa, iniciando-a com uma romaria aos túmulos dos apóstolos, em Roma. Pouco tempo depois Catarina conseguiu a autorização do marido para encontrar-se com a ela. Mas, quando estavam em Roma receberam a notícia da morte de Edgard. Então, ambas fizeram os votos e vestiram o hábito de religiosas e não se separaram mais. Catarina ajudou e acompanhou todo o trabalho de caridade e evangelização desenvolvido pela mãe. Fundaram juntas o duplo mosteiro de Vadstena, na Suécia, do qual Brígida foi abadessa, criando a Ordem de São Salvador, cujas religiosas são chamadas de brigidinas. 

Catarina, como sua assistente, seguiu-a em todas as viagens perigosas, em seu país e no exterior, sendo muita vezes salvas por um cervo selvagem que sempre aparecia para socorrer Catarina. Foi após uma peregrinação à Terra Santa, que Brígida veio a falecer, em Roma. Catarina acompanhou o corpo de volta para a Suécia e foi recebida com aclamação popular, junto com os restos mortais da mãe, que já era venerada por sua santidade. 

Os registros relatam mais fatos prodigiosos, ocorridos com a nova abadessa, pois Catarina foi eleita sucessora da mãe no convento. Eles contam que alguns pretendentes queriam que ela abandonasse os votos e o hábito depois a morte de Edgard. Um, mais audacioso, ao tentar atacá-la, teria ficado cego e só recuperado a visão depois de se ajoelhar aos seus pés e pedir perdão, quando abriu os olhos viu ao lado de Catarina um cervo selvagem. Por isso, nas suas representações sempre há um cervo junto dela. 

Entretanto, a rainha-mãe Brígida, depois de falecida passou a operar prodígios, segundo muitos devotos e peregrinos que afirmavam ter alcançado graças por sua intercessão. Por isso, a pedido do povo e das autoridades da corte, a abadessa Catarina foi a Roma requerer do Sumo Pontífice a canonização da mãe, em nome da população do seu país. Alí viveu por cinco anos, interna de um convento onde ficaram registrados sua extrema disciplina, o senso de caridade e a humildade com que tratava os doentes e necessitados.

Catarina, quando voltou para a Suécia, já era portadora de grave enfermidade, talvez pelas horas de duras penitências que praticava. Tinha cinqüenta anos de idade quando faleceu, no dia 24 de março de 1381. 

O papa Inocente VIII, confirmou o culto de Santa Catarina da Suécia, em 1484. Mas o seu culto já era muito vigoroso em toda a Europa, uma vez que segundo a população romana ela teria salvado a cidade da inundação do rio Tevere cuja cheia já havia derrubado os diques que o continham.

Santa Catarina, Rogai por nós!

Fonte: Paulinas


domingo, 22 de março de 2015

AS FACES DE JESUS


O Evangelho de domingo, 22 de março de 2015, V Domingo da Quaresma, antigamente chamado Domingo da Paixão, nos conduz a Jerusalém, na última semana da vida de Jesus antes de sua paixão, morte ressurreição.

Como acontecia na proximidade da festa da Páscoa, a Cidade Santa está repleta de peregrinos, que em meio a cantos de júbilo elevam a Javeh as palavras do Salmo gradual: “que alegria  quando me disseram vamos à Casa do Senhor”.

Sem que suspeitassem, mais do que o Templo, sinal sensível da presença divina, o próprio Deus está no meio dos DELES,  na pessoa de Jesus. 

"QUEREMOS VER JESUS!"

Um grupo de estrangeiros, judeus de língua grega, manifesta a Filipe um desejo profundo que subsiste no coração de cada ser humano, cuja alma tem sede de Deus: nós queremos ver Jesus! Uma aspiração  que se repete ao longo da história da humanidade. 

Como naquele tempo, os homens do nosso século XXI querem ver em nós o Jesus, manso e humilde de coração; o Jesus que, lavando os pés dos discípulos, nos diz: “nisto reconhecerão que sois os meus discípulos: se vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei”. 

AS INCOERÊNCIAS DO SER HUMANO

A humanidade, vítima, de um lado, de uma cultura secularizada em que Deus é banido da sociedade em nome da falsa  noção de estado laico e,  de outro, do terrorismo fundamentalista que, como contraponto, quer impor a submissão  a uma noção de divindade mediante a força das armas,  traz nos olhos o desejo silencioso de ver Jesus. 

Do Jesus que, qual grão de trigo, cai na terra para produzir fruto, que se entrega por amor pelo ser humano, vítima do pecado, do ódio e do egoísmo, de uma cultura neo-pagã. 

