terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

APESAR DE PEDIDO DA ARQUIDIOCESE DO RIO, MANGUEIRA PROMOVE DESFILE BLASFEMO NO CARNAVAL

 Jesus representado como mulher. Foto: Captura de Tela Youtube. Imagens: Rede Globo

RIO DE JANEIRO, 24 Fev. 20 (ACI).- Na noite deste domingo, 23, a Estação Primeira de Mangueira protagonizou um desfile repleto de ofensas ao cristianismo, representando Jesus como uma mulher, ridicularizando a fé católica e exaltando valores defendidos pela chamada teologia da libertação, condenada por São João Paulo II, mesmo após um pedido prévio da Arquidiocese do Rio de Janeiro para que a tradicional escola de samba carioca não ofendesse o sentimento religioso dos milhões de católicos brasileiros.
O tema do desfile da Estação Primeira da Mangueira foi tomado da passagem bíblica de Jo 8,32, em que que Jesus diz “A verdade vos libertará”. Entretanto, longe de exaltar valores religiosos, a escola protagonizou uma série de ofensas aos cristãos começando por ridicularizar a figura de Jesus Cristo ao representá-lo como uma mulher no desfile.
Quem associou o tema da Mangueira à teologia da libertação foi um dos seus maiores expoentes no Brasil, o ex-franciscano Leonardo Boff, que se define como ecoteólogo de matriz católica e cujos ensinamentos de algumas obras foram questionados pelo então Cardeal Joseph Ratzinger.
Em entrevista em um portal de notícias da Band, Boff comentou o samba enredo da Mangueira afirmando que partilha com a escola de samba carioca a visão de um Jesus Cristo mais humano – menos o Jesus Glorioso, mais o amigo e defensor dos pobres.
“Essa dimensão de Jesus foi especialmente enfatizada pela Teologia da Libertação, que tem nos oprimidos e nos crucificados na história seu ponto de partida e de ação. Ela quer, como Jesus, libertar toda esta gente. Essa é a mensagem clara do enredo da Mangueira”, declara o teólogo, que critica a reação mais extremista ao trabalho de Vieira: “os ultra-conservadores de hoje representam os que tramaram a liquidação de Jesus”.
“A Mangueira, com seu enredo e sua arte, fez uma pregação melhor do que qualquer uma, de padre, de bispo ou de cardeal”, afirmou Boff ao Portal Setor1.
O carnavalesco e idealizador do desfile é Leandro Vieira, que diz que a temática do desfile era de cunho social e não visava ofender a religião. Vieira quis apresentar um “Jesus da gente”, nascido no morro e que assume os diversos rostos dos moradores da favela, e para tal representou-o como uma mulher acorrentada com uma coroa de espinhos em uma das alas, como um jovem negro crucificado em um carro alegórico e sendo golpeado pela polícia como um ladrão.
Segundo o G1, site de notícias do grupo Globo, “Leandro diz que não inventou nada na história. Ao contrário, para criar o enredo, além de ler a Bíblia, ouviu padres, pastores e teólogos e fez uma vasta pesquisa sobre o tema. Ele diz que as fantasias e alegorias têm objetivo de chamar a atenção para crimes de ódio e intolerância.”
Leandro Vieira não especifica quais padres, teólogos ou grupos cristãos ele ouviu em sua pesquisa. Entretanto, a mesma matéria de 29 de janeiro veiculada pelo G1, fala de um encontro de Leandro com Tábata Tesser, uma das líderes das auto-proclamadas Católicas Pelo Direito de Decidir em São Paulo, que são um grupo ligado ao feminismo que promove o Aborto e a ideologia de Gênero, em aberta contradição à doutrina Católica.
"Grupos que pregam o obscurantismo, o conservadorismo radical, vão ver blasfêmia no desfile. Os verdadeiros cristãos vão perceber que o samba é um hino que poderia ser cantado nas igrejas pelos grupos jovens", disse Tesser ao G1 e enfatizou: "A Mangueira está resgatando os valores do humanismo e contando a história de Jesus, esse homem que pode assumir outras formas. E que esse mundo tão intolerante precisa conhecer”, disse Tábata.
Antes do desfile, ao tomar conhecimento do tema e do samba enredo da Estação Primeira de Mangueira, a Arquidiocese do Rio manifestou-se junto de outras 17 entidades religiosas pedindo que os responsáveis evitassem o desrespeito à fé católica. A carta é assinada por Claudine Milione Dutra, Coordenadora Jurídica da Mitra Arquidiocesana do Rio de Janeiro.
A missiva da arquidiocese da capital fluminense, datada em 23 de janeiro de 2020 expressava:

“Solicitamos que, pautados nos princípios da boa fé, tolerância e respeito sejamos ouvidos em nosso intuito de instá-los a observar atenciosamente o próximo desfile, para que este seja realizado de modo a não ofender, chocar, agredir ou escarnecer da fé de centenas de milhões de brasileiros e de bilhões de pessoas no mundo inteiro. A liberdade de expressão é um excelente instrumento para instaurar no nosso país a cultura da paz, da justiça e do amor humano, por isso, não pode jamais se prestar a incitar o ódio. Ainda mais em um palco com a visibilidade que oferece o Carnaval do Rio de Janeiro.

“Diante desse contexto, gostaríamos de exortá-los a realizar uma reflexão acerca do desfile carnavalesco a ser realizado neste ano de 2020, de tal maneira que se respeite a fé das pessoas”.
“Pedimos um momento de reflexão para que seja evitada qualquer ofensa ao sentimento religioso, valor tão caro à nossa sociedade”, afirmava a carta enviada à Liga das Escolas de Samba do Rio.
Católicos do Rio de Janeiro manifestaram repúdio ao desfile da Mangueira, qualificado de “Blasfemo” pelo deputado estadual Marcio Gualberto, quem solicitou há pouco a retirada de uma imagem que representava a Virgem Maria com um órgão genital masculino.
“O desfile blasfemo da Mangueira foi construído a partir de uma visão teológica marxista, já devidamente condenada pela Igreja Católica, e que se auto-intitula "teologia da libertação". É mais uma escravização ideológica”, afirmou o Deputado.
O desfile blasfemo da Mangueira foi construído a partir de uma visão teológica marxista, já devidamente condenada pela Igreja Católica, e que se auto-intitula "teologia da libertação". É mais uma escravização ideológica.

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Outro parlamentar que expressou repudio ao desfile da Mangueira foi Chris Tonietto, Deputada Federal pelo Rio de Janeiro, quem postou na sua rede social Facebook:
"Na letra e nas fantasias, a blasfêmia banalizou-se como nunca na história do carnaval brasileiro (que já traz na memória muitos achincalhes à fé católica). Nosso Senhor Jesus Cristo, apresentado como um "herói das minorias" (minorias estas apresentadas como "oprimidas pela sociedade" no desfile), é representado como homossexual, como mulher, como um criminoso perseguido pela polícia e de diversas outras formas desrespeitosas no malfadado desfile. O mesmo ocorre com sua Santíssima Mãe".
O vilipêndio à fé cristã da esmagadora maioria da população brasileira (condenado no artigo 208 do Código Penal) precisa ter fim, e encontrar uma resposta à altura!", escreveu a deputada.
Por sua parte, o sacerdote da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Padre Nivaldo Junior, deixou uma postagem em seu Facebook mostrando indignação frente ao desfile, pedindo que sejam respeitados a fé e os valores cristãos, repudiando em concreto a representação de um Jesus mulher.

Fonte: Acidigital (matéria reproduzida)

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

TRÊS PODEROSOS SACRAMENTAIS PARA SE MANTER NA BOLSA, NA PASTA, MOCHILA OU ATÉ NO BOLSO



Esses lembretes e canais da graça de Deus podem acompanhar você aonde quer que você vá, em meio às tantas atividades do cotidiano!

Os sacramentais estão entre as práticas religiosas menos compreendidas de modo adequado pelos católicos.

Eles fazem parte da vida na Igreja desde o início do cristianismo, mas são vistos por muita gente, de forma errônea, como uma espécie de “superstição”. De fato, ao longo dos séculos, muitos católicos têm usado os sacramentais de modo supersticioso por falta de compreensão do seu verdadeiro sentido: em vez de instrumentos da graça de Deus, eles são tratados como objetos “mágicos”, coisa que não são.

