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Convido você a conhecer a beleza do trabalho da Igreja Católica Apostólica Romana, instituída pelo próprio Jesus Cristo, pelo mundo todo.
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Por: José Vicente Ucha Campos
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sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
VIAGEM DO PAPA AO QUÊNIA, UGANDA E REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA
O Papa Francisco em sua primeira viagem ao Continente Africano, visitará três países desse continente. São eles: Quênia, Uganda e República Centro-Africana. O Papa está muito feliz com essa visita e não se mostra preocupado com a sua segurança, chegando a dizer que a única ameaça que o preocupa são os mosquitos.
O Papa pediu também que os fiéis do mundo todo rezem por essa sua visita apostólica aos países da África.
Eis a programação oficial da visita do Papa ao continente africano:
Para assistir aos vídeos da viagem, ver as fotos e saber das últimas notícias, acesse:
Fonte: Acidigital
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA - PROTETORA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Lembramos
a vida desta santa que é inspiradora e protetora de um Estado brasileiro: Santa
Catarina
Hoje, 25 de novembro, a Igreja celebra Santa Catarina de Alexandria. Nascida
em Alexandria, recebeu uma ótima formação cristã. É uma das mais célebres
mártires dos primeiros séculos, um dos Santos Auxiliadores. O pai, diz a lenda,
era Costes, rei
de Alexandria. Ela própria era, aos 17 anos, a mais bonita e a mais sábia das
jovens de todo o império; esta sabedoria levou-a a ser muitas vezes invocada
pelos estudantes. Anunciou que desejava casar-se, contanto que fosse com um
príncipe tão belo e tão sábio como ela. Esta segunda condição embargou que se
apresentasse qualquer pretendente.
“Será
a Virgem Maria que te procurará o noivo sonhado”, disse-lhe o ermitão Ananias,
que tinha revelações. Maria aparece, de fato, a Catarina na noite seguinte,
trazendo o Menino Jesus pela mão. “Gostas tu d’Ele?”, perguntou Maria. -“Oh,
sim”. -“E tu, Jesus, gostas dela?” -“Não gosto, é muito feia”. Catarina foi
logo ter com Ananias: “Ele acha que sou feia”, disse chorando. -“Não é o teu
corpo, é a tua alma orgulhosa que Lhe desagrada”, respondeu o eremita. Este
instruiu-a sobre as verdades da fé, batizou-a e tornou-a humilde; depois disto,
tendo-a Jesus encontrado bela, a Virgem Santíssima meteu aos dois o anel no
dedo; foi isto que se ficou chamando desde então o “casamento místico de Santa
Catarina”.
Ansiosa
de ir ter com o seu Esposo celestial, Catarina ficou pensando unicamente no
martírio. Conta-se que ela apresentou-se em nome de Deus, diante do
perseguidor, imperador Maxêncio, a
fim de repreendê-lo por perseguir aos cristãos e demonstrar a irracionalidade e
inutilidade da religião pagã. Santa Catarina, conduzida pelo Espírito Santo e
com sabedoria, conseguiu demonstrar a beleza do seguimento de Jesus na sua
Igreja. Incapaz de lhe responder, Maxêncio reuniu para a confundir os 50 melhores
filósofos da província que, além de se contradizerem, curvaram-se para a
Verdade e converteram-se ao Cristianismo, isto tudo para a infelicidade do
terrível imperador.
Maxêncio
mandou os filósofos serem queimados vivos, assim como à sua mulher Augusta, ao
ajudante de campo Porfírio e a duzendos oficiais que, depois de ouvirem
Catarina, tinham-se proclamado cristãos. Após a morte destes, Santa Catarina
foi provada na dor e aprovada por Deus no martírio, tendo sido sacrificada numa
máquina com quatro rodas, armadas de pontas e de serras. Isto aconteceu por
volta do ano 305. O seu culto parece ter irradiado do Monte Sinai; a festa foi
incluída no calendário pelo Papa João XXII (1316-1334).
Santa
Catarina de Alexandria, rogai por nós!
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
SÃO CLEMENTE I - QUARTO PAPA QUE GOVERNOU A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA
Com grande alegria e veneração lembramos a vida de São Clemente I
Hoje, 23 de novembro, a Igreja celebra São Clemente I. São Clemente assumiu a Cátedra de Pedro, depois de Lino, Anacleto e com muito empenho regeu a Igreja de Roma dos anos 88 até 97.
Sobressai no seu pontificado um documento de primeira grandeza, fundamental a favor do primado universal do Bispo de Roma: a carta aos Coríntios, escrita no ano de 96.
