Mostrando postagens com marcador SERVIÇO NA IGREJA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SERVIÇO NA IGREJA. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

PAPA FRANCISCO NOMEIA TRÊS NOVOS BISPOS PARA O BRASIL

O papa Francisco nomeou no último dia 24 de fevereiro de 2015, o padre José Aristeu Vieira como bispo da diocese de Luz (MG) (foto, à direita). Atualmente, padre Aristeu exerce a função de pároco da paróquia Imaculada Conceição, em Buritizeiro (MG).
Acolhendo a solicitação do arcebispo de Campo Grande (MS), dom Dimas Lara Barbosa, o papa também nomeou, como bispo auxiliar da arquidiocese de Campo Grande, frei Janusz Danecki, pároco da paróquia Nossa Senhora de Fátima em Juruá, na Prelazia de Tefé (AM).
Na mesma data, foi nomeado para a diocese de Três Lagoas (MS) o padre Luiz Gonçalves Knupp, atualmente pároco da paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Marialva (PR).

Perfil e missão
Padre José Aristeu Vieira é natural de Rio Vermelho (MG), nascido em 14 de julho de 1952. Foi ordenado sacerdote em 13 de outubro de 1979. Em sua trajetória presbiteral de 35 anos, padre Aristeu exerceu diferentes atividades pastorais. Durante 18 anos atuou na Pastoral Vocacional Arquidiocesana. Foi coordenador de pastoral da arquidiocese, coordenador do regional da Pastoral Vocacional do Leste 2 e membro do Grupo de Animação e Reflexão Vocacional (GAV) da CNBB. No período de 2003 a 2006, esteve como presidente da Comissão de Presbíteros no Leste 2. Em 2007, foi eleito membro Permanente do Conselho Geral do Prado, residindo em Lyon, na França até 2013. Atualmente, exerce a presidência da Associação dos presbíteros da Arquidiocese de Diamantina (APAD).

Auxiliar de Campo Grande 
Natural de Sochaczew, na Polônia, frei Janusz Marian Danecki, pertence à Ordem dos Frades Menores Conventuais (OFMConv). Nasceu em 8 de setembro de 1951, Ingressou no Seminário Menor de Niepokalanów aos 14 anos. Foi ordenado presbítero no dia 19 de junho de 1977, em Sochaczew. Por oito anos exerceu o ministério sacerdotal na Polônia, passando por diversas paróquias e também na arquidiocese de Varsóvia até 1984. Desempenhou atividade na Pastoral Vocacional e no Centro Vocacional de Niepokalanów. Em 14 de abril de abril de 1985, foi enviado à Missão de São Maximiliano Maria Kolbe no Brasil.
Na arquidiocese de Brasília e diocese de Luziânia (GO), ocupou a função de pároco em diferentes paróquias. No período d e1987 a 1994, exerceu atividade de formador no Seminário Propedêutico da Ordem dos Frades Menores Conventuais, no Jardim da Imaculada, em Luziânia e no Seminário São Francisco de Assis, em Brasília . Foi diretor Nacional do Movimento Milícia da Imaculada e vigário da Província São Maximiliano Maria Kolbe no Brasil de 2003 a 2007. Em 2008, seguiu para a Missão Franciscana na Amazônia, onde está como paróco, na prelazia de Tefé (AM).

Bispo de Três Lagoas
Padre Luiz Gonçalves Knupp é paranaense, nascido em 29 de novembro de 1967, na cidade de Mandaguari (PR). Sua ordenação presbiteral ocorreu em 24 de abril de 1999. Possui Pós-graduação em Formação de Educadores pela Faculdade Jesuíta de Filosofia de Teologia. Na arquidiocese de Maringá exerceu a função de pároco nas paróquias Nossa Senhora de Guadalupe, Nossa Senhora de Fátima e paróquia Menino Jesus de Praga e São Francisco Xavier.
Em sua caminhada sacerdotal, exerceu atividade de assessor arquidiocesano da Pastoral da Juventude até 2001, assessor dos diáconos permanentes e organizador e coordenador da Escola Diaconal e diretor Espiritual da Comunidade Emaús, de 2003 a 2004. Também foi diretor Espiritual do Seminário de Teologia Santíssima Trindade, em Londrina (PR), de 2007 a 2013, e membro da equipe de coordenação da Animação Bíblico Catequética do regional Sul 2, no mesmo período. Desde 2013 está como membro da coordenação da Ação Evangelizadora da arquidiocese de Maringá e do Conselho Presbiteral.
Fonte: CNBB