Os sacramentais servem para enriquecer a nossa vida espiritual, não para prejudicá-la. Eles foram instituídos pela Igreja para incentivar em nós um relacionamento cada vez mais profundo com Cristo e para nos ajudar a focar na santificação de cada parte da nossa vida, inclusive nas mais singelas e cotidianas. Os sacramentais são extensões dos sete sacramentos e nos ajudam a enxergar e acolher a graça de Deus no nosso dia-a-dia.

Um lugar onde os sacramentais são especialmente poderosos é o lar: se os usarmos com espírito de fé, os sacramentais podem nos distanciar de perigos espirituais e nos inspirar a viver uma vida santa, dedicada a Deus na prática de cada dia.

Mas não é só em casa que podemos usá-los: também é recomendável conservar sacramentais junto a nós em nosso carro, no local de trabalho e até dentro da bolsa, da pasta, da mochila ou mesmo do bolso!

É o caso dos seguintes:

Água benta



É suficiente uma pequena garrafinha, que seja fácil e prática para transportar no dia-a-dia: peça que o seu pároco abençoe a água para você.

A água benta tem o duplo significado de nos lembrar do nosso batismo e simbolizar a limpeza espiritual. É usada inclusive em exorcismos: o diabo não suporta a água benta porque é inteiramente impuro, imundo para toda a eternidade. Ela evoca a água que fluiu do lado de Cristo, símbolo do batismo, e traz à mente o dia da derrota do diabo: a crucificação de Cristo para nos redimir do pecado e nos oferecer a salvação.

Um antigo costume era fixar recipientes com água benta em algumas paredes da casa: podiam ser simples copos de louça, em cuja água benta cada morador da casa tocava antes de fazer o Sinal da Cruz, acolhendo assim a bênção de Deus. Era frequente que esses recipientes simples, porém dignos, estivessem fixados perto das portas, de modo que as pessoas recorressem a eles ao saírem e retornarem à casa, ou dentro dos quartos dos membros da família, como convite a se manterem sempre puros e próximos de Deus. A água benta também ficava sempre ao alcance quando se desejava de modo especial afastar as influências do maligno.

O Crucifixo


É um dos sacramentais mais simples para se levar consigo. Um pequeno crucifixo sempre presente no seu cotidiano pode ser um poderoso lembrete do grande amor que Deus tem por você, além de ser um sinal visível de fé para os seus colegas e amigos que tiverem a oportunidade de ver que você o conserva com devoção, naturalidade e simplicidade (sem pretender se exibir, é claro).

Um crucifixo perto de nós nos diversos ambientes mundanos do dia-a-dia pode ser um meio da graça para sacudir a nossa consciência quando nos sentimos tentados, seja por futilidades aparentemente banais, seja por atos abertamente prejudiciais à nossa saúde psicológica e espiritual. O olhar do Cristo crucificado voltado ao nosso olhar nos chama de volta à verdade!

De preferência, peça a um sacerdote para abençoar o crucifixo para você!



O Rosário


Oferecida por Maria Santíssima durante uma aparição em 1214 a São Domingos de Gusmão, a oração do rosário é uma contemplação dos mistérios da vida de Jesus, em união com Nossa Senhora, enquanto recitamos, em séries, o Pai-Nosso, a Ave-Maria e o Glória com o auxílio de uma corrente de contas ou nós, que também recebe o nome de “rosário”.


O termo vem de “rosa” e representa a oferta de rosas espirituais a Nossa Senhora. Já o nome “terço” se refere à oração de apenas uma das três partes do tradicional rosário completo, formado por três conjuntos de mistérios: Gozosos, Dolorosos e Gloriosos. São João Paulo II acrescentou ainda os Luminosos, mas o termo “terço” continuou a ser usado mesmo assim.

Fonte: Aleteia

domingo, 19 de janeiro de 2020

260 MILHÕES DE CRISTÃOS, OU 1 EM CADA 8, SOFRERAM PERSEGUIÇÃO EM 2019




ONG Open Doors: aumentou em 15 milhões o total de cristãos que sofrem discriminação em níveis “alto”, “muito alto” e “extremo”

A organização norte-americana Open Doors (Portas Abertas), que monitora a situação dos cristãos perseguidos no mundo, apresentou o seu relatório anual baseado no período de 1º de novembro de 2018 a 31 de outubro de 2019, analisando cerca de 100 países.