Perturbada por agitadores presumidos e invejosos, a comunidade cristã de Corinto ameaçava desagregação e ruptura.
São Clemente escreve-lhe então uma extensa carta de orientação e pacificação, repassada de energia persuasiva, recomendando humildade, paz e obediência à hierarquia eclesiástica já então definida nos seus diversos graus: Bispos, Presbíteros e Diáconos.
Esta sua intervenção mostra que Clemente, para além de Bispo de Roma, sentia-se responsável e com autoridade sobre as outras Igrejas.
E saliente-se que, nessa altura, vivia ainda o Apóstolo São João, o que nos permite concluir que o Primado não foi de modo algum uma ideia meramente nascida de circunstâncias favoráveis, mas uma convicção clara logo desde o início. Se assim não fosse, nunca São Clemente teria ousado meter-se onde, por hipótese, não era chamado.
João, como Apóstolo de Cristo, era sem dúvida uma figura venerável. Mas era ao Bispo de Roma, como sucessor de São Pedro, que competia o governo da cristandade.
Uma tradição, que remonta ao fim do século IV, afirma que São Clemente terminou sua vida com o martírio. Seu nome ficou incluído no Cânon Romano da Missa.
São Clemente I, rogai por nós!
domingo, 22 de novembro de 2015
PADRE CATÓLICO CEDE IGREJA PARA FIÉIS DA IGREJA BATISTA REALIZAREM CULTO EM MARIANA - MG
Os acontecimentos recentes com a tragédia ocorrida em Mariana, MG com o rompimento das barragens da mineradora Samarco deixou muitas vítimas e um rastro de destruição e tristeza para os moradores.
Diante da tragédia, muitos moradores perderam tudo o que tinha, e precisaram se alocar e iniciar uma nova vida.
A Primeira Igreja Batista de Mariana foi atingida pela lama do desastre, e o templo da igreja foi totalmente destruído com a tragédia. Porém um ato inusitado por parte de um padre de Mariana fez em meio ao caos, pessoas acreditarem que é possível vivermos em um mundo onde o amor e a solidariedade possam falar mais alto do que a divisão da religião.
De acordo com o padre, nesse momento de tristeza e dor, a missão como cristãos e filhos do mesmo Deus, é acolhermos uns aos outros como Cristo fez.
O gesto fez que católicos e evangélicos se unissem no momento de solidariedade, e os cultos tem sido motivo de alegria entre ambos os grupos, e até mesmo o padre tem participado dos cultos Batista, em sua Igreja.
Tem sido uma bênção relata um fiel da Batista, temos sentido verdadeiramente o amor de Deus nos unir nesses últimos dias.
O que acharam da atitude do padre, deixem suas opiniões!
Fonte: Portal Padom
SANTA CECÍLIA - VIRGEM, MÁRTIR E PADROEIRA DOS MÚSICOS
Santa Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto que uma basílica foi construída em sua honra no século V
Hoje, 22 de novembro, celebramos a santidade da virgem que foi exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, pois em tudo glorificou a Jesus. Santa Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto que uma basílica foi construída em sua honra no século V.
Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda. A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja, que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trastévere; o terreno tornou-se cemitério de São Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos Papas.
No século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia, para satisfazer a curiosidade deles, foi então publicada uma Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres.
Segundo o relato da sua Paixão Cecília fora uma bela cristã da mais alta nobreza romana que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre jovem chamado Valeriano. Aconteceu que, no dia das núpcias, a jovem noiva, em meio aos hinos de pureza que cantava no íntimo do coração, partilhou com o marido o fato de ter consagrado sua virgindade a Cristo e que um anjo guardava sua decisão.
Valeriano, que até então era pagão, a respeitou, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o anjo. Desse desafio ela conseguiu a conversão do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano, sendo então preparado e batizado, juntamente com um irmão de sangue de nome Tibúrcio. Depois de batizado, o jovem, agora cristão, contemplou o anjo, que possuía duas coroas (símbolo do martírio) nas mãos. Esse ser celeste colocou uma coroa sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano, o que significava um sinal, pois primeiro morreu Valeriano e seu irmão por causa da fé abraçada e logo depois Santa Cecília sofreu o martírio, após ter sido presa ao sepultar Valeriano e Tibúrcio na sua vila da Via Ápia.
Colocada diante da alternativa de fazer sacrifícios aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, ela respondeu: “É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida”. Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou que lhe decapitassem a cabeça.
Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: “Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro Esposo”.
Essas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos.
Hoje essa grande mártir e padroeira dos músicos canta louvores ao Senhor no céu.
Santa Cecília, rogai por nós!
