sexta-feira, 10 de julho de 2015

CATEDRAL DE MONREALE - NOVO PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE


Monreale (RV) – A Catedral de Monreale, na Sicília acaba de entrar para a lista dos patrimônios da humanidade. Ao receber a notícia, o arcebispo deMonreale, Dom Michele Pennisi declarou: “Expresso minha profunda satisfação pelo fato de a Catedral desta cidade ter sido inserida na “World Heritage List”da Unesco como Patrimônio da Humanidade.
“Faço votos, diz ainda o arcebispo, que “neste templo de ouro” se continue a conjugar a atividade de culto com a acolhida dos peregrinos e turistas, em um clima de respeito. Espero que possa haver ainda uma sinergia entre a Arquidiocese, a Paróquia, a Prefeitura de Monreale e as outras instituições, a fim de que este este importante bem cultural possa ser salvaguardado e valorizado”.
Dom Pennisi, conclui a nota, auspicia que a iniciativa da Semana da Musica Sacra de Monreale possa ser retomada, ao entrar em função seu órgão monumental, gravemente danificado durante o último temporal, cujos raios atingiram o pináculo da Catedral”.
A Catedral
A Catedral de Monreale é uma das mais importantes construções sacras da cultura normanda na Itália. A igreja é dedicada a Santa Maria Nova. Sua construção teve início a partir de 1174, por ordem de Guilherme II da Sicília.
A lenda narra que, certo dia, Guilherme adormeceu sob uma árvore no campo e a Virgem Maria lhe apareceu, em sonho, e lhe disse: "Neste lugar onde dormes está escondido o maior tesouro do mundo. Escava-o e com ele constrói um templo em minha homenagem".
Ao acordar, seguindo o mandado de Nossa Senhora, o rei mandou escavar o local e ali encontrou um tesouro de moedas de ouro, que foram empregadas para a construção do santuário.
Para a sua decoração, foram chamados mestres árabes, venezianos e bizantinos, especializados na técnica de mosaico, cobrindo a abside e as paredes com painéis de excepcional valor artístico.
Características
A fachada possui um pórtico renascentista com três grandes arcos, acrescentado, entre 1547 e 1569, por obra de Giovanni Domenico Gagini e Fazio Gagini, que oculta o frontispício primitivo, decorado com mosaicos, relevos e portas de bronze de Bonanno Pisano e Barisano de Trani. Aos lados se erguem duas torres quadradas assimétricas, ladeando o frontão recuado, decorado com arcos entrelaçados em relevo.
O interior
O amplo interior se divide em três naves, seguindo o esquema das basílicas católicas italianas, integrando características da arquitetura ortodoxa em áreas como o coro tripartido. A colunata monolítica no interior é possivelmente originária de construções mais antigas, e suporta uma série de grandes arcos que separam as naves. Os capitéis coríntios datam do período clássico.
O teto tem caibramento aparente em madeira ricamente decorada. Separada da nave por um transepto está a capela-mor, de forma absidal e teto em meia-cúpula, com uma janela única ao centro da parede de fundo e um altar-mor do século XVIII de Luigi Valadier, de refinada construção em metais preciosos.
A característica mais notável da construção é a sua decoração interna em mosaicos policromos e dourados, uma obra-prima da técnica, cobrindo quase em totalidade o interior, com um extraordinário efeito de conjunto, mostrando frisos geométricos, medalhões e diversas imagens de santos e anjos, com inscrições em grego e latim, e ilustram vários episódios da Bíblia.
De todas as cenas se destaca o monumental Cristo Pantocrator na capela-mor, com a Virgem e o Menino, santos e anjos abaixo. O piso também merece atenção pelo refinado trabalho em mosaico de mármore e pórfiro, numa técnica conhecida como “opus alexandrinum”, completado somente no século XVI.
No interior encontra-se o magnífico sarcófago de pórfiro de Guilherme II, da mesma época da catedral, o da sua esposa e seus dois filhos, além de uma urna com as vísceras de São Luís de França.
Nos séculos XVII e XVIII foram acrescentadas duas capelas barrocas, embora mais tarde tenham sido isoladas do corpo da igreja. O coro foi parcialmente destruído por um incêndio em 1811, danificando os mosaicos, os órgãos e o forro, reconstruídos poucos anos após, embora com técnica e gosto bastante inferiores aos originais.
Claustro
Ao lado da Catedral situam-se o Palácio Arquiepiscopal e o Mosteiro Beneditino, rodeados de uma grande muralha e torres. Mais tarde o complexo sofreu profundas remodelações, restando pouco da arquitetura normanda primitiva, salvo alguns torreões e o belo claustro, um dos mais significativos da Itália por suas dimensões e rica decoração de mosaicos e colunas duplas, cujos capitéis são todos diferentes entre si. (MT/agências)
Fotos