O levantamento aponta que 1 a cada 8 cristãos sofre perseguição por causa da fé, o que equivale a 260 milhões de pessoas. Na comparação com o período anterior, aumentou em 15 milhões o total de cristãos que sofrem discriminação em níveis “alto”, “muito alto” e “extremo”.

Embora o número de cristãos assassinados tenha caído de 4.305 para 2.983, aumentou a quantidade de ataques contra igrejas, totalizando 9.488 entre incêndios, depredações, profanações, assaltos e atos de vandalismo.

No período coberto pelo último relatório, 3.711 cristãos foram presos em decorrência direta da própria vivência da fé.

Cristian Nani, diretor do Open Doors, comenta sobre os casos monitorados:

“São vários parâmetros que analisamos: discriminação, violência, exclusão do trabalho, da saúde e do atendimento médico, leis que proíbem a existência de cristãos ou leis contra as conversões que são usadas contra os cristãos”.

A Coreia do Norte continua sendo o país em que a perseguição é mais intensa: como o ateísmo é obrigatório por conta da ideologia comunista imposta à população, quem for identificado como cristão é enviado a campos de trabalho forçado e tortura.

A lista prossegue com o Afeganistão, onde os cristãos podem ser condenados à morte precisamente por serem cristãos, e com a Somália, onde o grupo terrorista islâmico Al-Shabaab, que controla vastas áreas, já declarou que pretende “limpar o país de todos os cristãos”.


Mesmo o “civilizado” Ocidente registra cada vez mais casos de hostilidades, incluindo violência física, assassinatos de religiosos e incêndios em igrejas

Thomas Heine-Geldern, presidente da Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN, pela sigla em inglês adotada internacionalmente), foi enfático ao avaliar 2019 como um ano de calvário para os cristãos:

"Um ano de mártires. Um dos anos mais sangrentos da história para os cristãos."



O ápice foi o ataque a três igrejas no Sri Lanka, com mais de 250 mortos. A situação na China e na Índia também nos preocupa muito.

Na Europa Ocidental, políticos e líderes de opinião agora falam muito mais sobre liberdade religiosa. Fala-se mais, mas continua sendo feito muito pouco. É difícil acreditar que, num país como a França, mais de 230 ataques contra organizações cristãs tenham sido registrados durante 2019.

Os eventos no Chile também são impressionantes: 40 igrejas foram profanadas e danificadas desde meados de outubro.


Na véspera de Natal, a aldeia cristã de Kwarangulum, no estado de Borno (Nigéria), foi atacada por jihadistas que mataram sete pessoas, sequestraram uma jovem e incendiaram as casas e a igreja. Um dia depois, um grupo independente do Estado Islâmico publicou um vídeo que, segundo as suas próprias declarações, exibe a execução de dez cristãos e um muçulmano no nordeste da Nigéria. Tudo isso nos entristece profundamente. Enquanto celebramos o Natal, outros choram e temem”.

Thomas Heine-Geldern citou como exemplo do aumento da consciência ocidental sobre o drama da perseguição anticristã o vídeo natalino gravado pelo príncipe Charles para a ACN, falando abertamente da perseguição aos cristãos e lançando um apelo à solidariedade. No entanto, o presidente da fundação pontifícia observou que ainda falta empenho concreto de muitas organizações internacionais na proteção à liberdade religiosa como direito humano fundamental.

A grande maioria dos casos de perseguição anticristã passa simplesmente em brancas nuvens pela autoproclamada “grande mídia”. Heine-Geldern menciona a situação em Burkina Faso, país da África Ocidental:


“Segundo as informações que temos, houve pelo menos sete ataques a comunidades católicas e protestantes, com 34 cristãos mortos, incluindo dois sacerdotes e dois pastores protestantes. Os nossos parceiros nos projetos falam de tentativa de desestabilizar o país, de estimular conflitos religiosos e desencadear violência”.