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
COMO NASCE UMA VOCAÇÃO SACERDOTAL OU RELIGIOSA ?
Neste espaço dedicado ao Ano da
Vida Consagrada, hoje vamos falar de como nasce uma vocação sacerdotal ou
religiosa. Na verdade, não há uma receita nem um manual para identificar um
chamado.
Cada consagrado amadureceu seu percurso de maneira diferente. Às vezes, há um fato determinante e marcante que indica o caminho, outras vezes, o chamado não é tão evidente e é preciso lapidá-lo.
Esta, por exemplo, foi a experiência da salesiana Gisele Rodrigues Coelho, de São Paulo, cuja vocação começou com um empurrãozinho de sua mãe, que num momento de dúvida de sua filha sobre o que fazer da sua vida ao completar 18 anos, foi questionada sobre o por que não seguir a vida consagrada como freira, já que gostava tanto de frequentar a igreja. Após um momento de dúvida e reflexão, encontrou o seu caminho de dedicação à Jesus.
Já para o paranaense Adilson Janovski, Irmão Marista, o chamado ocorreu através dos meios de comunicação, quando Irmãos Maristas fizeram a divulgação da sua congregação em uma TV do Paraná e ele se sentiu atraído e procurou os irmãos daquela congregação, vindo a ingressar na mesma e estando até hoje.
Existe ainda a experiência de um padre que conheço, que ama o seu sacerdócio, e que teve a sua experiência do chamado de Deus para a vida sacerdotal quando ainda muito jovem. Vindo do Sertão de Alagoas, sozinho, para o Rio de Janeiro, um dia foi chamado a participar de um Evento de Jovens numa igreja e lá assistiu a uma palestra de outro jovem que lhe tocou profundamente. Ficou confuso, pois não sabia ainda o que estava acontecendo, mas se sentiu também impelido a procurar um sacerdote que o orientou nos primeiros passos da sua vocação sacerdotal.
Outra experiência significativa é a do próprio Papa Francisco. Para o Pontífice, seu chamado ocorreu em dia e lugar precisos: 21 de setembro de 1953, num confessionário. E ele recordou este momento no encontro mundial dos jovens consagrados, há pouco menos de um mês:
“Mas não sei como foi. Sei que por acaso, entrei na igreja, vi um confessionário e saí diferente, saí de outra maneira. Ali a vida mudou. E o que me fascinou do Jesus do Evangelho? Não sei... a sua proximidade de mim: o Senhor nunca me deixou sozinho, nem sequer nos momentos piores e escuros, nos momentos dos pecados... Nem sequer naqueles momentos, o Senhor me deixou sozinho. E não só a mim, a todos. O Senhor nunca abandona ninguém.
E eu senti esta chamada para ser sacerdote e religioso. O sacerdote que me confessou naquele dia, que eu não conhecia, estava ali por acaso, porque tinha leucemia, estava a ser curado e faleceu um ano mais tarde. E depois guiou-me um Salesiano, um Salesiano que me tinha batizado. Fui ter com ele e ele orientou-me para os Jesuítas... Ecumenismo religioso! Mas nos momentos mais difíceis, nunca me ajudou tanto a memória daquele primeiro encontro, porque o Senhor nos encontra sempre definitivamente, o Senhor não entra na cultura do provisório: Ele ama-nos para sempre, acompanha-nos para sempre.”
Como vimos, Deus chama os escolhidos de diversas formas. O importante é perceber o chamado e abrir o coração a essa experiência totalmente nova e radical, sem medo e sem muitos questionamentos, pois o Senhor, como nos diz o Papa Francisco, sempre estará conosco em todos os momentos, fortalecendo o nosso coração para aceitarmos com entusiasmo e firmeza essa experiência arrebatadora.
E você que está incomodado, meio confuso e sentindo um sentimento diferente em seu coração. Já se perguntou se não é o próprio Jesus te chamando a serví-lo através de uma vocação sacerdotal ou religiosa?
Abra seu coração a ELE !
Fontes: Rádio Vaticano / Blog a Igreja Católica no Mundo
Cada consagrado amadureceu seu percurso de maneira diferente. Às vezes, há um fato determinante e marcante que indica o caminho, outras vezes, o chamado não é tão evidente e é preciso lapidá-lo.
Esta, por exemplo, foi a experiência da salesiana Gisele Rodrigues Coelho, de São Paulo, cuja vocação começou com um empurrãozinho de sua mãe, que num momento de dúvida de sua filha sobre o que fazer da sua vida ao completar 18 anos, foi questionada sobre o por que não seguir a vida consagrada como freira, já que gostava tanto de frequentar a igreja. Após um momento de dúvida e reflexão, encontrou o seu caminho de dedicação à Jesus.