 Fonte: Rádio Vaticano

quinta-feira, 9 de julho de 2015

VIAGEM DO PAPA FRANCISCO À AMÉRICA DO SUL



Acesse o link abaixo para acompanhar mais essa 
maravilhosa viagem do Papa Francisco

http://www.acidigital.com/americadosul2015/

Fonte: Acidigital

SANTA PAULINA DO CORAÇÃO AGONIZANTE DE JESUS



Hoje, 09 de julho, a Igreja nos apresenta, Santa Paulina. Amábile Lúcia Visintainer nasceu no dia 16 de dezembro de 1865, em Vigolo Vattaro, província de Trento, no norte da Itália. Foi a segunda filha do casal Napoleão e Anna, que eram ótimos cristãos, mas muito pobres.

Nessa época, começava a emigração dos italianos, movida pela doença e carestia que assolava a região. Foi o caso da família de Amábile, que em setembro de 1875 escolheu o Brasil e o local onde muitos outros trentinos já haviam se estabelecido no estado de Santa Catarina, em Nova Trento, na pequena localidade de Vigolo.

Assim que chegou, Amábile conheceu Virgínia Rosa Nicolodi e tornaram-se grandes amigas. As duas se confessam apaixonadas pelo Senhor Jesus e não era raro encontrá-las, juntas, rezando fervorosamente. Fizeram a primeira comunhão no mesmo dia, quando Amábile já tinha completado doze anos de idade.

Logo em seguida, o padre Servanzi a iniciou no apostolado paroquial, encarregando-a da catequese das crianças, da assistência aos doentes e da limpeza da capela de seu vilarejo, Vigolo, dedicada a são Jorge. Mas mal sabia o padre que estaria confirmando a vocação da jovem Amábile para o serviço do Senhor.

Amábile incluía, sempre, Virgínia nas atividades para ampliar o campo de ação. Dedicava-se de corpo e alma à caridade, servia consolando e ajudando os necessitados, os idosos, os abandonados, os doentes e as crianças. As obras já eram reconhecidas e notadas por todos, embora não soubesse que já se consagrava a Deus.

Com a permissão de seu pai, Amábile construiu um pequeno casebre, num terreno doado por um barão, próximo à capela, para lá rezar, cuidar dos doentes, instruir as crianças. A primeira paciente foi uma mulher portadora de câncer terminal, a qual não tinha quem lhe cuidasse. Era o dia 12 de julho de 1890, data considerada como o dia da fundação da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, que iniciou com Amábile e Virgínia atuando como enfermeiras.

Essa também foi a primeira congregação religiosa feminina fundada em solo brasileiro, tendo sido aprovada pelo bispo de Curitiba, em agosto 1895. Quatro meses depois, Amábile, Virgínia e Teresa Anna Maule, outra jovem que se juntou a elas, fizeram os votos religiosos; e Amábile recebeu o nome de irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Também foi nomeada superiora, passando a ser chamada de madre Paulina.

A santidade e a vida apostólica de madre Paulina e de suas irmãzinhas atraíram muitas vocações, apesar da pobreza e das dificuldades em que viviam. Além do cuidado dos doentes, das crianças órfãs, dos trabalhos da paróquia, trabalhavam também na pequena indústria da seda para poderem sobreviver.

Em 1903, com o reconhecimento de sua obra, madre Paulina foi convidada a transferir-se para São Paulo. Fixando-se junto a uma capela no bairro do Ipiranga, iniciou a obra da "Sagrada Família" para abrigar os ex-escravos e seus filhos depois da abolição da escravatura, ocorrida em 1888. Em 1918, madre Paulina foi chamada à Casa-geral, em São Paulo, com o reconhecimento de suas virtudes, para servir de exemplo às jovens vocações da sua congregação. Nesse período, destacou-se pela oração constante e pela caridosa e contínua assistência às irmãzinhas doentes.

Em 1938, acometida pelo diabetes, iniciava um período de grande sofrimento, iniciando com a amputação do braço direito, até a cegueira total. Madre Paulina morreu serenamente no dia 9 de julho de 1942, na Casa-geral de sua congregação, em São Paulo.


Ela foi beatificada pelo papa João Paulo II em 1991, quando o papa visitou, oficialmente, o Brasil. Depois, o mesmo pontífice canonizou-a em 2002, tornando-se, assim, a primeira santa do Brasil.

Santa Paulina, Rogai por nós !