VER JESUS NOS ROSTOS DAQUELES QUE VIVERAM A SANTIDADE NO DIA-A-DIA

Já se disse que Deus não se demonstra, mas se mostra. Na face caridosa de uma religiosa em Calcutá, ou no rosto amoroso  do Anjo Bom da Bahia, Ir. Dulce, se faz possível ver Jesus. 

Na inocência de uma menina, Odetinha, ou no testemunho de um casal, Jerônimo e Zélia, podemos ver Jesus; na NA PUREZA DA INFÂNCIA e na COERÊNCIA de  uma família VERDADEIRAMENTE CRISTÃ. 

Na fé ardente de um jovem surfista e médico, o Servo de Deus Guido Schäffer, nossos jovens podem ver a face de Jesus que nada tira a quem a Ele se confia, ao contrário, Ele tudo dá. 

Esses rostos são convites para nós, imagens de Deus à qual fomos criados e que somos chamados a ser de fato. 

Só assim viveremos a Páscoa verdadeira do Deus que quer escrever sua Lei em nossos corações. 

A Páscoa acontece no coração e se manifesta na nossa face.

Fonte: Jornal A Missa de 22 de março de 2015

O PAPEL DA IGREJA NO MUNDO POLÍTICO


“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” [1], ensinou Nosso Senhor. A separação entre Igreja e Estado é uma das contribuições mais importantes da religião cristã para a história da humanidade. Mas, como promover uma justa laicidade do Estado, sem cair no perigo do “laicismo”? O que se pode esperar politicamente da Igreja, seja qual for o contexto histórico e geográfico em que o mundo se encontre?
Nos últimos anos, de fato, os Papas têm insistido em que a Igreja tem um papel bem específico para dar à política, qual seja – importa que se diga, desde o começo – o de converter os corações a Cristo. Para mostrar de modo bem concreto como isso acontece, é importante resgatar uma história que se passou na Europa, no século XI, à época do grande Papa São Gregório VII.
Nos anos 1000, a Igreja tinha diante de si a difícil questão das investiduras, em que líderes políticos – senhores feudais, reis e príncipes – tomavam para si o encargo de escolher os cargos eclesiásticos. Essa ingerência política, que afetava desde abades e sacerdotes a bispos e Papas, teve como consequência uma grande decadência moral. Pouco preocupados com o bem espiritual dos fiéis, os poderosos deste mundo colocavam à frente da Igreja pastores verdadeiramente indignos do ofício eclesiástico. Nesses tempos difíceis – com razão associados à imagem das “trevas” –, tinha-se o celibato em pouca conta e, de acordo com a veemente denúncia de São Pedro Damião, em seuLiber Gomorrhianus [2],era preocupante o número de homossexuais no clero.
Para reformar a Igreja, São Gregório VII, eleito ao sólio pontifício em 1057, tinha de enfrentar Henrique IV, o petulante príncipe do Sacro Império Romano Germânico que mandava e desmandava na Igreja da Alemanha. Após um decreto de 1075, em que se condenava toda a investidura laica, a obstinação de Henrique fez Gregório pronunciar contra ele a sentença de excomunhão e depô-lo do trono imperial: “Proíbo o rei Henrique, que, com um orgulho insensato, se levantou contra a Igreja, de governar o reino da Alemanha e da Itália; desligo todos os cristãos do juramento que lhe tenham prestado e proíbo quem quer que seja de reconhecê-lo como rei” [3].Roma locuta, causa finita. Para recuperar o poder perdido, o soberano do Império Germânico se dirige, então, a Canossa, onde residia o Papa, com uma pequena escolta e sob o inverno rigoroso dos Alpes, em busca do perdão do sucessor de Pedro. Uma cena pitoresca, sem dúvida: o poderoso imperador da Alemanha deposto por um bispo inerme e sem exército, a quem ele agora acorria, prostrado.
Com efeito, como a Igreja conseguiu isso? Como foi capaz de uma influência política de tal monta?