No tocante ao complicado panorama do Oriente Médio, Heine-Geldern recorda as palavras de dom Bashar Matti Warda, arcebispo de Erbil, no Iraque, sobre a situação que continua muito grave tanto no país quanto na vizinha Síria, e comenta:



“A invasão do Estado Islâmico terrorista é apenas um dos muitos ataques a essa comunidade de cristãos. Cada ataque diminuiu drasticamente o número de cristãos no Iraque e na Síria. A beleza do nosso trabalho, no entanto, é que, além da cruz e do sofrimento, também experimentamos bem de perto a grande entrega e amor de muitas pessoas. Por exemplo, na Síria: um país que ainda está em guerra e sofre suas consequências. Visitamos o país várias vezes nos últimos anos. É muito impressionante ver que todos, leigos comprometidos, religiosos, sacerdotes e bispos, apoiados pela generosidade dos nossos doadores, estão fazendo todo o possível e o impossível para aliviar as necessidades espirituais e materiais do povo”.


Fonte: Aleteia

sábado, 5 de outubro de 2019

TERÇO MISSIONÁRIO: ARMA EFICAZ QUE UNE CRISTÃOS DO MUNDO INTEIRO



Conheça a poderosa devoção que cativou até o Papa João XXIII

O Rosário missionário é uma oração simples e popular. Saudamos e louvamos Nossa Senhora, Mãe de Deus e nossa, de forma carinhosa e confiante.

Por ser uma oração simples todos podemos rezá-la. Rezando o Rosário, tornamo-nos discípulos de Jesus Cristo, com Maria e nos dispomos, como Maria, pela força do Espírito Santo, a realizar a missão de Jesus Cristo, o enviado do Pai.

Pela oração do Rosário Missionário podemos nos encontrar com todos os povos, raças e culturas da terra. Atingimos, desta forma, os imensos horizontes da missão.

Rompem-se os egoísmos e as intenções particulares, em nossas orações, para rezar pelas necessidades de todos os povos da terra.

Entendendo as cores do Rosário Missionário

O bispo Fulton Sheen (8 de maio de 1895 – 9 de dezembro de 1979), quando era diretor das POM (Pontifícias Obras Missionárias) dos Estados Unidos, teve a idéia de um Rosário Missionário. O rosário é formado por cinco dezenas, que são rezadas meditando-se em cinco “mistérios” da vida cristã. Cinco também são os continentes do mundo.

Ele escolheu uma cor para cada continente que, de alguma forma, recorda suas características. A cor representa cada povo e cada cultu­ra. O Rosário Missionário, além da devoção a Maria, mãe de Jesus, tem como objetivo unir pela oração todos os filhos de Deus presentes no mundo inteiro. Por isto a contemplação de cada mistério traz uma reflexão sobre cada continente.

finalidade do Rosário Missionário é oferecer um meio simples e prático de rezar pelas missões e pelos missionários.

Um testemunho eloquente desta forma de oração tem sido o Papa João XXIII que rezava o rosário missionário todos os dias pelo mundo inteiro dedicando uma dezena a cada continente: “Como Papa, devo rezar pela humanidade inteira e o faço ao rezar o Santo Rosário Missionário”.

Assim recordemos o que o Documento de Aparecida nos diz e sejamos missionários através desta bonita oração do Rosário: “… o mundo espera de nossa Igreja Latina Americana e caribenha, um compromisso mais significativo com a missão universal em todos os continentes. Para não cair na armadilha de nos fechar em nós mesmos devemos formar como discípulos missionários sem – fronteiras, dispostos a ir ao outro lado, aquele em que Cristo não é reconhecido como deus e senhor, e a Igreja não está presente”. (Dpa. 376)

A cor verde recorda a África, com suas florestas e tam­bém a esperança do crescimento da Fé cristã, graças também aos missionários que lá se encontram.

A cor vermelha lembra as Américas, por causa da cor da pele dos primeiros habitantes, os índios, (“os peles-ver­melhas”, como foram chamados na América do Norte) e também o sangue dos mártires, derramado por estes povos na época da conquista destas terras pelos euro­peus e nos nossos dias. Mártires de ontem e de hoje.

A cor branca representa a Europa, terra da raça branca. É também o continente que tem a presença do Papa, o grande mensageiro e missionário da paz.

A cor azul lembra a Oceania, continente formado por muitas ilhas e necessitado de missionários, mas que já envia seus missionários para outras ter­ras, inclusive para o Brasil. É também o continente da ecologia, ou seja, o que mais luta pela preservação da natureza.