Fonte: Paulinas

quarta-feira, 8 de julho de 2015

SANTO EUGÊNIO - ZELOU PELA SALVAÇÃO DAS ALMAS, COM TANTA DEDICAÇÃO, QUE PASSOU POR INÚMEROS SOFRIMENTOS


Santo Eugênio zelou pela salvação das almas, com tanta dedicação, que passou por inúmeros sofrimentos

Hoje, 08 de julho, a Igreja nos apresenta, Santo Eugênio.
Um dado importante é que de cada três Papas, praticamente, um foi oficialmente declarado santo. Assim aconteceu com Santo Eugênio, que se tornou para a Igreja o homem certo para o tempo devido. Eugênio III nasceu no fim do século XI, em Pisa na Itália e, depois de ordenado, consagrou-se a Deus como sacerdote, até que abandonou todas suas funções para viver como monge.

O grande reformador da vida monástica – São Bernardo – o acolheu a fim de ajudá-lo na busca da santidade, assim como no governo da Igreja, pois inesperadamente o simples monge foi eleito para sucessor na Cátedra de Pedro. A Roma da época sofria com a agitação de Arnaldo de Bréscia, que reclamava instituições municipais com eleições diretas dos senadores, talvez por isso chegou a impedir a ordenação e posse de Eugênio, já que tinha sido eleito pelo Espírito Santo numa instituição de origem divina.

O Papa Eugênio teve muitas dificuldades no governo da Igreja, tanto assim que, teve de sair várias vezes de Roma, mas providencialmente aproveitou para evangelizar em outras locais como Itália e França. Além de promover quatro Concílios e lutar pela restauração dos santos costumes, Santo Eugênio zelou pela salvação das almas, com tanta dedicação, que passou por inúmeros sofrimentos.

Santo Eugênio, rogai por nós!

CONFIRA A MENSAGEM QUE O PAPA FRANCISCO NÃO PÔDE PRONUNCIAR NA CATEDRAL DE QUITO - EQUADOR - TEXTO COMPLETO



QUITO, 07 Jul. 15 - Depois de uma exaustiva jornada na qual viajou de ida e volta à Guayaquil, o Papa Francisco enfrentou uma grande diferença de clima e altitudes, e por isso decidiu não pronunciar o discurso que tinha preparado para sua visita à Catedral de Quito. O Papa apenas dirigiu uma breve alocução aos presentes e rezou com eles a Ave Maria.

Entretanto, o texto foi disponibilizado à imprensa em idioma espanhol.

Confira o texto completo da saudação que o Santo Padre preparou para sua visita à Catedral de Quito:

“Queridos irmãos: Venho a Quito como peregrino, para compartilhar com vocês a alegria de evangelizar. Saí do Vaticano saudando a imagem de Santa Mariana de Jesus que, no exterior da abside da Basílica de São Pedro, vela pelo caminho que o Papa percorre tantas vezes.

Também encomendei a esta Santa o fruto desta viagem, pedindo-lhe que todos nós pudéssemos aprender através do seu exemplo. Seu sacrifício e sua heroica virtude são representadas por uma açucena. Entretanto, na imagem que está em São Pedro, ela carrega um buquê de flores, porque ela oferece ao Senhor, desde o coração da Igreja, todos vocês e todo o Equador.

Os Santos nos convidam imitá-los, querem que sigamos seus passos, como exemplo as equatorianas Santa Narcisa de Jesus e a Beata Mercedes de Jesus Molina, enaltecem aqueles que sofrem ou sofreram a orfandade, quantos tiveram que cuidar de irmãos ainda pequenos e aqueles que se empenham diariamente no cuidado dos enfermos ou idosos; como também o fez Mariana, imitada por Narcisa e Mercedes.

Isso não é difícil, se Deus estiver conosco... Elas não fizeram grandes obras aos olhos do mundo. Somente amaram muito no dia a dia, e chegaram até tocar o sofrimento de Cristo através do povo (cf. Evangelii gaudium 24).

Elas não o fizeram sozinhas, fizeram «junto a» outros; o transporte, a escultura e construção desta catedral foram feitos desta maneira, dos povos originários, a minga; esse trabalho de todos à serviço da comunidade, anônimo, desinteressado e sem buscar aplausos: Queira Deus que assim como as pedras desta catedral ajudemos os outros em suas necessidades, assim, ajudemos também a edificar ou reformar a vida de tantos irmãos que não têm forças para construí-las ou foram derrubados.

Hoje estou aqui com vocês, que me dão de presente o júbilo dos seus corações: «Como são belos sobre as montanhas os pés do mensageiro que anuncia a as boas novas» (Isaías 52,7).

É esta a beleza que estamos chamados a difundir, como bom perfume de Cristo: Nossa oração, nossas boas obras, nosso sacrifício pelos mais necessitados. Essa é a alegria de evangelizar e «se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, se as praticardes» (João 13,17). Que Deus vos abençoe”.