O segredo está num silencioso mosteiro fundado no interior da França, na cidade de Cluny, em 910. Favorecido pela dispensa da jurisdição dos bispos locais e submissão direta ao Romano Pontífice, o mosteiro de Cluny, ao qual se ligou, rapidamente, uma constelação de outras abadias em toda a Europa, tornou-se, em pouco tempo, uma verdadeira escola de santidade. Enquanto o século X passava por uma dolorosa crise do papado, essa Ordem empreendia uma autêntica renovação espiritual em todo o continente, chegando, no início do século XII – momento da sua máxima expansão –, ao impressionante número de 1200 casas. Esse trabalho foi sem dúvida determinante para o fim de questão das investiduras – e para muitos outros problemas com que se deparava a Igreja medieval.
A primeira grande lição de Cluny é que a Igreja produz padres, monges e bispos mais santos quando estes não são frutos de escolhas políticas, mas são eleitos de acordo com suas virtudes. Em muitos lugares e em diferentes épocas, o poder político tentou – e tenta – infiltrar-se na Igreja, submetendo-a às suas rédeas. Esta, no entanto, só é fiel quando serve ao Senhor e rompe seus “votos de vassalagem” com os senhores do mundo. Foi o que ensinaram os monges de Cluny – não sem muito trabalho e combate, é verdade. Afinal, mesmo durante o período em que o monge Hildebrando – futuro Papa Gregório VII – procurou desvincular a eleição do Papa de influências políticas, Henrique III – pai de Henrique IV, de que já se falou –, descontente com as escolhas dos cardeais, depôs três pontífices, em uma amostra clara de como as ingerências mundanas causavam dano à Igreja.
Na verdade, São Gregório VII só conseguiu a submissão de Henrique IV depois de convencer os seus “príncipes eleitores” – que sustentavam o seu poder – a ficarem do seu lado. Ou seja, o poder do Papa só foi efetivo porque suas palavras foram acolhidas por alguns indivíduos. Se, no abismo do século X, Deus enviasse à Igreja um Papa santo, isso pouco efeito concreto teria para solucionar o problema das investiduras, porque os apelos pontifícios certamente não seriam obedecidos. Por isso era necessário Cluny, para civilizar as pessoas, ensiná-las a estudar e meditar sobre a Verdade, de modo que, quando um bom Papa se sentasse no trono de Pedro, seus comandos fossem seguidos na Igreja.
O fato é que, após a peregrinação penitencial de Henrique IV, o imperador voltou a mostrar as suas garras, indicando que não se tinha convertido de verdade. Quando Gregório VII o excomungou novamente, os príncipes eleitores se puseram contra o Papa, que morreu exilado, em 1085.
A lição histórica de Cluny, no entanto, permanece. Da Igreja, não se deve esperar que deponha presidentes e monarcas, como fazia na Idade Média; mas sim, que cumpra a sua missão evangelizadora. Hoje, por exemplo, é urgente lembrar que existe, na Criação, uma estrutura da realidade, uma razão à qual todos os homens – não só os católicos – devem submeter-se. Infelizmente, tem-se substituído cada vez mais a noção de direito natural por uma “ditadura do relativismo”, já denunciada pelo Papa Bento XVI [4], na qual nada é reconhecido como certo e tudo pode ser manipulado ao bel-prazer das pessoas.
O fato de o Estado ser laico não impede esse trabalho profético da Igreja. O termo “Estado laico” significa, simplesmente, que quem deve mandar e decidir as coisas na sociedade civil são os cidadãos, não os Papas e bispos. Mesmo os membros da sociedade civil podem ser evangelizados e, uma vez convertidos, oferecer a sua contribuição para o bem comum e para a política.
Referências
  1. Mt 22, 21
  2. Petrus Damianus, Liber Gomorrhianus, in Documenta Catholica Omnia
  3. Henri Daniel-Rops, A Igreja das Catedrais e das Cruzadas, São Paulo: Quadrante, 2011, p. 204
  4. Cardeal Joseph Ratzinger, Homilia na Missa “pro Eligendo Romano Pontifice”, 18 de abril de 2005
Fonte: Pe. Paulo Ricardo