sábado, 3 de janeiro de 2015

A IMPORTÂNCIA DOS COROINHAS E MARIANINHAS


O trabalho realizado pelos coroinhas durante a celebração é de muita importância, pois ajuda no andamento da celebração e para que tudo saia dentro do planejado. O Papa João Paulo II escreveu uma carta dedicada aos coroinhas, veja:

João Paulo II pede para que se dedique maior atenção aos coroinhas

Cidade do Vaticano, 7/4/2004

João Paulo II pediu às comunidades paroquiais e aos sacerdotes que dediquem maior atenção aos coroinhas, meninos e jovens que ajudam no serviço ao altar, pois constituem um "viveiro de vocações sacerdotais”.

O pontífice lança seu pedido na tradicional Carta que envia aos sacerdotes do mundo com motivo da Quinta-feira Santa, na qual presta particular atenção à oração e ao compromisso da Igreja para suscitar vocações à vida consagrada.

"Cuidai especialmente dos coroinhas, que são como um “viveiro” de vocações sacerdotais", explica o Papa na carta que escreve há 25 anos aos presbíteros do mundo nesta data, na qual se celebra os momentos em que Jesus instituiu a Eucaristia e o sacerdócio na última Ceia.

"O grupo de acólitos, bem acompanhado por vós no âmbito da comunidade paroquial, pode percorrer um válido caminho de crescimento cristão, formando quase uma espécie de pré-seminário", declara.
"Recorrendo à cooperação de famílias mais sensíveis e dos catequistas segui, com solícita atenção, o grupo dos acólitos para que, através do serviço do altar, cada um deles aprenda a amar cada vez mais o Senhor Jesus, reconheça-O realmente presente na Eucaristia e saboreie a beleza da liturgia", sugere o Santo Padre.
"Todas as iniciativas para os acólitos, organizadas a nível diocesano e por zonas pastorais, devem ser promovidas e estimuladas, tendo sempre em conta as diversas faixas etárias", sublinha.

O Papa Karol Wojtyla se remete à sua experiência de arcebispo de Cracóvia, quando pôde apreciar, segundo revela, "quão proveitoso é dedicar-se à sua formação humana, espiritual e litúrgica".

"Quando crianças e adolescentes realizam o serviço do altar com alegria e entusiasmo, oferecem aos da sua idade um testemunho eloqüente da importância e da beleza da Eucaristia", declara.

"Graças à acentuada sensibilidade imaginativa, que caracteriza a sua idade, e com as explicações e o exemplo dos sacerdotes e dos colegas mais velhos, também os miúdos podem crescer na fé e apaixonar-se pelas realidades espirituais", assegura o Santo Padre.

"Nas regulares celebrações dominicais e feriais, os acólitos encontram-vos a vós, nas vossas mãos vêem “fazer-se” a Eucaristia, no vosso rosto lêem o reflexo do Mistério, no vosso coração intuem a chamada a um amor maior", diz o Papa em sua carta aos sacerdotes.

"Sede para eles pais, mestres e testemunhas de piedade eucarística e santidade de vida", conclui.Ao apresentar esta terça-feira à imprensa a Carta do Papa aos sacerdotes, o cardeal Darío Castrillón Hoyos, prefeito da Congregação para o Clero, disse que na promoção de vocações ao sacerdócio a atenção aos coroinhas é decisiva."Se as crianças e os jovens vêem no sacerdote a alegria de ser ministros de Cristo e depositários dos mistérios divinos, a generosidade para administrar os sacramentos, em particular a Reconciliação e a Eucaristia, então se perguntarão se não pode ser esta" "a opção mais cheia de felicidade para suas vidas", afirmou o purpurado colombiano.

Pediria que em cada paróquia se organizasse um grupo de coroinha.


Por: Dom Nelson Ferreira (Bispo de Valença - Rio de Janeiro)