Fonte: Acidigital

terça-feira, 7 de julho de 2015

SANTUÁRIO DA DIVINA MISERICÓRDIA - CRACÓVIA - POLÔNIA


O convento da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia, onde Santa Faustina Kowalska viveu e morreu, foi fundado em Cracóvia na segunda metade do século 19. Para esta freira foi concedida a grande graça de estar mais próxima de Jesus Cristo. Suas visões místicas descritas em seu Diário continuam a ser o livro polonês mais traduzido. A futura santa passou o seu postulantado e noviciado no convento de Lagiewniki onde também fez o seu primeiro e perpétuos votos de consagração. De 1936 até a sua morte ela permaneceu em Lagiewniki, trabalhando no jardim e no portão do convento. Ela faleceu em 5 de outubro de 1938 e foi enterrada em uma tumba do cemitério do local. A mística foi oficialmente proclamada bem aventurada em 1993 e canonizada em 2000. No mesmo ano, a Festa da Divina Misericórdia foi anunciada. Ambos os atos realizados pelo Papa João Paulo II, que rezava na capela do convento quando ainda jovem a caminho do seu trabalho na região, na fábrica de produtos químicos Solvay.

A capela do convento, dedicada a São José em 1891, é o centro da devoção a Divina Misericórdia. Foi aqui que, em 1943, o confessor de Irmã Faustina consagrou a primeira imagem de Jesus Misericordioso doado para a capela como uma oferta pelo pintor Adolfo Hyla, iniciando assim os serviços solenes na veneração da Divina Misericórdia. No primeiro domingo após a Páscoa de 1944, a segunda imagem de Jesus Misericordioso foi consagrada. Esta imagem logo se tornou famosa por suas graças, como evidenciado por inúmeras oferendas votivas colocadas em vitrines ao redor da capela. Suas cópias e reproduções foram espalhadas por todo o mundo e trouxe o cumprimento das palavras que Jesus proferiu a Irmã Faustina: "Desejo que esta imagem seja venerada, pela primeira vez em sua capela, e [então] em todo o mundo."

Desde a beatificação da Irmã Faustina (1993), suas relíquias têm descansado em um caixão de mármore em um altar lateral sob a imagem milagrosa "Jesus, eu confio em Vós". Na balaustrada sob o altar há um genuflexório com uma parte das relíquias para facilitar a veneração do santo pelos peregrinos.

A parte mais recente do Santuário da Divina Misericórdia consiste em edifícios construídos nos últimos anos. O autor do projeto principal foi Witold Cęckiewicz, um arquiteto de Cracóvia. A basílica foi construída entre 1999 e 2002. É uma estrutura de dois andares elipsoidal que se assemelha a um navio, capaz de acomodar cinco mil pessoas. A ideia do projeto do templo se refere aos raios emitidos a partir do coração de Jesus Misericordioso, cuja imagem está localizada no meio do presbitério. Abaixo da imagem há um tabernáculo de ouro em forma de globo e uma escultura de um arbusto rasgado pelo vento. A Basílica foi consagrada pelo Papa João Paulo II em 17 de agosto de 2002, durante sua última peregrinação à Polônia. Naquela época, o Santo Padre também confiou o mundo à Divina Misericórdia. 

Desde 6 de março de 2003, a igreja teve o título de Basílica Menor. Durante a peregrinação do Papa Bento XVI à Polônia, em 2006, o monumento de João Paulo II foi revelado na torre de observação, que mede 76 metros e é o ponto mais alto (mirante) em Cracóvia. Na parte inferior da basílica, há uma capela central dedicada a Santa Faustina, e quatro capelas laterais. Ao lado da parte superior da basílica, há a Capela da Adoração Perpétua do Santíssimo Sacramento. 

Fonte: JMJ 2016 - Cracóvia

SANTO ADRIANO - PERTENCIA À CHEFIA DA GUARDA ROMANA


SOFREU TODAS AS PRESSÕES PARA NEGAR A FÉ EM CRISTO E NA SUA IGREJA
Hoje, 07 de julho, a Igreja nos apresenta, Santo Adriano. Adriano viveu no século IV. Era casado com Natália. Recebia oração e via o testemunho de sua esposa nas pequenas coisas, na fidelidade, no amor a Deus e a ele.
Adriano pertencia à chefia da guarda romana, onde o Imperador Diocleciano perseguia duramente os cristãos. Numa ocasião, foram presos 22 cristãos, que testemunharam Jesus perante os tribunais. O coração de Adriano se decidiu por Cristo naquele momento e quis pertencer ao número daqueles heróis do Senhor. Decidiu-se por Cristo, foi preso, sofreu todas as pressões para negar a fé em Cristo e na Igreja.
Natália acompanhou tudo e orava pela fidelidade de seu esposo a Cristo. Adriano teve uma última chance de declarar seu amor à esposa e foi martirizado, queimado vivo, juntamente com os outros 22 cristãos.
Santo Adriano, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 6 de julho de 2015