SANTA LÉIA - EXEMPLO DE HUMILDADE, ORAÇÃO E SERVIÇO


Hoje, 22 de março, a Igreja celebra Santa Léia. Muito poucos são os registros sobre Santa Léia.

Léia, jovem viúva cristã, recusou-se contrair segundas núpcias com um rico nobre romano, desistindo de uma vida de luxo e riqueza para aderir às primeiras comunidades cristãs.

São Jerônimo, organizador das comunidade desta época, foi acusado de atrair Léia e outra viúvas para o cristianismo. Exilou-se então em Bélem.

Ao saber da morte de Léia, Jerônimo escreveu uma carta sobre a vida desta viúva, e este é o único documento que temos sobre ela.

Segundo São Jerônimo, Léia consagrou-se à vida religiosa, tornou-se madre superiora, e com seu exemplo de humildade, oração e serviço, testemunhou seu amor a Cristo.

Passou a vida envolta em vestes simples e gastava horas em profunda oração. Nunca fez nada que lhe servisse de vanglória ou que lhe trouxesse benefícios pessoais.

Sua vida era sua quarto, pequeno no espaço, mas grande como local de louvor a Deus. Ali ela tinha tudo o que precisava. Nada lhe faltou por ter trocado um rica mansão pela singeleza de um monastério. Ao contrário, sua grande riqueza foi a coroa da santidade, que perpetua até hoje sua memória entre nós.

Santa Léia morreu em Roma no ano de 384.  
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

Reflexão: O silêncio nos permite recolhermo-nos para orar a Deus em segredo. Ele nos permite viver em solidão no meio dos irmãos. De certa forma, ele nos separa uns dos outros. Ele nos força a nos desprendermos das afeições naturais que seriam obstáculos, das presenças que nos tornariam menos disponíveis para escutar a voz do Espírito que está em nós. Aprendamos de Santa Léia o cultivo do silêncio como forma de alimentar nosso maior contato com o amor de Deus.
    
Oração: Senhor Jesus, vós nos dissestes: "Eu vim para servir e não para ser servido". Rogamos, pelo exemplo de Santa Léia, que embora fosse superiora colocou-se como escrava das outras religiosas, saibamos também nós encontrarmos alegria em servir e em todas as circunstâncias exercer a verdadeira caridade.

Fonte: Portal A12

sexta-feira, 20 de março de 2015

PARA QUE SERVE A ESTOLA? POR QUE O PADRE A USA, SE NÃO A VEMOS?



É muito significativo que a Igreja queira revestir seus ministros sagrados com trajes próprios para a ação sagrada. Os ornamentos sacerdotais, como foram se desenvolvendo ao longo do tempo, são uma expressão da ação sacerdotal.
 
Os ornamentos litúrgicos de hoje têm sua origem nos ornamentos sacerdotais e levíticos da Antiga Lei e, portanto, nas antigas vestiduras dos nobres romanos.
 
Estão destinados à celebração dos santos mistérios da nossa fé, têm um alto sentido espiritual, uma funcionalidade ritual e um caráter distintivo na ordem dos ministros. Com seu simbolismo, eles nos ensinam a prover-nos de armas espirituais no combate contra o espírito do mal.
 
Dentro dos ornamentos litúrgicos, destaca-se, ainda que não seja muito evidente à vista, a estola. Ela é uma espécie de faixa que o sacerdote pendura no ombro sobre o peito e ajuda com o cíngulo sobre a alva e sob a casula.
 
A estola deve ser da mesma cor da casula; sua única decoração é uma cruz no meio (na altura do pescoço), que o ministro ordenado beija antes de colocá-la.
 
A disciplina atual prescreve seu uso na missa, nos sacramentos, sacramentais e sempre que haja um contato com a Eucaristia.
 
Desconhece-se com exatidão a origem da estola, mas o mais provável é que ela derive do manto de oração dos judeus, mais especificamente do “orarium”, nome com o qual a estola era conhecida na antiguidade.
 
A palavra “orarium” é um termo relacionado a “orare” (falar, pregar), o que torna este ornamento uma insígnia dos pregadores.
 
A Bíblia a classifica entre as vestiduras de honra. A partir do século XII, não se usou mais o terno “orarium”, mas “estola”.
 
Simbolismo da estola
 
1. É símbolo do poder e da autoridade sacerdotal, sinal por excelência da dignidade sacerdotal.
 
2. Como a estola era uma vestimenta utilizada por pessoas de certa dignidade, simboliza a dignidade do primeiro homem, do homem antes do pecado original.
 
3. Simboliza também a inocência necessária para o cumprimento do serviço sacerdotal e a veste de glória que o servo bom e fiel usará em recompensa pelos seus méritos. Evoca, portanto, o traje de festa que o Pai colocou no filho pródigo quando ele voltou à casa. Só Deus pode nos dar tal vestimenta e tornar-nos dignos de sentar à sua mesa, ao seu serviço.
 
4. Como é usada sobre o pescoço, assemelha-se a um jugo, o suave jugo de nosso Senhor, ou seja, as obrigações do estado sacerdotal.
 
5. A estola também simboliza as ovelhas que o Bom Pastor carrega sobre os ombros.
 
6. Ela é sinal das sogas com que nosso Senhor foi arrastado ao calvário.
 
7. Finalmente, a estola do diácono é símbolo de sacrifício e generosidade ao serviço da comunidade cristã.
Por: Pe. Henry Vargas Houguín

Fonte: Aleteia

MULHER DE 91 ANOS CAMINHOU 1.200 QUILÔMETROS PARA VER NOSSA SENHORA


Mesmo sofrendo uma queda e duas fraturas no meio do caminho, ela não desistiu, porque tinha uma razão muito especial para fazer a peregrinação

Emma Moronsini, uma italiana de 91 anos, chegou hoje à basílica de Nossa Senhora de Luján, depois de percorrer mais de 1.200 quilômetros, para pedir à padroeira da Argentina pela juventude, pelas famílias e pela paz no mundo.