A cor amarela representa a Ásia, continente da raça amarela, berço das antigas civilizações, cul­turas e religiões. Lá se encontra quase metade da população do planeta e a menor porcentagem de cristãos. Vivem os extremos da riqueza e da pobreza.

Rezando o Rosário Missionário

Rezamos o Rosário Missionário como o Rosário Tradicional, em cada mistério um Pai Nosso, dez Ave Maria, um Glória ao Pai. Ao final de cada mistério invocamos a virgem dizendo: “Maria Rainha das missões, rogai por nós!”.

A particularidade deste Rosário Missionário são as cores de cada dezena, cujo objetivo é ajudar –nos a rezar pelas missões e pelos missionários presente em cada continente.

Sugerimos que em cada mistério tenhamos em conta a situação da missão em cada continente, Isto nos ajudará a rezar pelas alegrias e esperanças de cada um de seus habitantes.



Fonte: Aleteia

segunda-feira, 29 de julho de 2019

É CIENTÍFICO: A ORAÇÃO TEM PODER DE CURAR DOENÇAS - AFIRMA CIENTISTA AMERICANO QUE ESTUDOU 40.000 CASOS



Diversas pesquisas médicas têm reforçado o efeito poderoso da oração e da meditação na saúde humana

O Dr. Andrew Newberg, da Universidade norte-americana Thomas Jefferson, é um dos muitos pesquisadores que reafirmam o efeito poderoso da oração e da meditação na cura de doenças. Ele realizou estudos com 40.000 pacientes, baseados em ressonância magnética, e apresentou suas considerações no livro “How God changes the brain” (“Como Deus muda o cérebro”), lançado em 2009. Desde então, diversas outras pesquisas reforçaram esta conclusão. 

Em suas experiências, o Dr. Andrew selecionou pessoas idosas com problemas de memória para observá-las antes, durante e depois de fazerem meditações e orações. Os estudos foram realizados durante 12 minutos diários ao longo de 8 semanas e mostraram que a oração e a meditação podem oferecer resultados muito positivos à nossa saúde. 

Quando feitas regularmente, a oração e a meditação aumentam a atividade do cérebro de forma semelhante ao que acontece com a comunicação, funcionando como um “treino físico” para a mente e resultando no desenvolvimento cerebral e mesmo na cura de várias doenças. 

Outros estudos, anteriores e posteriores ao do Dr. Andrew Newberg, apontaram o mesmo fenômeno. Uma experiência publicada na revista Cancer, da Sociedade Americana do Câncer, por exemplo, atesta que os pacientes com sólidas crenças espirituais reagem melhor ao tratamento. Os pesquisadores do Moffitt Cancer Center, na Flórida, observaram que as pessoas que acreditam numa “força superior” têm melhor convivência social e mais saúde física e mental do que aquelas que afirmam não acreditar.

Fonte: Aleteia


sexta-feira, 5 de julho de 2019

MAIS UM ATAQUE GRATUITO DE UM "FAMOSO" CONTRA CATÓLICOS.POR QUÊ? PARA QUÊ?




Depois da provocação de cantor gospel contra Nossa Senhora, jurado de programa culinário se acha no direito de provocar os católicos em nome da "tolerância"

Jurado do programa televisivo MasterChef Brasil, transmitido pela Band, o empresário e chef de cozinha Henrique Fogaça postou em sua conta no Instagram, na manhã desta sexta, a foto de uma visita que fez ao Vaticano trajando uma camiseta cuja estampa exibia duas modelos fantasiadas de freiras beijando-se na boca.

É bastante razoável afirmar que é de amplo conhecimento público, há diversas gerações, em dezenas de países de todos os continentes, o fato de que as freiras católicas fazem voto de castidade, o que, em tese e por si só, já deveria ser suficiente para se compreender que representá-las aos beijos, na estampa da camiseta com que se passeia por um dos locais mais emblemáticos e importantes do catolicismo para bilhões de católicos do mundo inteiro, provavelmente seria interpretado, e não sem razão, como uma provocação que, para dizer o mínimo, é perfeitamente desnecessária.