IMAGEM DE NOSSA SENHORA APARECIDA PEREGRINA PELOS VICARIATOS DA ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO

Foto: Carlos Moioli

Depois da preparação dos missionários multiplicadores e da missão piloto na comunidade do Cantagalo, chegou o momento do envio da Igreja arquidiocesana para anunciar a esperança cristã: “Cristo é nossa esperança”. É o Ano da Esperança, contemplado pelo 11º Plano de Pastoral de Conjunto, que tem colocado a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro em permanente estado de missão.
Na celebração do envio dos missionários, realizada no último domingo, dia 5 de julho, na Catedral Metropolitana, a presença missionária da esperança – Nossa Senhora Aparecida –, cuja replica está em peregrinação por todas as dioceses do Brasil, em preparação à celebração dos 300 anos do encontro imagem histórica no rio Paraíba, esteve presente como grande intercessora também dos missionários e de todo povo carioca.
A imagem de Nossa Senhora Aparecida – explicou o coordenador de pastoral, monsenhor Joel Portella Amado – fará uma peregrinação por todos os vicariatos cariocas, e passará, principalmente, em locais nos quais a Igreja Católica não está presente de forma satisfatória.
“O que orientamos durante a peregrinação é que a imagem não fique restrita aos locais tradicionais, mas que ela seja a maior e a primeira grande missionária, de modo que passe nos lugares onde não exista a presença da Igreja, e que ela seja um caminho para a abertura de novas formas da presença católica nesses territórios”, disse.
O retorno da réplica ao santuário será na tradicional romaria arquidiocesana à Aparecida, que acontece há mais de cem anos e foi fixada no último sábado do mês de agosto – neste ano será no dia 29. Já nos meses seguintes, de setembro a novembro, acontecerá a missão continental. O conteúdo da Novena de Natal, em dezembro, também abordará a temática do Ano da Esperança, sendo uma oportunidade de dar continuidade à missão, ao anúncio do Evangelho de casa em casa.

“A intimidade da Igreja com Jesus é uma intimidade itinerante e pressupõe sair de si mesmo e caminhar, semeando sempre e até aonde for possível. O Papa Francisco convida todos os batizados a não se fecharem, mas a sair das próprias comunidades e ter a audácia de chegar até as periferias, humanas e sociais, que necessitam da graça de Deus, com a intercessão de Maria, mãe da Igreja”, frisou monsenhor Joel.
CRONOGRAMA DA PEREGRINAÇÃO
Vicariato Santa Cruz – de 6 a 12 de julho
Dia 06 de julho – Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Santa Cruz
Dia 07 de julho – Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em Paciência
Dia 08 de julho – Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Guaratiba
Dia 09 de julho – Paróquia Santa Clara, em Guaratiba
Dia 10 de julho – Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Santa Margarida
Dia 11 de julho – 08:30h - Paróquia Nossa Senhora da Conceição e Santo Antonio, em Guandu do Sena, onde às 8h30min será transmitida a Santa Missa do Rio Celebra, ao vivo, pela Rede Vida e WebTV Redentor. Será a Missa de Envio dos Missionários do Vicariato Santa Cruz.

Vicariato Oeste – de
 12 a 19 de julho
Dia 12 de julho, às 19h – Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Padre Miguel
Dia 13 de julho – Paróquia São Judas Tadeu, em Bangu
Dia 14 de julho – Paróquia Menino Jesus de Praga, em Vila Aliança
Dia 15 de julho – Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Realengo
Dia 16 de julho – Paróquia Maria Mãe da Igreja, em Padre Miguel
Dia 17 de julho – Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Coqueiros
Dia 18 de julho – Paróquia Nossa Senhora da Lapa, em Senador Camará
Dia 19 de julho – Paróquia Nossa Senhora Aparecida no Batã, em Realengo
Vicariato Sul – de 09 a 16 de agosto
De 9 a 11 de agosto – Paróquia Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado
De 11 a 13 de agosto – Basílica Imaculada Conceição, em Botafogo
De 13 a 15 de agosto – Paróquia Nossa Senhora da Paz, em Ipanema
De 15 a 17 de agosto – Paróquia Nossa Senhora de Copacabana, em Copacabana
Fonte: ARQRIO

SANTA MARIA GORETTI - VIRGEM E MÁRTIR



Hoje, 06 de julho, a Igreja celebra Santa Maria Goretti, a virgem e mártir que encantou e continua enriquecendo os cristãos com seu testemunho de “sim” a Deus e “não” ao pecado. Nascida em Corinaldo, centro da Itália, era de família pobre, numerosa e camponesa, mas muito temente a Deus.

Com a morte do pai, Maria Goretti, com os seus, foram morar num local perto de Roma, sob o mesmo teto de uma família composta por um pai viúvo e dois filhos, sendo um deles Alexandre. Aconteceu que este jovem por várias vezes tentou seduzir Goretti, que ficava em casa para cuidar dos irmãozinhos. E por ser uma menina temente a Deus, sua resposta era cheia de maturidade: “Não, não, Deus não quer; é pecado!”