A "vovó peregrina", como é conhecida, foi recebida por uma multidão no santuário nacional, em meio a vivas e aplausos.

"Cheguei, estou aqui, cumpri minha promessa!", disse ela.

Emma começou sua peregrinação no dia 27 de dezembro passado, na cidade de Tucumán, mas na última segunda-feira, a apenas 35 quilômetros da basílica, sofreu uma queda e precisou ser internada em um hospital local, pois fraturou a mão e o nariz.

Ela recebeu alta na terça-feira e no dia seguinte retomou sua caminhada.

Esta não é a primeira peregrinação de mais de mil quilômetros que Emma faz. Há 23 anos, os médicos lhe disseram que não havia mais esperança para sua saúde. "Naquele momento, prometi à Mãe de Deus que, se me recuperasse, iria a Lourdes", contou ela a um jornal polonês, em uma de suas peregrinações a Jasna Gora.

peregrinação a Lourdes, quando Emma tinha 70 anos, tocou seu coração. Naquela ocasião, ela caminhou da sua casa, na Itália, até o santuário da França. Desde então, empreendeu caminhos de mais de mil quilômetros até Fátima, Terra Santa, Aparecida e Guadalupe.

De segunda a sábado, ela começava sua peregrinação às 6h da manhã e caminhava cerca de cinco horas, levando sua maleta improvisada e um guarda-chuvas.


                        

Em suas peregrinações, Emma não caminha aos domingos. Ela dedica esse dia à oração e, certamente, ao descanso. Por isso, aos sábados, sua prioridade é encontrar um hotel. Nos demais dias, ela costuma se virar alugando um quartinho ou dormindo inclusive ao ar livre.

Tanto sacrifício... para quê?

"Para Nossa Senhora, pela paz do mundo, pela juventude e por todas essas famílias que hoje estão divididas. Muitos estão separados, alguns convivem mas não são esposos ou não têm filhos. É muito triste", declarou ao jornal "La Voz".

Na terra do Papa Francisco, Emma comentou também que gostaria de conhecê-lo quando voltar à Itália. De fato, ela decidiu peregrinar a Luján motivada pelo Papa argentino.

Fonte: Aleteia

quinta-feira, 19 de março de 2015

POPULARIDADE DO PAPA FRANCISCO CRESCEU NOS ESTADOS UNIDOS

                                                           Papa Francisco. Foto: Daniel Ibáñez / Grupo ACI


WASHINGTON DC - Faltando pouco mais de seis meses para a sua primeira e histórica viagem aos Estados Unidos, onde se converterá no primeiro Pontífice a falar para o Senado desse país, a popularidade do Papa Francisco cresceu no país.

Segundo uma pesquisa divulgada recentemente pelo Pew Center, 90 por cento dos pesquisados católicos disseram ter uma boa opinião do Santo Padre. 57 por cento disse ter uma perspectiva “muito favorável” do Pontífice.

Em linhas gerais, 70 por cento de todos os pesquisados diz ter uma opinião favorável do Papa, 13 por cento a mais desde o início do pontificado de Francisco.

15 por cento disse não ter uma boa opinião do Pontífice e uma percentagem parecida preferiu não opinar.

Para realizar a pesquisa, Pew consultou por telefone 1.504 adultos norte-americanos entre o 18 e 22 de fevereiro.

O Papa Francisco visitará os Estados Unidos no final de setembro por ocasião do Encontro Mundial das Famílias que se realizará na cidade da Filadélfia, no estado da Pensilvânia.

O Santo Padre canonizará o Beato Junípero Serra, o chamado “Padre da Califórnia” e falará também na sede da ONU em Nova Iorque.

Fonte: Acidigital

SÃO JOSÉ - PADROEIRO DA IGREJA E DAS FAMÍLIAS


Hoje, 19 de março, a Igreja nos apresenta, São José. Do esposo de Maria sabemos somente aquilo que nos dizem os evangelistas Mateus e Lucas, mas é o que basta para colocar esse incomparável "homem justo" na mais alta cátedra de santidade e de nossa devoção, logo abaixo da Mãe de Jesus. Por isso também, a Igreja celebra no dia de hoje a Solenidade de São José.

Descendente da casa real de Davi, é venerado como santo além da Igreja Católica, pela Igreja Ortodoxa e Igreja Anglicana. A Igreja Católica o celebra como seu padroeiro universal. A Liturgia Luterana também dedica um dia ― 19 de março ― à sua memória, sob o título de "Tutor de Nosso Senhor". Operário, é tido como "Padroeiro dos Trabalhadores", e, pela fidelidade a sua esposa e dedicação paternal a Jesus, como "Padroeiro das Famílias", emprestando seu nome a muitas igrejas e lugares ao redor do mundo.