Já para o paranaense Adilson Janovski, Irmão Marista, o chamado ocorreu através dos meios de comunicação, quando Irmãos Maristas fizeram a divulgação da sua congregação em uma TV do Paraná e ele se sentiu atraído e procurou os irmãos daquela congregação, vindo a ingressar na mesma e estando até hoje.
Existe ainda a experiência de um padre que conheço, que ama o seu sacerdócio, e que teve a sua experiência do chamado de Deus para a vida sacerdotal quando ainda muito jovem. Vindo do Sertão de Alagoas, sozinho, para o Rio de Janeiro, um dia foi chamado a participar de um Evento de Jovens numa igreja e lá assistiu a uma palestra de outro jovem que lhe tocou profundamente. Ficou confuso, pois não sabia ainda o que estava acontecendo, mas se sentiu também impelido a procurar um sacerdote que o orientou nos primeiros passos da sua vocação sacerdotal.
Outra experiência significativa é a do próprio Papa Francisco. Para o Pontífice, seu chamado ocorreu em dia e lugar precisos: 21 de setembro de 1953, num confessionário. E ele recordou este momento no encontro mundial dos jovens consagrados, há pouco menos de um mês:
“Mas não sei como foi. Sei que por acaso, entrei na igreja, vi um confessionário e saí diferente, saí de outra maneira. Ali a vida mudou. E o que me fascinou do Jesus do Evangelho? Não sei... a sua proximidade de mim: o Senhor nunca me deixou sozinho, nem sequer nos momentos piores e escuros, nos momentos dos pecados... Nem sequer naqueles momentos, o Senhor me deixou sozinho. E não só a mim, a todos. O Senhor nunca abandona ninguém.
E eu senti esta chamada para ser sacerdote e religioso. O sacerdote que me confessou naquele dia, que eu não conhecia, estava ali por acaso, porque tinha leucemia, estava a ser curado e faleceu um ano mais tarde. E depois guiou-me um Salesiano, um Salesiano que me tinha batizado. Fui ter com ele e ele orientou-me para os Jesuítas... Ecumenismo religioso! Mas nos momentos mais difíceis, nunca me ajudou tanto a memória daquele primeiro encontro, porque o Senhor nos encontra sempre definitivamente, o Senhor não entra na cultura do provisório: Ele ama-nos para sempre, acompanha-nos para sempre.”
Como vimos, Deus chama os escolhidos de diversas formas. O importante é perceber o chamado e abrir o coração a essa experiência totalmente nova e radical, sem medo e sem muitos questionamentos, pois o Senhor, como nos diz o Papa Francisco, sempre estará conosco em todos os momentos, fortalecendo o nosso coração para aceitarmos com entusiasmo e firmeza essa experiência arrebatadora.
E você que está incomodado, meio confuso e sentindo um sentimento diferente em seu coração. Já se perguntou se não é o próprio Jesus te chamando a serví-lo através de uma vocação sacerdotal ou religiosa?
Abra seu coração a ELE !
Fontes: Rádio Vaticano / Blog a Igreja Católica no Mundo
SANTO EDMUNDO - SUSTENTO E APOIO DOS FRACOS
A ambição de Santo Edmundo era manter a paz e assegurar a felicidade dos súditos
Hoje, 20 de novembro, a Igreja celebra Santo Edmundo.
Reinava Offa nos Estados ingleses. Desejando terminar seus dias em Roma, no exercício da piedade e da penitência, passou a coroa para Edmundo, de quinze anos de idade, descendente dos antigos reis anglo-saxões da Grã-Bretanha.
Edmundo, segundo os seus historiadores, foi coroado no dia de Natal de 855. Suas qualidades morais tornaram-no modelo dos bons reis. Tinha grande aversão aos lisonjeiros; toda a sua ambição era manter a paz e assegurar a felicidade dos súditos. Daí o grande zelo na administração da justiça e na implantação dos bons costumes nos seus Estados. Foi o pai dos súditos, sobretudo dos pobres, protetor das viúvas e dos órfãos, sustento e apoio dos fracos. O fervor no serviço de Deus realçava o brilho das suas outras virtudes. A exemplo dos monges e de várias outras pessoas piedosas, aprendeu o saltério de cor.
No décimo quinto ano do seu reinado, foi atacado pelos Dinamarqueses Hínguar e Hubla, príncipes desta nação, verdadeiros piratas, que foram desembarcar na Inglaterra. Edmundo, a princípio, manteve-se sereno, confiando num tratado que tinha feito com os bárbaros logo que vieram para o seu país. Mas quando viu que não respeitaram o tratado, reuniu o seu exército. Mas os infiéis receberam auxílios. Perante este reforço do inimigo, Edmundo sentia-se impotente para o combater.