Santa Maria Goretti, certa vez, estava em casa e em oração, por isso quando o jovem, que era de maior estatura e idade, tentou novamente seduzi-la, Goretti resistiu com mais um grande não. A resposta de Alexandre foram 14 facadas, enquanto da parte de Goretti, percebemos a santidade, na confidência à sua mãe: “Sim, o perdoo… Lá no céu, rogarei para que ele se arrependa… Quero que ele esteja junto comigo na glória eterna”.

O martírio desta adolescente, de apenas 12 anos, foi a causa da conversão do jovem assassino, que depois de sair da cadeia esteve com as 400 mil pessoas, na Praça de São Pedro, na ocasião da canonização dessa santa, e ao lado da mãe dela, que o perdoou também.

Santa Maria Goretti manteve-se pura e santa por causa do seu amor a Deus, por isso na glória reina com Cristo.

Santa Maria Goretti, rogai por nós!

domingo, 5 de julho de 2015

SANTO ANTÔNIO MARIA ZACCARIA - APAIXONADO POR JESUS EUCARÍSTICO

O santo de hoje, 05 de julho, foi um grande apaixonado por Jesus Eucarístico e pela Virgem Maria, por isso, santificado e “santificador” de muitos. Santo Antônio Maria Zaccaria, nasceu em Cremona, no norte da Itália em 1502 e, ao perder o pai muito cedo teve de sua mãe o grande gesto de amor que consistiu em dedicar-se somente para sua educação, tanto assim que, com apenas 22 anos, já era médico.

Ele fazia de sua profissão um apostolado, por isso não cuidava só do corpo, mas também da alma dos seus pacientes que eram tratados como irmãos deste médico corajoso, pois viviam em um ambiente impregnado pelo humanismo sem Deus.

Chamado por Cristo, ampliou seu apostolado ao ser ordenado sacerdote e, desta forma, pôde testemunhar Jesus e a unidade da Igreja num tempo em que as ciências de fundo pagão, a decadência das ordens religiosas, do clero, pediam não uma Reforma Protestante, mas sim uma santidade transformadora.

Fundador dos Clérigos Regulares de São Paulo e, com a ajuda de uma condessa, da Congregação das Angélicas de São Paulo, Antônio viveu, comunicou vida num dos períodos mais difíceis da Igreja de Cristo. Depois de muito propagar a devoção a Jesus Eucarístico, por ter trabalhado demais, veio com 37 anos “dormir” nos braços de sua mãe terrestre e acordar nos braços de sua Mãe Celeste.

Santo Antônio Maria Zaccaria, rogai por nós!

sábado, 4 de julho de 2015

É IMPOSSÍVEL QUE O UNIVERSO NÃO TENHA SIDO CRIADO POR DEUS - VEJA POR QUE



SANTA ISABEL - MULHER DE ORAÇÃO E CENTRADA NA EUCARISTIA


Hoje, 04 de julho, a Igreja nos apresenta, Santa Isabel. Isabel nasceu na Espanha no ano de 1270. Pertencia à família real de Aragão, que lhe concedeu uma ótima formação cristã. Foi entregue em casamento ao rei Diniz, rei de Portugal, com apenas 12 anos de idade, e já dava testemunho de uma esposa cristã, uma mulher de oração e centrada na Eucaristia e ajudou a propagar a grande devoção à Nossa Senhora da Conceição. Aos 20 anos teve seu filho Afonso IV, que viveu muitos conflitos com o pai.
Isabel era mulher de caridade e reconciliadora, vivendo isso bem a partir de sua família. Era rainha, mas nunca esqueceu que também era irmã dos mais necessitados. Uma de suas últimas obras de caridade talvez, foi cuidar do seu próprio esposo. Dom Diniz que tanto a fez sofrer, agora precisava dos cuidados de Isabel, que se dispôs, quis cuidar dele. Ele ficou doente em 1324 e faleceu no ano seguinte. Então Isabel deixou a sua condição de viver no palácio como rainha e recebeu o hábito como franciscana, clarissa.
Em 1336 saiu de Coimbra e foi ao encontro de seu filho, devido a um novo conflito familiar. Mesmo com 66 anos e enferma conseguiu chegar. Foi acolhida e ouvida por seu filho. Ali ela faleceu, mas foi enterrada em Coimbra, como era seu desejo. Está enterrada em uma Igreja dedicado a ela.
Santa Isabel, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