Venerado desde os primeiros séculos no Oriente, seu culto se difundiu no Ocidente somente no século IX, mas num crescendo não igual ao de outros santos. Em 1621, Gregório XV declarou de preceito a festa litúrgica deste dia; Pio IX elegeu são José padroeiro da Igreja, e os papas sucessivos o enriqueceram de outros títulos, instituindo uma segunda comemoração no dia 1º de maio, ligada a seu modesto e nobre ofício de artesão.



O privilégio de ser pai adotivo do Messias constitui o título mais alto concedido a um homem. Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.

O extraordinário evento da Anunciação e da divina maternidade de Maria - da qual foi advertido pelo anjo depois da sofrida decisão de repudiar a esposa - coloca são José sob uma luz de simpatia humana, em razão do papel de devoto defensor da incolumidade da Virgem Mãe, mistério prenunciado pelos profetas, mas acima da inteligência humana.

Resolvido o angustiante dilema, José não se questiona. Cumpre as prescrições da lei: dirige-se a Belém para recenseamento, assiste Maria no parto, acolhe os pastores e os reis Magos com útil disponibilidade, conduz a salvo Maria e o Menino para subtraí-lo do sanguinário Herodes, depois volta à laboriosa quietude da casinha de Nazaré, partilhando alegrias e dores comuns a todos os pais de família que deviam ganhar o pão com o suor de sua fronte. Nós o revemos na ansiosa procura de Jesus, que ele conduz ao templo por ter cumprido os 12 anos de idade. Por tudo isso São José é considerado também o protetor da Sagrada Família.

Enfim, o Evangelho se despede dele com uma imagem rica de significado, que coloca mais de um tema para nossa reflexão: Jesus, o filho de Deus, o Messias esperado, obedece a ele e a Maria, crescendo em sabedoria, idade e graça.

Que assim como São José, possamos ser dóceis à Palavra e à vontade do Senhor.

Glorioso São José, Rogai por nós!

Fonte: Paulinas

A MORTE DE SÃO JOSÉ: MISTERIOSA, MAS A MAIS SUBLIME QUE SE PODE IMAGINAR


Pode haver melhor passagem para a vida eterna do que entre os braços de Jesus e de Maria?

Não há registros documentais da morte de São José, mas é comumente aceito que ele faleceu antes do início da vida pública de Jesus.
Nos primeiros séculos da Igreja, conforme narra Isidoro de Isolanis, costumava-se ler nas igrejas do Oriente, todo dia 19 de março, uma narração solene da morte do pai adotivo do Filho de Deus:
“Eis chegado para São José o momento de deixar esta vida. O Anjo do Senhor lhe apareceu e anunciou ter chegado a hora de abandonar o mundo e ir repousar com seus pais. Sabendo estar próximo o seu último dia, quis ele visitar, pela última vez, o Templo de Jerusalém, e lá pediu ao Senhor que o ajudasse na hora derradeira.
Voltou a Nazaré e, sentindo-se mal, recolheu-se ao leito, agravando-se em breve o seu estado. Entre Jesus e Maria, que o assistiam com carinho, expirou suavemente, abrasado no Divino Amor.
Oh, morte bem-aventurada! Como não havia de ser doce e abrasada no Divino Amor a morte daquele que expirou nos braços de Deus e da Mãe de Deus?
Jesus e Maria fecharam os olhos de São José.
E como não havia de chorar Aquele mesmo Jesus que choraria sobre a sepultura de Lázaro? ‘Vede como ele o amava!’, disseram os judeus. São José não era tão só um amigo, mas um pai querido e santíssimo para Jesus”.
A Igreja, que venera com carinho este santo de tão grande devoção dos cristãos, o reconhece como o padroeiro da boa morte.
Pode haver, afinal, melhor passagem para a vida eterna do que entre os braços de Jesus e de Maria?
Fonte: Aleteia

quarta-feira, 18 de março de 2015

SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS


O TEMA

O encontro entre Jesus e a mulher samaritana nos convida a experimentar água de um poço diferente e também a oferecer um pouco da nossa própria água. Na diversidade, nos enriquecemos uns aos outros. A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos é um momento privilegiado para oração, encontro e diálogo. É uma oportunidade para reconhecer a riqueza e o valor que estão presentes no outro, no diferente, e para pedir a Deus o dom da unidade.

SUBSÍDIO PARA A SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS

O subsídio para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos foi preparado e publicado em conjunto pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial de Igrejas.