Então os bárbaros fizeram-lhe várias propostas que recusou, por serem contrárias à religião e à justiça que devia aos súditos. Preferiu expor-se à morte a trair sua consciência. Carregaram-no de pesadas cadeias e levaram Edmundo à tenda do general inimigo. Fizeram-lhe novas propostas. Respondeu com firmeza que a religião lhe era mais cara do que a vida, e que nunca consentiria em ofender a Deus, que adorava. Hínguar, enfurecido com esta resposta, mandou açoitá-lo cruelmente.
O santo sofreu todos os maus tratos com paciência invencível, invocando o Sagrado Nome de Jesus. Por fim, foi condenado a ser decapitado, recebendo a palma do martírio a 20 de novembro de 870.
Os ingleses consideraram-no mártir e dedicaram-lhe numerosas igrejas.
Santo Edmundo, rogai por nós!
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
UM PORTO SEGURO NO MAR DE LAMA: O SANTÍSSIMO SACRAMENTO PERMANECE INTACTO EM MEIO À TRAGÉDIA DE MINAS GERAIS
Na semana passada, a tragédia de Mariana, em Minas Gerais, espantou o Brasil. O rompimento de uma barragem de rejeitos da mineração provocou uma enxurrada descomunal de lama e destruição que percorreu centenas de quilômetros, ceifando vidas humanas e causando uma catástrofe ambiental incalculável.
Literalmente no meio do desastre, porém, um sinal:
Na capela da comunidade de Paracatu, também em Minas, envolta no mar de lama, o Santíssimo Sacramento permaneceu intacto. Nem sequer o véu que cobria a âmbula foi maculado.
A imagem está sendo compartilhada por milhares de internautas no Facebook.
Glórias e louvores se deem a todo momento ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!
Fonte: Aleteia
terça-feira, 17 de novembro de 2015
SANTA ISABEL DA HUNGRIA - PADROEIRA DA ORDEM TERCEIRA FRANCISCANA
Santa Isabel da Hungria, pôs-se a servir os doentes e enfermos até morrer
Hoje, 17 de novembro, a Igreja celebra Santa Isabel da Hungria. Isabel era filha de André, rei da Hungria, e nasceu num tempo em que os acordos das nações eram selados com o casamento. No caso de Isabel, ela fora prometida a Luís IV (duque hereditário da Turíngia) em matrimônio, um pouco depois de seu nascimento em 1207.
Santa Isabel foi morar na corte do futuro esposo e lá começou a sofrer veladas perseguições por parte da sogra que, invejando o amor do filho para com a santa, passou a caluniá-la como esbanjadora, já que tinha grande caridade para com os pobres.
Mulher de oração e generosa em meio aos sofrimentos, Isabel sempre era em tudo socorrida por Deus. Quando já casada e com três filhos, perdeu o marido numa guerra e foi expulsa da corte pelo tio de seu falecido esposo, agora encarregado da regência.
Aconteceu que Isabel teve que se abrigar num curral de porcos com os filhos, até ser socorrida como pobre pelos franciscanos de Eisenach, uma vez que até mesmo os mendigos e enfermos ajudados por ela insultavam-na, por temerem desagradar o regente.
Ajudada por um tio que era Bispo de Bamberga, Isabel logo foi chamada para voltar à corte, e seus direitos, como os de seus filhos, foram reconhecidos, isto porque os companheiros de cruzada do falecido rei tinham voltado com a missão de dar proteção à Isabel, pois nisto consistiu o último pedido de Luís IV.
Santa Isabel não quis retornar para Hungria; renunciou aos títulos, além de entrar na Ordem Terceira de São Francisco. Fundou um convento de franciscanas em 1229 e pôs-se a servir os doentes e enfermos até morrer, em 1231, com apenas 24 anos num hospital construído com seus bens.
Santa Isabel da Hungria, rogai por nós!
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
SANTA MARGARIDA DA ESCÓCIA - INTERCESSORA DOS PECADORES
Como rainha da Escócia, procurou cooperar com o rei, tanto no seu aperfeiçoamento humano (pois de rude passou a doce) quanto na administração do reino
Neste dia, 16 de novembro, lembramos com carinho a vida de mais uma irmã nossa que para a Igreja militante brilha como exemplo e no Céu como intercessora de todos nós pecadores chamados à santidade, Santa Margarida da Escócia.