sexta-feira, 3 de julho de 2015

SÃO TOMÉ - FOI UM DOS DOZE APÓSTOLOS DE JESUS


Hoje, 03 de julho, a Igreja nos apresenta, São Tomé. Tomé pertenceu ao grupo dos doze apóstolos. O Senhor o chamou dentro de sua realidade, com suas fraquezas e até com suas crises de fé.
Nosso Senhor Jesus revelou a nós coisas maravilhosas através de São Tomé:
“Tomé lhe disse: ‘Senhor, nós nem sabemos para onde vais, como poderíamos saber o caminho?’ Jesus lhe disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai a não ser por mim” (Jo 14,6).
Tomé nunca teve medo de expor a realidade de sua fé e de sua razão, que queria saber cada vez mais e melhor. Quando Jesus apareceu aos apóstolos ao ressuscitar, Tomé não estava ali, e aí encontramos seu testemunho: “Oito dias depois, os discípulos encontravam-se reunidos na casa, e Tomé estava com eles. Estando as portas fechadas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!” Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” (Jo 20,26-28).
O Papa São Gregório Magno meditando essa realidade de São Tomé diz: “A incredulidade de Tomé não foi um acaso, mas prevista nos planos de Deus. O discípulo, que, duvidando da Ressurreição do Mestre, pôs as mãos nas chagas do mesmo, curou com isso a ferida da nossa incredulidade”.
Segundo a Tradição, Tomé teria ido, depois de Pentecostes, evangelizar pelo Oriente e Índia onde morreu martirizado, ou seja, morreu por amor, testemunhando a sua fé.
São Tomé, rogai por nós !
Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 2 de julho de 2015

PAPA FRANCISCO VISITA 3 PAÍSES DA AMÉRICA DO SUL A PARTIR DE DOMINGO


A América Latina que Francisco vai encontrar, segundo Card. Parolin


Cidade do Vaticano (RV) – Às vésperas da segunda viagem do Papa Francisco à América Latina, que terá início no próximo domingo (5/7), o Cardeal Secretário de Estado, Pietro Parolin, concedeu uma entrevista ao Centro Televisivo Vaticano, onde tratou dos principais temas que deverão guiar a viagem do Papa ao Equador, Bolívia e Paraguai.
Ao responder às perguntas de Barbara Castelli, o Cardeal Parolin retomou as palavras pronunciadas por Francisco na Basílica de São Pedro, em 12 de dezembro passado, na Solenidade de Nossa Senhora de Guadalupe. Citando a conhecida expressão do predecessor João Paulo II, que definia a América Latina o continente da esperança, Francisco explicou que dela “se esperam novos modelos de desenvolvimento que conjuguem tradição cristã e progresso civil, justiça e equidade com reconciliação, progresso científico e tecnológico com sabedoria humana, sofrimento fecundo com alegria esperançosa”. E nestes elementos o Secretário de Estado – que foi Núncio apostólico na Venezuela – identificou aquela que define “a fisionomia da América Latina” em geral e, em particular, também dos três países que o Papa visita.
Interpelado pela jornalista sobre o papel que esta parte do mundo pode desempenhar na Igreja e que impulsos pode oferecer à política internacional, o purpurado respondeu descrevendo um “continente em movimento”, no qual são evidentes “transformações a todos os níveis: cultural, econômico e político. Durante estes decênios – observou – ele pôde usufruir de uma fase muito positiva, que permitiu que as pessoas emergissem da pobreza extrema, se emancipassem da miséria e se incorporassem progressivamente na classe média”. O purpurado citou ainda “os acentuados fenômenos de urbanização” que deram origem “às megalópoles da América Latina” e a “outros fenômenos ligados à globalização, que se sente de modo evidente também nesta parte do mundo”. Precisamente diante destes novos cenários, “que levam também a uma secularização da sociedade latino-americana, mesmo se em formas que não são homologáveis com o mundo ocidental, a Igreja escolheu o caminho da conversão pastoral, da missionariedade, do compromisso missionário. E neste sentido pode tornar-se paradigmática para muitas outras partes do mundo”. De resto, o próprio magistério do Papa aprofunda as suas raízes no documento de Aparecida, que com as suas referências à primazia da graça, à misericórdia e à coragem apostólica é proposto com Francisco a toda a Igreja universal.
No tocante aos aspectos políticos, o purpurado comparou a América Latina a “um laboratório no qual se estão experimentando novos modelos de participação e formas mais representativas”, para dar “voz às camadas de população que até agora não foram ouvidas o suficiente. Trata-se da busca de um próprio caminho para a democracia, que tenha em consideração as peculiaridades daqueles países; que saiba conjugar a participação de todos – por conseguinte o pluralismo – com as liberdades fundamentais e com o respeito dos direitos humanos”. (Observatore Romano)
Fonte: Rádio Vaticano

quarta-feira, 1 de julho de 2015

AS PORTAS DO CÉU

Este vídeo de 2 minutos fala por si só, dando-nos 
a lição mais importante de todos os tempos.

Quando sua vida estiver difícil demais, lembre-se deste vídeo! 