Apesar desse “detalhe”, o empresário posou junto a duas religiosassorridentes, que parecem ter-se limitado a demonstrar acolhimento e simpatia sem retribuírem à provocação. De acordo com Fogaça, aliás, foram elas próprias que pediram para tirar a foto com ele.

O chef de cozinha, no entanto, acrescentou à foto a legenda “Pedindo a bênção. ‘Orai por nós’, ‘Prega per noi’, ‘Pray for us’“, seguida pelas significativas tags “blasfêmia”, o choro é livre” e “f* hipocrisia“. O asterisco substitui um termo chulo em inglês que o empresário escreveu na íntegra.

Com uma dose bastante generosa de boa vontade, a alegação de não se ter imaginado que uma camiseta dessas poderia provocar os católicos até que poderia ser engolida, mas como interpretar a última tag?

Avalanche de críticas


Uma quantidade aparentemente “inesperada” de comentários críticos à provocação desnecessária levou Fogaça a excluir a imagem do seu perfil. Mais tarde, no entanto, ele publicou uma longa série de tentativas de justificar a sua postagem:

“Vivemos em um mundo em busca da liberdade de expressão, da igualdade e acima de tudo ‘O RESPEITO PELA INDIVIDUALIDADE E OPÇÃO SEXUAL DE QUALQUER SER HUMANO’, seja ele negro, branco, azul, amarelo, japonês, padre, freira, católico, ateu etc etc, por ai vai. Zelo pela individualidade e respeito ao próximo”.

É válido observar que a alegação de “respeito ao próximo”, feita depois que o próximo foi desrespeitado de modo literalmente gráfico pelo arauto do respeito, é no mínimo contraditória e fica ainda menos convincentequando se arremata a suposta demonstração de “tolerância” com a tag “f* hipocrisia”.

Respostas


O pe. Gabriel Vila Verde, que na semana passada respondeu com firmeza ao gesto anticatólico do cantor gospel Fernandinho em plena festa de Corpus Christi, comentou em sua conta no Facebook a nova mostra gratuita da “intolerância dos tolerantes” – mais uma vez, e para variar, contra os católicos. Eis o que afirmou o pe. Gabriel:

NOTA DE REPÚDIO
Sinceramente, eu não conheço esse homem. Dificilmente acompanho os programas de televisão, mas soube hoje que ele é um famoso apresentador de não sei o que. Seja lá quem for, fica aqui o meu total repúdio a este ato desrespeitoso. Ir ao Vaticano com esta camisa, e ainda tirar foto com as religiosas que, sem dúvida, não perceberam a estampa da camisa. Qual a necessidade disso? Porque afrontar gratuitamente a Igreja? Seria a vontade excessiva de “lacrar” ??? A Igreja sempre apanhou e vai continuar apanhando do mundo, mas o mundo nunca terá o meu silêncio em relação a estas perseguições e afrontas. Como canta o Hino do Apostolado: “Não nascemos senão para a luta, de batalha amplo campo é a terra”.

Centenas de internautas também questionaram os dois pesos e duas medidas que julgaram haver na postura de Fogaça. O blog Ancoradourodestacou um dos comentários:

“No mínimo você é incoerente, vai lá no Vaticano turistar e fica cuspindo, mermão quem é você pra falar de uma religião que unificou o conceito de liberdade no ocidente e graças a isso você pode andar, entrar e falar o que quiser sem ser decapitado (…) Existe um abismo entre respeito e opinião, se eu detestar sua comida eu não vou no seu restaurante, muito diferente de ir lá e ficar agredindo as pessoas que gostam”.

De fato, seria curioso saber se Fogaça falaria em “liberdade de expressão” na hipótese de que alguém se posicionasse à porta do seu restaurante vestindo estampas com claro potencial de provocar e ridicularizar não apenas a sua profissão, mas principalmente os seus valores e o próprio estilo de vida que ele abraçou por amor e com total entrega pessoal; na hipótese, ainda, de que esse alguém tirasse uma foto abraçando o próprio Fogaça e os seus colaboradores; e na hipótese, por fim, de que esse alguém exibisse a foto em uma rede social acrescentando as significativas tags “f* hipocrisia” e “o choro é livre“. Em tais hipóteses, parece justo considerar que Fogaça teria bastante razão em se perguntar se esse alguém estava mesmo promovendo a tolerância.

Fonte: Aleteia