Santa Margarida nasceu na Hungria no ano de 1046, isto quando seu pai Eduardo III (de nobre família inglesa) aí vivia exilado, devido aos conflitos pelo trono da Inglaterra (o rei da Dinamarca ocupara o trono inglês). Em 1054, seu pai retornou à Inglaterra, Margarida tinha portanto oito ou nove anos quando conheceu a pátria inglesa. No entanto, após a morte de seu tio-avô, Santo Eduardo, em 1066, recomeçaram os conflitos: a luta entre Haroldo e Guilherme da Normandia obrigou Edgardo, irmão de Margarida, a refugiar-se novamente na Escócia com a mãe e as irmãs, tendo-lhes o pai morrido alguns anos antes.
Vivendo na Escócia, Margarida casou-se com o rei Malcom III e buscou com os oito filhos (seis príncipes e duas princesas, uma delas chamada Edite, que veio posteriormente a ser rainha da Inglaterra e conhecida com o nome de Santa Matilde) a graça de constituir uma verdadeira Igreja doméstica. Santa Margarida, como rainha da Escócia, procurou cooperar com o rei, tanto no seu aperfeiçoamento humano (pois de rude passou a doce) quanto na administração do reino (porque baniu todas futilidades e aproximou os bens reais das necessidades dos pobres).
Conta-se que a própria Santa Margarida alimentava e servia diariamente mais de cem pobres, ao ponto de lavar os pés e beijar as chagas daqueles que eram vistos e tratados por ela como irmãos e presença de Cristo. Quando infelizmente seu esposo e filho morreram num assalto ao castelo, Margarida que tanto os amava não se desesperou, mas sim aceitou e entregou tudo a Deus rezando: “Agradeço, ó Deus, porque me dás a paciência para suportar tantas desgraças!”
Santa Margarida entrou no Céu a 16 de novembro de 1093. Foi sepultada na igreja da Santíssima Trindade, em Dunfermline, para onde também o corpo do rei Malcom III foi levado mais tarde.
Santa Margarida da Escócia, rogai por nós!
domingo, 15 de novembro de 2015
SANTO ALBERTO MAGNO - ADMINISTRADOR DO REINO DE DEUS
Santo Alberto Magno, devotíssimo da Virgem Maria, optou pelos desejos do coração de Deus
Celebramos neste dia, 15 de novembro, a santidade de um grande santo da nossa Igreja, o qual foi digno de ser intitulado de Magno (Grande). Nascido na Alemanha em 1206, numa família militar que desejava para Alberto a carreira militar ou administrativa.
Santo Alberto Magno, soldado do Senhor e administrador do Reino de Deus, devotíssimo da Virgem Maria, optou pelos desejos do coração de Deus, por isso depois de estudar ciências naturais em Pádua e Paris entrou na família Dominicana em 1223, a fim de mergulhar nos estudos, santidade e apostolado. Como consequência da sua crescente adesão ao Reino, foram aumentando os trabalhos na “vinha do Senhor”, por isso na Ordem Religiosa foi superior provincial e mais tarde, nomeado pelo Papa, Bispo de Ratisbona, num tempo em que somente um santo e sábio poderia estabelecer a paz entre os povos e cidades, como de fato aconteceu.
Santo Alberto Magno era um apaixonado e vocacionado ao magistério (teve como discípulo São Tomás de Aquino); foi dispensado do Episcopado, para na humildade e pobreza continuar lecionando, pregando e pesquisando e dominando com tranquilidade os assuntos sobre mecânica, zoologia, botânica, meteorologia, agricultura, física, tecelagem, navegação e outras áreas do conhecimento, os quais inseriu no seu caminho de santidade: “Minha intenção última, escrevia, está na ciência de Deus”. Suas obras escritas encheram 38 grossos volumes e com o testemunho impregnou toda a Igreja de santidade e exemplo de quem soube viver com equilíbrio e graça a fé que não contradiz a razão. Entrou no Céu em 1280, proclamado Doutor da Igreja e Patrono dos cultores das ciências naturais.
Santo Alberto Magno, rogai por nós!
sábado, 14 de novembro de 2015
SÃO JOSÉ PIGNATELLI - O RESTAURADOR DOS JESUÍTAS
Hoje, 14 de novembro, a Igreja celebra São José Pignatelli. José Pignatelli
nasceu em 1737 em Saragoça, do
ramo espanhol de uma nobilíssima família do reino de Nápoles. Perdendo a mãe
aos cinco anos, veio para esta cidade onde recebeu, de uma irmã, ótima educação
católica. Voltando para Espanha, aos quinze anos entrou na Companhia de Jesus.
Feito o Noviciado e emitidos depois os primeiros votos em Tarragona, aplicou-se
aos estudos, primeiro em Manresa e
depois nos colégios de Bilbau e de
Saragoça.