Para ter acesso a todo o subsídio, acesse: http://bit.ly/18C6Vb2

Fonte: Vatican.va

terça-feira, 17 de março de 2015

VOCÊ SABE O QUE É UM JUBILEU E UM ANO SANTO ?


O Papa Francisco anunciou a celebração de um Jubileu da Misericórdia, um Ano Santo da Misericórdia, que começará em 8 de dezembro de 2015 e terminará em 20 de novembro de 2016, que começará com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro durante a solenidade da Imaculada Conceição.

O último Jubileu da Igreja foi proclamado pelo Papa São João Paulo II para comemorar os 2000 anos do nascimento de Cristo.

Depois da proclamação deste evento muitos se perguntam: O que é um jubileu? Um ano santo?

A celebração do jubileu se origina no judaísmo. Consistia em uma comemoração de um ano sabático que tinha um significado particular. Esta festa se realizava a cada 50 anos.

Durante o ano os escravos eram libertados, restituíam-se as propriedades às pessoas que as haviam perdido, perdoavam-se as dívidas, as terras deviam permanecer sem cultivar e se descansava.

Na Bíblia encontramos algumas passagens nas quais se menciona a celebração judaica. Talvez a mais importante se encontre no Levítico (Lv 25,8).

A palavra jubileu se inspira no termo hebreu de yobel, que faz alusão ao chifre do cordeiro que servia como instrumento. Jubileu também tem uma raiz latina, iubilum que representa um grito de alegria.

Na tradição católica, o Jubileu consiste em que durante 1 ano se concedem indulgências aos fiéis que cumprem certas disposições eclesiais estabelecidas pelo Vaticano. O Jubileu pode ser ordinário ou extraordinário. A celebração do Ano Santo Ordinário acontece em um intervalo de anos já estabelecido. Já o Ano Santo Extraordinário se proclama como celebração de um fato destacado.

A Igreja Católica tomou como influência o jubileu hebraico e lhe deu um sentido mais espiritual. Nesse ano se dá um perdão geral, indulgências e se faz um chamado a aprofundar a relação com Deus e com o próximo. Por isso, cada Ano Santo é uma oportunidade para alimentar a fé e renovar o compromisso de ser um testemunho de Cristo. Também é um convite à conversão.

O Jubileu proclamado pelo Papa Francisco é um Ano Santo Extraordinário.

O primeiro ano jubilar foi convocado em 1300 pelo Papa Bonifácio VIII. Estabeleceu-se que os seguintes jubileus se comemorassem a cada 25 anos, com o objetivo de que cada geração experimente pelo menos um em sua vida.

O rito inicial do Jubileu começa com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro. Esta porta só se abre durante um Ano Santo. A abertura da porta significa que se abre um caminho extraordinário para a salvação. O Papa deve tocar a porta com um martelo 3 vezes enquanto diz: “Aperite mihi leva justitiae, ingressus in eas confitebor Domino”- “Abram-me as portas da justiça; entrando por elas confessarei ao Senhor”.

Quando se abrem, entoa-se o Te Deum e o Santo Padre atravessará esta porta junto com os seus acompanhantes.

Fonte: Acidigital

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL DISCUTE ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS PÚBLICAS


O Supremo Tribunal Federal (STF) convocou audiência pública, para 15 de junho, com o propósito de debater o ensino religioso nas escolas públicas. Para participar, interessados devem enviar e-mail para ensinoreligioso@stf.jus.br até o 15 de abril.

A audiência foi convocada pelo ministro Roberto Barroso, relator da ação direta de inconstitucionalidade (Adin), na qual a Procuradoria-Geral da República pede que a Corte reconheça que o ensino religioso é de natureza não confessional, com a proibição de admissão de professores que atuem como “representantes de confissões religiosas”.

Ao solicitar a participação por e-mail, deve constar a qualificação da entidade ou especialista, currículo resumido e um sumário das posições que serão defendidas no evento. Os critérios de seleção dos participantes serão de acordo com a representatividade da entidade religiosa, qualificação do expositor e distribuição de pluralidade. 

Tese defendida

A Procuradoria-Geral da República ainda defende a tese de que a única forma de compatibilizar o caráter laico do Estado brasileiro com o ensino religioso nas escolas públicas consiste na adoção de modelo não confessional.

Segundo a Procuradoria a disciplina deve ter como conteúdo programático a exposição das doutrinas, práticas, história e dimensões sociais das diferentes religiões, incluindo posições não religiosas.