E compartilhe-o com aquelas pessoas que estão carregando uma cruz 

muito pesada, para recordar-lhes a recompensa que as aguarda!




Fonte: Aleteia

terça-feira, 30 de junho de 2015

NOVAS COMUNIDADES REÚNEM-SE EM CONGRESSO NACIONAL EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO EM SÃO PAULO



“Tende em vós o mesmo sentimento de Cristo Jesus”! Este é o tema do XIII Congresso Nacional das Novas Comunidades que acontecerá nos próximos dias 24 a 26 de julho e que será sediado pela Comunidade Católica Mar a Dentro, em São José do Rio Preto (São Paulo).

O principal objetivo do evento é reunir as Novas Comunidades Católicas do Brasil para um período de formação, espiritualidade e partilha, tendo em vista a necessidade de uma preparação adequada para responder ao apelo de uma nova evangelização e de um alegre anúncio do Evangelho.


O Congresso, promovido pelo Regional Brasil da Catholic Fraternity, este ano será organizado pela Comunidade Católica Mar a Dentro, em meio às celebrações do seu Jubileu de 25 anos de Fundação.


O tema deste Congresso, “Tende em vós o mesmo sentimento de Cristo Jesus” (Fl 2,5), quer lançar uma luz mais intensa sobre o fato de que Jesus Cristo e os seus sentimentos devem ser o centro de toda existência cristã e de toda missão e formação eclesial. Os sentimentos do Filho devem orientar todos os aspectos e dimensões do homem e da fé, conduzindo-os assim a um ponto bem preciso, o próprio Cristo.


O evento contará com a presença de Dom Orani Tempesta, O.Cist., Cardeal do Rio de Janeiro e Membro do Pontifício Conselho para os Leigos; Dom Alberto Taveira, Arcebispo de Belém, Consultor do Pontifício Conselho para os Leigos e Diretor Espiritual da Catholic Fraternity; Monsenhor Tony Anatrella, psicanalista, Consultor do Pontifício Conselho para a Família e membro do Pontifício Conselho para a Saúde, Monsenhor Jonas Abib, Fundador da Canção Nova, além de outros pregadores nacionais e internacionais, especialistas em diversas áreas, representantes do episcopado brasileiro e membros expoentes das novas Comunidades. Além das colocações principais, haverá diversos Workshops voltados a temas específicos como a realidade das novas fundações, a direção espiritual, a formação, a ligação entre a RCC e as Novas Comunidades, a família, os sacerdotes nas novas comunidades, e a Vida Consagrada.


O Congresso se destina não somente aos membros das Novas Comunidades, mas é aberto a todos.


Saiba mais sobre o Congresso, conheça os pregadores e faça ainda hoje a sua inscrição pelo site:


Fonte: Comunidade Mar a Dentro / Via: Aleteia

segunda-feira, 29 de junho de 2015

SÃO PEDRO E SÃO PAULO - GRANDES EVANGELIZADORES E MISSIONÁRIOS DA IGREJA DE CRISTO


Hoje, 29 de junho, a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo apóstolos. Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.
Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro.
Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo. Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.

Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.
Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério.
Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação. Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.
São Pedro e São Paulo, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova


domingo, 28 de junho de 2015

SANTO IRINEU - GRANDE BISPO E MÁRTIR


Foi Santo Irineu quem escreveu contra os hereges, sobre a sucessão apostólica e muito dos dados que temos hoje

Hoje, 28 de junho, a Igreja celebra a memória do grande bispo e mártir, Santo Irineu que, pelos seus escritos, tornou-se o mais importante dos escritores cristãos do século II.

Nascido na Ásia Menor, foi discípulo de São Policarpo, que por sua vez conviveu diretamente com o Apóstolo São João, o Evangelista. Ao ser ordenado por São Policarpo, Irineu foi para a França e assumiu várias funções de serviço à Igreja de Cristo (que crescia em número de comunidades e necessidade de pastoreio).

Importante contribuição deu à Igreja do Oriente quando foi em missão de paz para um diálogo com o Papa Eleutério sobre a falta de unidade na data da celebração da Páscoa, pois o Oriente corria ao risco de excomunhão, sendo fiel ao significado do seu próprio nome – portador da paz – logrou êxito nessa missão, já que isto nada interferia na unidade da fé.

Ao voltar da missão deparou-se com a morte do bispo Potino, o qual o havia enviado para Roma e, sendo assim, foi ele o escolhido para sucessor do episcopado de Lião. Erudito, simples, orante e zeloso bispo, foi Santo Irineu quem escreveu contra os hereges, sobre a sucessão apostólica e muito dos dados que temos hoje, sobre a história da Igreja do século II.

Este grande bispo morreu mártir na perseguição do imperador Severo.

Santo Irineu, rogai por nós!