Ordenado
sacerdote, dedicou-se ao ensino das letras e, com grande fruto, aos ministérios
apostólicos. Levantou-se, porém, uma grande perseguição contra a Companhia de
Jesus e ele figurou entre os jesuítas que foram expulsos da Espanha para a
Córsega.
Entre
adversidades, mostrou o Padre Pignatelli grande fortaleza e constância; foi por
isso nomeado Provincial de todos esses exilados. E recomendaram-lhe especial
cuidado pelos mais jovens, o que ele praticou com grande zelo. Da Córsega foi
obrigado a transferir-se, com os outros, para várias regiões, vindo finalmente
a fixar-se em Ferrara (Itália), onde fez a profissão solene de quatro votos.
Pouco
depois, sendo a Companhia de Jesus dissolvida por Clemente XIV, em 1773, Padre Pignatelli deu
exemplo extraordinário de perfeita obediência à Sé Apostólica como também de
intenso amor para com a Companhia de Jesus. Indo para Bolonha e, estando
proibido de exercer o ministério apostólico com as almas, durante quase vinte e
cinco anos entregou-se totalmente ao estudo, reunindo uma biblioteca de valor,
dando-se principalmente a obras de caridade para com os antigos membros da
suprimida Companhia.
Logo,
porém, que lhe foi possível, pediu para ser recebido na Família Inaciana
existente na Rússia, onde reinava Catarina, que sendo cismática não aceitara a
supressão vinda de Roma. Os jesuítas da Rússia ligaram-se a bom número de ex-jesuítas
italianos, e Padre Pignatelli
uniu-se a todos eles, tendo-lhe sido permitido renovar a profissão solene. Com
licença do Papa Pio VI, foi construída uma casa para noviços no ducado de
Parma, onde o Padre Pignatelli foi
reitor. Em 1804, Pio VII restaurou a Companhia de Jesus no reino de Nápoles, e
o Padre Pignatelli vem
a ser Provincial. Mas o exército francês aparece e dispersa este grupo de
jesuítas.
Em
1806, transfere-se para Roma onde é muito bem recebido pelo Sumo Pontífice. Os
franceses, que estão a ocupar Roma, toleram-no. No silêncio, Padre Pignatelli vai
preparando o renascimento da sua Companhia. Este fato ocorre em 1814, com o
citado Papa beneditino Pio VII. Mas o Padre Pignatelli já tinha morrido em 1811, com setenta e
quatro anos. O funeral decorreu quase secretamente.
Foi
beatificado por Pio XI em 1933, que chamou o santo de “o principal anel da
cadeia entre a Companhia que existira e a Companhia que ia existir,… o
restaurador dos Jesuítas”.
Profundo
devoto do Sagrado Coração de Jesus e da Virgem Santíssima, homem adorador
(passava noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento), São José Pignatelli foi
canonizado em 1954 pelo Papa Pio XII.
São
José Pignatelli,
rogai por nós!
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
CONGRESSO EUCARÍSTICO NACIONAL EM MUMBAI - ÍNDIA
Com a presença de mais de 700 delegados de todo o país, foi aberto hoje, 12 de novembro de 2015, na Índia, em Mumbai, o Congresso Eucarístico Nacional. Participa também o cardeal Malcom Ranjith, enviado especial do Papa, por meio de uma mensagem de vídeo, marcou a sua presença na abertura dos trabalhos, focados no tema Alimentados por Cristo para alimentar os demais.
No texto – publicado pela Rádio Vaticano - O Papa sublinha que o Congresso Eucarístico é "um dom de Deus, não só para os cristãos da Índia, mas para toda a população de um país tão rico em diversidade cultural e de espiritualidade".
Recorda também a viagem à Índia de Paulo VI, em 1964, e seu discurso aos fiéis das religiões não-cristãs, no qual afirmou: "Cristo é querido neste país", "inspiração de amor e sacrifício de si mesmo" para " milhões de pessoas que o conheceram e o amam”.
Francisco exortou, portanto, a aprender que “a Eucaristia não é um prêmio para os bons, mas é força para os fracos, para os pecadores”. “É o perdão, é o viático que nos ajuda a andar, a caminhar”, acrescentou, e “a comunhão com o Senhor” “nos leva à solidariedade com os demais”. “Os seres humanos de todo o mundo – continuou o Pontífice – precisam de alimento”, não só “daquele que serve para satisfazer a fome física”.