Participantes

Também foram convidadas 12 entidades envolvidas no tema: Confederação Israelita do Brasil (Conib); Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); Convenção Batista Brasileira (CBB); Federação Brasileira de Umbanda (FBU); Federação Espírita Brasileira (FEB); Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras); Igreja Assembleia de Deus, Liga Humanista Secular do Brasil (LIHS); Sociedade Budista do Brasil (SBB) e Testemunhas de Jeová.

Histórico

A ação da Procuradoria da República foi proposta pela então vice-procuradora Débora Duprat em 2010. Segundo entendimento da procuradoria, o ensino religioso só pode ser oferecido se o conteúdo programático da disciplina consistir na exposição “das doutrinas, das práticas, das histórias e da dimensão social das diferentes religiões”, sem que o professor tome partido.

Segundo a procuradora, o ensino religioso no país aponta para a adoção do “ ensino da religião católica” e de outros credos, fato que afronta o princípio constitucional da laicidade.

O ensino religioso está previsto  Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Decreto  ( 7.107/2010), acordo assinado entre o Brasil e Vaticano para ensino da matéria.

Fonte: Blog Carmadélio


SÃO PATRÍCIO - SACERDOTE MISSIONÁRIO



Hoje, 17 de março, a Igreja nos apresenta São Patrício. Há poucos dados sobre a origem de Patrício, mas os que temos foram tirados do seu livro autobiográfico "Confissão". Nele, Patrício diz ter nascido numa vila de seu pai, situada na Inglaterra ou Escócia, no ano 377. Era filho de Calpurnius. Apesar de ter nascido cristão, só na adolescência passou a professar a fé. 

Aos dezesseis anos, foi raptado por piratas irlandeses e vendido como escravo. Levado para a Irlanda foi obrigado a executar duros trabalhos em meio a um povo rude e pagão. Por duas vezes Patrício tentou a fuga, até que na terceira vez conseguiu se libertar. Embarcou para a Grã-Bretanha e depois para a Gália, atual França, onde frequentou vários mosteiros e se habilitou para a vida monástica e missionária.

A princípio, acompanhou São Germano do mosteiro de Auxerre, numa missão apostólica na Grã-Bretanha. Mas seu destino parecia mesmo ligado à Irlanda, mesmo porque sua alma piedosa desejava evangelizar aquela nação pagã, que o escravizara. Quando faleceu o Bispo Paládio, responsável pela missão no país, o Papa Celestino I o convocou para dar seguimento à missão. Foi consagrado bispo e viajou para a "Ilha Verde", no ano 432. 

Sua obra naquelas terras ficará eternamente gravada na História da Igreja Católica e da própria Humanidade, pois mudou o destino de todo um povo. Em quase três décadas, o bispo Patrício converteu praticamente todo o país. Não contava com apoio político e muito menos usou de violência contra os pagãos. Com isso, não houve repressão também contra os cristãos. O próprio rei Leogário deu o exemplo maior, possibilitando a conversão de toda sua corte. O trabalho desse fantástico e singelo bispo foi tão eficiente que o catolicismo se enraizou na Irlanda, vendo nos anos seguintes florescer um grande número de Santos e evangelizadores missionários.

O método de Patrício para conseguir tanta conversão foi a fundação de incontáveis mosteiros. Esse método foi imitado pela Igreja também na Inglaterra e na evangelização dos alemães do norte da Europa. Promovendo por toda parte a construção e povoação de mosteiros, o bispo Patrício fez da Ilha um centro de irradiação de fé e cultura. Dali partiram centenas de monges missionários que peregrinaram por terras estrangeiras levando o Evangelho. Temos, como exemplo, a atuação dos célebres apóstolos Columbano, Galo, Willibrordo, Tarásio, Donato e tantos outros.

A obra do bispo Patrício interferiu tanto na cultura dos irlandeses, que as lendas heróicas desse povo falam sempre de monges simples com suas aventuras, prodígios e graças, enquanto outras nações têm como protagonistas seus reis e suas façanhas bélicas.

Patrício morreu no dia 17 de março de 461, na cidade de Down, atualmente Downpatrick. Até hoje, no dia de sua festa os irlandeses fixam à roupa um trevo, cuja folha se divide em três, numa homenagem ao venerado São Patrício que o usava para exemplificar melhor o sentido do mistério da Santíssima Trindade: "um só Deus em três pessoas". 

A data de 17 de março há séculos marca a festa de São Patrício, a glória da Irlanda. Os irlandeses sempre sentiram um enorme orgulho de sua pátria, tanto, por ter ela nascido na chamada Ilha dos Santos, quanto, por ter sido convertida pelo venerado bispo. Só na Irlanda existem duzentos santuários erguidos em honra a São Patrício, seu padroeiro.

São Patrício, rogai por nós!

Fonte: Paulinas