Daí o apelo a todos aqueles que são alimentados e nutridos pelo Corpo e Sangue de Cristo para não serem indiferentes com os irmãos e irmãs que sofrem a fome, não só física, mas também “de amor, de imortalidade, de afeto, atenção, perdão, misericórdia”. “Estes tipos de fome – destacou o Santo Padre – podem ser satisfeitas só com o Pão que vem do alto”.
Finalmente o convite "para levar a alegria do Evangelho para aqueles que não a receberam ainda” e a infundir “esperança naqueles que vivem nas trevas e no desespero”. “Que este Congresso – foi o desejo do Papa Francisco - seja um prenúncio de luz para o povo da Índia", "um prenúncio de grande alegria e felicidade", bem como uma oportunidade de "estar unidos no amor."
Fonte: Zenit
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
SÃO MARTINHO DE TOURS - DE MILITAR ROMANO A BISPO DA IGREJA CATÓLICA
Hoje, 11 de novembro, a Igreja celebra São Martinho de Tours. Nasceu
em 316 na Panônia
(atual Hungria), numa família pagã que da parte do pai (oficial do exército
romano) fez de Martinho um militar, enquanto o Pai do Céu o estava fazendo
cristão, já que começou a fazer o Catecumenato.
Certa
vez quando militar, mas ainda não batizado, Martinho partiu em duas partes seu
manto para dá-lo a um pobre, e assim Jesus aparece-lhe durante a noite e
disse-lhe: “Martinho, principiante na fé, cobriu-me com este
manto”. Então este homem de Deus foi batizado e abandonou a vida militar
para viver intensamente a vida religiosa e as inspirações do Espírito Santo
para sua vida.
Com a
direção e ajuda do Bispo Hilário, Martinho tornou-se monge, Diácono, fundador
do primeiro mosteiro na França e depois sacerdote que formava os seus “filhos”
para a contemplação e ao mesmo tempo para a missão de evangelizar os pagãos;
diferenciando-se com isso dos mosteiros do Oriente.
Por
ser fiel no pouco, São Martinho recebeu o mais, que veio com a sua Ordenação
para Bispo em Tours. Isto não o impediu de fundar ainda muitos outros mosteiros
a fim de melhor evangelizar sua Diocese. Entrou no Céu em 397.
São
Martinho de Tours, rogai por nós!
terça-feira, 10 de novembro de 2015
SÃO LEÃO MAGNO - UM DOS MAIORES PAPAS DA HISTÓRIA
Evangelizou e governou a Igreja numa época brusca do Império Romano, pois já sofria com as heresias e invasões dos povos bárbaros, com suas violentas invasões
O santo de hoje, 10 de novembro, mostrou-se digno de receber o título de “Magno”, que significa Grande, isto porque é considerado um dos maiores Papas da história da Igreja, grande no trabalho e na santidade. São Leão Magno nasceu em Toscana (Itália) no ano de 395 e depois de entrar jovem no seminário, serviu a diocese num sacerdócio santo e prestativo.
Ao ser eleito Papa, em 440, teve que evangelizar e governar a Igreja numa época brusca do Império Romano, pois já sofria com as heresias e invasões dos povos bárbaros, com suas violentas invasões. São Leão enfrentou e condenou o veneno de várias mentiras doutrinais, porém, combateu com intenso fervor o monofisismo que defendia, mentirosamente, ter Jesus Cristo uma só natureza e não a Divina e a humana em uma só pessoa como é a verdade.
O Concílio de Calcedônia foi o triunfo da doutrina e da autoridade do grande Pontífice. Os 500 Bispos que o Imperador convocara, para resolverem sobra a questão do monofisismo, limitaram-se a ler a carta papal, exclamando ao mesmo tempo: “Roma falou por meio de Leão, a causa está decidida; causa finita est”.
Quanto à dimensão social, Leão foi crescendo, já que com a vitória dos desordeiros bárbaros sobre as forças do Império Romano, a última esperança era o eloquente e santo Doutor da Igreja, que conseguiu salvar da destruição, a Itália, Roma e muitas pessoas. Átila ultrapassara os Alpes e entrara na Itália.
O Imperador fugia e os generais romanos escondiam-se. O Papa era a única força capaz de impedir a ruína universal. São Leão sai ao encontro do conquistador bárbaro, acampado às portas de Mântua. É certo que o bárbaro abrandou-se ao ver diante de si, em atitude de suplicante, o Pontífice dos cristãos e retrocedeu com todo o seu exército.
Dentre tantas riquezas em obras e escritos, São Leão Magno deixou-nos este grito: “Toma consciência, ó cristão da tua dignidade, já que participas da natureza Divina”.
Entrou no Céu no ano de 461.
São Leão Magno, rogai por nós!
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